Fatores de risco para melasma facial em mulheres: um estudo caso-controle
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/108638 |
Resumo: | Melasma é hipermelanose crônica, localizada, simétrica adquirida, que acomete áreas fotoexpostas, preferencialmente a face, o que causa estresse emocional. Ocorre de forma mais frequente entre mulheres adultas. Sua patogênese não é totalmente compreendida apesar de alguns fatores de risco serem conhecidos, como história familiar, exposição solar, gravidez, hormônios sexuais, cosméticos e medicamentos fotossensibilizantes. Há evidente predisposição genética, já que mais de 40% dos pacientes referem familiares acometidos. O principal objetivo deste estudo foi avaliar os fatores de risco para o desenvolvimento de melasma facial em mulheres. Realizou-se estudo caso-controle envolvendo mulheres adultas, portadoras ou não de melasma facial, pareadas por idade. As variáveis foram agrupadas em níveis hierárquicos: dados constitucionais, variáveis de exposição, variáveis ligadas à estímulos hormonais e traços de ansiedade, avaliados pelo questionário IDATE-T; e analisados por regressão logística múltipla condicional. Pacientes com melasma apresentaram, preferencialmente, fototipos III a V, iniciaram sua doença entre a terceira e quarta décadas de vida, referiram frequente acometimento familiar e ascendência europeia e indígena. Do ponto de vista clínico, houve maior acometimento de topografias centrais da face e os principais fatores desencadeantes foram a gestação, insolação e contraceptivo oral combinado. Quando comparados aos controles, mulheres com melasma diferiram de seus controles quanto aos fototipos, ascendência indígena (OR=2,25), anos de moradia rural/praia (OR=1,07), tempo de trabalho exposto ao sol (OR=1,05), tempo de atividades de lazer exposto ao sol (OR=1,03), uso de antidepressivo/ansiolítico (OR=5,11), irregularidade menstrual (OR=3,99), histórico de gestação (OR=3,58), anos de uso de contraceptivo oral (OR=1,24) e escores de ansiedade (OR=1,07). História familiar de melasma foi referido ... |
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Fatores de risco para melasma facial em mulheres: um estudo caso-controleGravidezPele - DoençasDistúrbios de pigmentação da peleMelanosePigmentation disordersMelasma é hipermelanose crônica, localizada, simétrica adquirida, que acomete áreas fotoexpostas, preferencialmente a face, o que causa estresse emocional. Ocorre de forma mais frequente entre mulheres adultas. Sua patogênese não é totalmente compreendida apesar de alguns fatores de risco serem conhecidos, como história familiar, exposição solar, gravidez, hormônios sexuais, cosméticos e medicamentos fotossensibilizantes. Há evidente predisposição genética, já que mais de 40% dos pacientes referem familiares acometidos. O principal objetivo deste estudo foi avaliar os fatores de risco para o desenvolvimento de melasma facial em mulheres. Realizou-se estudo caso-controle envolvendo mulheres adultas, portadoras ou não de melasma facial, pareadas por idade. As variáveis foram agrupadas em níveis hierárquicos: dados constitucionais, variáveis de exposição, variáveis ligadas à estímulos hormonais e traços de ansiedade, avaliados pelo questionário IDATE-T; e analisados por regressão logística múltipla condicional. Pacientes com melasma apresentaram, preferencialmente, fototipos III a V, iniciaram sua doença entre a terceira e quarta décadas de vida, referiram frequente acometimento familiar e ascendência europeia e indígena. Do ponto de vista clínico, houve maior acometimento de topografias centrais da face e os principais fatores desencadeantes foram a gestação, insolação e contraceptivo oral combinado. Quando comparados aos controles, mulheres com melasma diferiram de seus controles quanto aos fototipos, ascendência indígena (OR=2,25), anos de moradia rural/praia (OR=1,07), tempo de trabalho exposto ao sol (OR=1,05), tempo de atividades de lazer exposto ao sol (OR=1,03), uso de antidepressivo/ansiolítico (OR=5,11), irregularidade menstrual (OR=3,99), histórico de gestação (OR=3,58), anos de uso de contraceptivo oral (OR=1,24) e escores de ansiedade (OR=1,07). História familiar de melasma foi referido ...Universidade Estadual Paulista (Unesp)Miot, Hélio Amante [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Handel, Ana Carolina [UNESP]2014-08-13T14:50:49Z2014-08-13T14:50:49Z2013-09-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis100 f.application/pdfHANDEL, Ana Carolina. Fatores de risco para melasma facial em mulheres: um estudo caso-controle. 2013. 100 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Medicina de Botucatu, 2013.http://hdl.handle.net/11449/108638000759919000759919.pdf33004064056P52543633050941005Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-10-16T08:42:15Zoai:repositorio.unesp.br:11449/108638Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T08:42:15Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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