Avaliação comparativa da ancestralidade em mulheres com melasma facial: um estudo transversal
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/131902 http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/05-11-2015/000850034.pdf |
Resumo: | O melasma é uma hipermelanose focal e adquirida de curso crônico que afeta áreas fotoexpostas, especialmente, de mulheres em idade fértil. Diversos fatores contribuem para seu desenvolvimento: exposição solar, esteroides sexuais, medicamentos e história familiar. Recentemente, ancestralidade referida foi apontada como outro fator de risco. E este fato incentivou a investigação da ancestralidade relacionada ao melasma. O principal objetivo desse projeto foi avaliar a associação entre a ancestralidade genética e o melasma facial. Foi realizado um estudo transversal envolvendo mulheres portadoras de melasma facial e seu grupo controle, pareado por idade, entre pacientes do Hospital das Clínicas, FMB-Unesp, Botucatu (Brasil). Foram excluídos descendentes de asiáticos, portadores de outras dermatoses faciais e fototipos extremos (I e VI). Após inquérito de dados clínicos e demográficos, foi coletado swab da mucosa oral para posterior extração de DNA, e a partir deste material, realizada avaliação da ancestralidade genética por estudo de marcadores informativos de ancestralidade do tipo INDEL. Foram avaliadas 119 mulheres com melasma facial e seus 119 controles. A idade média do início do melasma ocorreu aos 27±8 anos. Gestação (40%), exposição solar (37%) e contraceptivo oral hormonal (22%) foram os fatores mais frequentemente relatados como desencadeantes. Todos os sujeitos apresentaram algum grau de miscigenação quanto à ancestralidade genética. Os componentes Ancestralidade e melasma facial Maria Paula Barbieri D'Elia 14 genéticos africano e europeu diferiram significativamente entre casos e controles (10% vs 6%; 77% vs 82%; p<0,05). O percentual de ancestralidade africana (OR=1,04), história familiar de primeiro grau (OR=3,04), baixa escolaridade (OR=4,04) e uso de antidepressivos entre indivíduos com familiares acometidos pelo melasma (OR=6,15) associaram-se à doença, independentemente dos demais fatores... |
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Avaliação comparativa da ancestralidade em mulheres com melasma facial: um estudo transversalDistúrbios de pigmentação da peleMelanoseLinhagem (Genética)AnticoncepcionaisLinkage (Genetics)MelanosisO melasma é uma hipermelanose focal e adquirida de curso crônico que afeta áreas fotoexpostas, especialmente, de mulheres em idade fértil. Diversos fatores contribuem para seu desenvolvimento: exposição solar, esteroides sexuais, medicamentos e história familiar. Recentemente, ancestralidade referida foi apontada como outro fator de risco. E este fato incentivou a investigação da ancestralidade relacionada ao melasma. O principal objetivo desse projeto foi avaliar a associação entre a ancestralidade genética e o melasma facial. Foi realizado um estudo transversal envolvendo mulheres portadoras de melasma facial e seu grupo controle, pareado por idade, entre pacientes do Hospital das Clínicas, FMB-Unesp, Botucatu (Brasil). Foram excluídos descendentes de asiáticos, portadores de outras dermatoses faciais e fototipos extremos (I e VI). Após inquérito de dados clínicos e demográficos, foi coletado swab da mucosa oral para posterior extração de DNA, e a partir deste material, realizada avaliação da ancestralidade genética por estudo de marcadores informativos de ancestralidade do tipo INDEL. Foram avaliadas 119 mulheres com melasma facial e seus 119 controles. A idade média do início do melasma ocorreu aos 27±8 anos. Gestação (40%), exposição solar (37%) e contraceptivo oral hormonal (22%) foram os fatores mais frequentemente relatados como desencadeantes. Todos os sujeitos apresentaram algum grau de miscigenação quanto à ancestralidade genética. Os componentes Ancestralidade e melasma facial Maria Paula Barbieri D'Elia 14 genéticos africano e europeu diferiram significativamente entre casos e controles (10% vs 6%; 77% vs 82%; p<0,05). O percentual de ancestralidade africana (OR=1,04), história familiar de primeiro grau (OR=3,04), baixa escolaridade (OR=4,04) e uso de antidepressivos entre indivíduos com familiares acometidos pelo melasma (OR=6,15) associaram-se à doença, independentemente dos demais fatores...Universidade Estadual Paulista (Unesp)Miot, Hélio Amante [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)D'Elia, Maria Paula Barbieri [UNESP]2015-12-10T14:22:29Z2015-12-10T14:22:29Z2015-03-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis105 f.application/pdfD'ELIA, Maria Paula Barbieri. Avaliação comparativa da ancestralidade em mulheres com melasma facial: um estudo transversal. 2015. 105 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Medicina de Botucatu, 2015.http://hdl.handle.net/11449/131902000850034http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/05-11-2015/000850034.pdf33004064056P52543633050941005Alephreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-10-16T05:34:13Zoai:repositorio.unesp.br:11449/131902Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T05:34:13Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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