Efeito agudo da pressão expiratória positiva final na fração de espessamento e excursão diafragmática em pacientes criticamente enfermos: um estudo ultrassonográfico
| Ano de defesa: | 2026 |
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Universidade Estadual Paulista (UNESP)
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11449/329147 |
Resumo: | Introdução: A ventilação mecânica invasiva é amplamente utilizada no manejo de pacientes criticamente enfermos, sendo a pressão expiratória positiva final (PEEP) fundamental para recrutamento alveolar e melhora da oxigenação. Entretanto, níveis elevados de PEEP podem influenciar negativamente a mecânica e a função diafragmática, contribuindo para o desenvolvimento da disfunção diafragmática induzida pela ventilação mecânica. Nesse contexto, a ultrassonografia diafragmática destaca-se como ferramenta não invasiva para avaliação funcional do diafragma à beira-leito. Objetivo: Analisar os efeitos agudos de diferentes níveis de PEEP (5, 10 e 15 cmH2O) na fração de espessamento e excursão do diafragma, avaliadas por USG, em pacientes submetidos à VM por mais de 24 horas. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico, não randomizado, realizado em unidade de terapia intensiva, com 40 pacientes adultos em VM invasiva por mais de 24 horas. Os pacientes foram submetidos sequencialmente a três níveis de PEEP (5, 10 e 15 cmH2O), por 10 minutos em cada nível. Após cada etapa, foram avaliadas a fração de espessamento (FE) e a excursão diafragmática por USG. Os dados foram analisados por Teste de Friedman para medidas repetidas (p<0,05). Resultados: A amostra foi composta por 23 homens e 17 mulheres, com média de idade de 68,90±15,30 anos e tempo médio de intubação de 2,58±2,00 dias. Observou-se redução da FE do diafragma ao aumentar a PEEP de 5 para 10 cmH2O de 41,55 [26,19 – 55,04]% para 32,45 [25,151 – 40,37]% e para 29,29 [17,17 – 47,01]% na PEEP 15 (p = 0,225). A excursão diafragmática teve o mesmo comportamento, reduziu com o aumento da PEEP de 1,81 [1,27 – 2,35]cm para 1,76 [1,44 – 2,20]cm e 1,67 [1,41 – 2,28]cm, nos três níveis testados respectivamente (p = 0,882) Conclusão: Os três níveis de PEEP aqui testados não tiveram efeitos agudos significativos na contratilidade e na excursão diafragmática de pacientes em VM. |
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Dionisio, Ana Luiza MoerbeckUniversidade Estadual Paulista (UNESP)Ambrozin, Alexandre Ricardo Pepeunesp::af96f083b093333629ecdac31f47fb5a600Proença, Mahara-Daian Garcia Lemesunesp::d40b28d9f5c243fa7fabb7fa3aa3810e600Martinelli, Brunounesp::4f5c2bac5c17a94f99d13b709531fa26600unesp::a4552623b975823d5365415a9ab6a320unesp::af96f083b093333629ecdac31f47fb5aAmbrozin, Alexandre Ricardo Pepe2026-08-06T11:50:10Z2026-06-23DIONISIO, Ana Luiza Moerbeck. Efeito agudo da pressão expiratória positiva final na fração de espessamento e excursão diafragmática em pacientes criticamente enfermos: um estudo ultrassonográfico. 2026. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Humano e Tecnologias) – Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, 2026.https://hdl.handle.net/11449/32914733004137066P586160111440812380009-0002-0665-5596Introdução: A ventilação mecânica invasiva é amplamente utilizada no manejo de pacientes criticamente enfermos, sendo a pressão expiratória positiva final (PEEP) fundamental para recrutamento alveolar e melhora da oxigenação. Entretanto, níveis elevados de PEEP podem influenciar negativamente a mecânica e a função diafragmática, contribuindo para o desenvolvimento da disfunção diafragmática induzida pela ventilação mecânica. Nesse contexto, a ultrassonografia diafragmática destaca-se como ferramenta não invasiva para avaliação funcional do diafragma à beira-leito. Objetivo: Analisar os efeitos agudos de diferentes níveis de PEEP (5, 10 e 15 cmH2O) na fração de espessamento e excursão do diafragma, avaliadas por USG, em pacientes submetidos à VM por mais de 24 horas. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico, não randomizado, realizado em unidade de terapia intensiva, com 40 pacientes adultos em VM invasiva por mais de 24 horas. Os pacientes foram submetidos sequencialmente a três níveis de PEEP (5, 10 e 15 cmH2O), por 10 minutos em cada nível. Após cada etapa, foram avaliadas a fração de espessamento (FE) e a excursão diafragmática por USG. Os dados foram analisados por Teste de Friedman para medidas repetidas (p<0,05). Resultados: A amostra foi composta por 23 homens e 17 mulheres, com média de idade de 68,90±15,30 anos e tempo médio de intubação de 2,58±2,00 dias. Observou-se redução da FE do diafragma ao aumentar a PEEP de 5 para 10 cmH2O de 41,55 [26,19 – 55,04]% para 32,45 [25,151 – 40,37]% e para 29,29 [17,17 – 47,01]% na PEEP 15 (p = 0,225). A excursão diafragmática teve o mesmo comportamento, reduziu com o aumento da PEEP de 1,81 [1,27 – 2,35]cm para 1,76 [1,44 – 2,20]cm e 1,67 [1,41 – 2,28]cm, nos três níveis testados respectivamente (p = 0,882) Conclusão: Os três níveis de PEEP aqui testados não tiveram efeitos agudos significativos na contratilidade e na excursão diafragmática de pacientes em VM.Introduction: Invasive mechanical ventilation is widely used in the management of critically ill patients, and positive end-expiratory pressure (PEEP) plays a fundamental role in alveolar recruitment and improvement of oxygenation. However, high levels of PEEP may negatively influence diaphragmatic mechanics and function, contributing to the development of ventilator-induced diaphragmatic dysfunction. In this context, diaphragmatic ultrasonography stands out as a noninvasive bedside tool for functional diaphragm assessment. Objective: To analyze the acute effects of different PEEP levels (5, 10, and 15 cmH2O) on diaphragmatic thickening fraction and excursion, assessed by ultrasound, in patients undergoing mechanical ventilation for more than 24 hours. Methods: This was a non-randomized clinical trial conducted in an intensive care unit, including 40 adult patients on invasive mechanical ventilation for more than 24 hours. Patients were sequentially exposed to three PEEP levels (5, 10, and 15 cmH2O), for 10 minutes at each level. After each stage, diaphragmatic thickening fraction (TF) and diaphragmatic excursion were assessed by ultrasound. Data were analyzed using Friedman test for repeated measures (p<0.05). Results: The sample consisted of 23 men and 17 women, with a mean age of 68.90±15.30 years and a mean intubation time of 2.58±2.00 days. A reduction in diaphragmatic TF was observed as PEEP increased from 5 to 10 cmH2O, from 41.55 [26.19–55.04]% to 32.45 [25.151–40.37]%, and to 29.29 [17.17–47.01]% at PEEP 15 (p = 0.225). Diaphragmatic excursion showed the same pattern, decreasing with increasing PEEP from 1.81 [1.27–2.35] cm to 1.76 [1.44–2.20] cm and 1.67 [1.41–2.28] cm at the three tested levels, respectively (p = 0.882). Conclusion: The three PEEP levels tested did not produce significant acute effects on diaphragmatic contractility or excursion in mechanically ventilated patients.porUniversidade Estadual Paulista (UNESP)Insuficiência respiratóriaPressão expiratória positiva finalUltrassonografia de intervençãoDoppler, UltrassonografiaDiafragmaEfeito agudo da pressão expiratória positiva final na fração de espessamento e excursão diafragmática em pacientes criticamente enfermos: um estudo ultrassonográficoAcute effect of end-expiratory positive pressure on diaphragm thickening fraction and excursion in critically ill patients: an ultrasound studyinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis600600info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPDesenvolvimento Humano e Tecnologias - IBTecnologias nas dinâmicas corporaisSaúde e desenvolvimento humanoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Rio ClaroBanca públicaPublicationeecebc66-0524-4365-8462-6103e1c979devirtual::308952-1eecebc66-0524-4365-8462-6103e1c979devirtual::308952-15f5c0423-0ce6-475b-af27-383c78746bf0virtual::308911-15f5c0423-0ce6-475b-af27-383c78746bf0virtual::308911-1LICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-82192https://repositorio.unesp.br/bitstreams/aadfe732-b9dd-4523-b50d-e8ec99465bf9/download9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26cMD52falseTEXTdionisio_alm_me_rcla.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2026-08-06T15:25:54Z (GMT).Extracted texttext/plain49465https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b213424a-ffcd-4536-966d-f67286e955f7/download7e794f90bd08db2405c7225ba5379253MD54falseTHUMBNAILdionisio_alm_me_rcla.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2026-08-06T15:25:55Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg4201https://repositorio.unesp.br/bitstreams/db0918e7-94e6-47be-aadd-7ec3190382a1/downloade601f3b7c7f7b7549cdfcb37801dd898MD55falseAnonymousREADORIGINALdionisio_alm_me_rcla.pdfDEFESAcorrigidoenvio2.pdfapplication/pdf1170866https://repositorio.unesp.br/bitstreams/542b3003-a668-4aec-8cac-af3c4e171631/download95b661741eabbfd18293fb257e2c975cMD53trueAnonymousREAD11449/3291472026-09-10T19:55:55.484431Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/329147https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-09-10T19:55:55Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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