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Influência da inibição da tak1 na fisiopatologia da cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina em células h9c2

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Fujimori, Anderson Seiji Soares [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/310507
Resumo: A doxorrubicina é um quimioterápico utilizado com sucesso no tratamento de neoplasias sendo altamente eficaz. No entanto, sua administração pode provocar vários efeitos colaterais, sendo a cardiotoxicidade o mais grave deles. Os mecanismos fisiopatológicos envolvidos na cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina ainda não estão completamente elucidados, mas o aumento do estresse oxidativo desempenha papel central. O aumento do estresse oxidativo ativa receptores toll-like (TLR), que desencadeia a a ativação da proteína TAK1, que por sua vez irá ativar o fator de transcrição kB (NF-kB), que migra para o núcleo celular. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da inibição da TAK1 na fisiopatologia da cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina em células H9c2. Foi utilizado células da linhagem H9c2 para a formação de 4 grupos de tratamento: controle, doxorrubicina, inibidor da TAK1 e doxorrubicina + inibidor da TAK1. A inibição da TAK1 foi realizada por meio do tratamento com 5Z-7-oxozeaenol de forma isolada e na presença de doxorrubicina na dose de 25 mM, no período de 26 horas. As células tratadas com doxorrubicina apresentaram menor viabilidade quando comparado às células não tratadas. Não houve efeito do inibidor de TAK1 na viabilidade celular. Observamos, pela técnica de Western blot, que houve diminuição da expressão de TAK1 nas células tratadas com 5Z-7-oxozeaenol, acompanhada de diminuição de IkB-α. A expressão de IkB-α também foi diferente no tratamento com doxorrubicina, sendo que o grupo tratado com doxorrubicina e inibidor de TAK1 apresentou maior expressão dessa proteína quando comparado ao grupo que só recebeu doxorrubicina. Não houve diferença na imunofluorescência em relação à marcação de TAK1 e NF-kB. Concluímos, com isso, que a TAK1 não participou, em nosso estudo, da lesão celular induzida pela doxorrubicina.
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