Imunossensor para tipagem sanguínea ABO

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Romagnolo, Alexandre Giannecchini [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/180957
Resumo: Biossensores são aparelhos de análises que combinam componentes biológicos com detectores físico-químicos. É possível interpretar e disponibilizar os resultados de uma forma de fácil interpretação ao usuário ou até associá-los de forma automática a uma rede de dados. O termo internacional "biosensor" tem sido usado de forma crescente em publicações científicas desde 1980, demonstrando a importância e interesse científico mundialmente sobre este conceito. Em questão de mercados, há relatórios que indicam que biossensores movimentaram mais de 220 bilhões de dólares mundialmente ano passado. Point-of-care (POC) trata da ideia de se realizar atendimento e exames próximos ao paciente, trazendo como vantagem: diagnóstico mais rápido, preciso e menos propenso a erros ou troca de dados. Os biossensores são capazes de prover resultados em menor tempo além de possibilitar seu transporte até o paciente independentemente de onde esteja. O propósito deste trabalho é utilizar os anticorpos anti-hemoglobina do tipo A tipo B e tipo AB adquiridos no mercado, para desenvolver um imunossensor capaz de realizar a tipagem sanguínea de forma rápida, precisa e com resultados objetivos em plataformas digitais. No início a pesquisa se mostrou promissora pois a utilização de eletrodos de platina com pirrol foi capaz de fixar os anticorpos e o tempo de incubação para obtenção de resultados que diferenciassem os grupos sanguíneos foi definido em 10 minutos, o que é considerado um tempo adequado para esse tipo de teste. A reprodutibilidade também apresentou bons resultados; apesar da grande variabilidade dos resultados, houve uma diferença estatística significativa. Talvez justamente por esta grande variabilidade de valores nos sinais gerados que mais tarde o teste cego não apresentou um número de acertos adequado. Esta primeira iteração de protótipos mostrou que é possível a busca pela construção de biossensores capazes de classificar grupos sanguíneos de forma eletrônica, mas ainda requer outras frentes de investigação para aprimorar e refinar os resultados de leitura.
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