Produção de imunossensor para identificação de células-tronco mesenquimais de coelho
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/149867 |
Resumo: | Diante do crescente uso de células-tronco em medicina regenerativa aliada a importância de diagnóstico rápido, os imunossensores surgem como ferramentas que propiciam rapidez, seletividade e sensibilidade. Foi investigada a construção de um imunossensor para identificação de células-tronco mesenquimais de coelho frente à inexistência no mercado, de marcadores específicos para a espécie. Com o objetivo de identificar a célula-tronco mesenquimal (CTM) em amostras biológicas, foi proposto a construção de filmes pela técnica layer-by-layer (LbL) com solução de quitosana e anticorpo monoclonal de especificidade anti-CD90 produzido home made (HM) para aplicação em imunossensores eletroquímicos. Inicialmente foi caracterizado o anticorpo monoclonal produzido por técnicas imunoquímicas. A classe do anticorpo produzido é IgG1. O crescimento dos filmes foi confirmado por voltametria cíclica (VC) pela área dos voltamogramas. A distorção dos voltamogramas foi observada com maior adsorção em 4 bicamadas, considerado como cobertura completa do eletrodo. Foi padronizado e produzido o biofilme de 4 bicamadas para fixação dos anticorpos monoclonais murinos anti-CD90 HM com solução de quitosana 0,2%. A análise dos resultados obtidos com imunossensor comparando-se com a citometria de fluxo identifica a elevada sensibilidade do mesmo para a confirmação da presença de CTM em amostras biológicas, havendo necessidade de mais desenvolvimento para a quantificação das células. A partir de uma concentração de 103 CTM e leitura em 20 minutos já se obtém resposta evidenciando o reconhecimento específico, de menor concentração celular do que a técnica gold standard por citometria de fluxo. Análises estatísticas definem que para obter o melhor rendimento do imunossensor o tempo de incubação ideal é de 30 minutos. A detecção eletroquímica da solução de anticorpos anti-CD90 HM foi feita por VC, e foi observada uma mudança nas correntes obtidas em potenciais positivos, principalmente em 0,28V e também da área dos voltamogramas. |
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Produção de imunossensor para identificação de células-tronco mesenquimais de coelhoProduction of immunosensor for identification of rabbit mesenchymal stem cellsImunossensoresCélula-tronco mesenquimalAnticorpos monoclonaisFilme automontadoDiante do crescente uso de células-tronco em medicina regenerativa aliada a importância de diagnóstico rápido, os imunossensores surgem como ferramentas que propiciam rapidez, seletividade e sensibilidade. Foi investigada a construção de um imunossensor para identificação de células-tronco mesenquimais de coelho frente à inexistência no mercado, de marcadores específicos para a espécie. Com o objetivo de identificar a célula-tronco mesenquimal (CTM) em amostras biológicas, foi proposto a construção de filmes pela técnica layer-by-layer (LbL) com solução de quitosana e anticorpo monoclonal de especificidade anti-CD90 produzido home made (HM) para aplicação em imunossensores eletroquímicos. Inicialmente foi caracterizado o anticorpo monoclonal produzido por técnicas imunoquímicas. A classe do anticorpo produzido é IgG1. O crescimento dos filmes foi confirmado por voltametria cíclica (VC) pela área dos voltamogramas. A distorção dos voltamogramas foi observada com maior adsorção em 4 bicamadas, considerado como cobertura completa do eletrodo. Foi padronizado e produzido o biofilme de 4 bicamadas para fixação dos anticorpos monoclonais murinos anti-CD90 HM com solução de quitosana 0,2%. A análise dos resultados obtidos com imunossensor comparando-se com a citometria de fluxo identifica a elevada sensibilidade do mesmo para a confirmação da presença de CTM em amostras biológicas, havendo necessidade de mais desenvolvimento para a quantificação das células. A partir de uma concentração de 103 CTM e leitura em 20 minutos já se obtém resposta evidenciando o reconhecimento específico, de menor concentração celular do que a técnica gold standard por citometria de fluxo. Análises estatísticas definem que para obter o melhor rendimento do imunossensor o tempo de incubação ideal é de 30 minutos. A detecção eletroquímica da solução de anticorpos anti-CD90 HM foi feita por VC, e foi observada uma mudança nas correntes obtidas em potenciais positivos, principalmente em 0,28V e também da área dos voltamogramas.Universidade Estadual Paulista (Unesp)Deffune, Elenice [UNESP]Moraes, Marli Leite [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Bovolato, Ana Livia de Carvalho [UNESP]2017-03-22T16:52:55Z2017-03-22T16:52:55Z2017-02-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11449/14986700088250633004064079P59646764071339214porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T10:56:24Zoai:repositorio.unesp.br:11449/149867Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T10:56:24Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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