A identidade do jornalismo no (dis)curso da história da imprensa no Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Dorne, Vinícius Durval [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/127867
http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/02-09-2015/000846577.pdf
Resumo: Résumé: Inclus dans l'Analyse française de Discours (AD), ayant recours aux apports du philosophe Michel Foucautl, cette étude se penche sur le sujet contemporain, surtout le journaliste, et cherche à comprendre comment à partir du discours se construisent des régimes de vérité pour l'existence de ce sujet dans la société. Qu'est-ce qu'être un journaliste? Quels risques prend-t-on dans cette position ? Qu'est-ce qu'il faut être/faire pour être journliste ? Qui peut parler dans le journalisme ? Ces questions, dans ce travail, ne se tiennent pas au processus de construction de la subjectivité par le sujet journaliste lui même, mais au comment celui-ci est pris autant qu'objet de discours et, dans ce processus discursif, subjectivé, c'est-à-dire, (dé) construit par des pratiques discursives. Ainsi, se met la problématique de recherche suivante : « Comment, au long de l'histoire de la presse au Brésil, on constitue le 'sujet-journaliste', surtout dans des discours d'historiens/journalistes cherchant raconter cette histoire ? ». Enfin, « Comment dans les jeux énonciatifs opérationnalisés dans de différents champs sont forgées des identités pour les journalistes ? ». Et, face au besoin de comprendre le journaliste dans la compléxité de son existence actuelle, cette étude fait le mouvement de se tourner vers l'histoire de longue durée pour, dans ce processus historico-social, dévoiler comment le sujet devient le produit de pratiques discursives diverses et fortement soutenues dans la contradiction - condition propre au langage - qui délimitent un champ possible pour «l'être journaliste», les exercices de pouvoir propres à cette position sujet, et aussi ceux qui traversent et déterminent la position de ce sujet ; des pratiques discursives qui le classifient,le rejettent, l'assimilent, le taisent au long de l'histoire. Ainsi, cette entreprise problématise le sujet journaliste...
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Ainsi, se met la problématique de recherche suivante : « Comment, au long de l'histoire de la presse au Brésil, on constitue le 'sujet-journaliste', surtout dans des discours d'historiens/journalistes cherchant raconter cette histoire ? ». Enfin, « Comment dans les jeux énonciatifs opérationnalisés dans de différents champs sont forgées des identités pour les journalistes ? ». Et, face au besoin de comprendre le journaliste dans la compléxité de son existence actuelle, cette étude fait le mouvement de se tourner vers l'histoire de longue durée pour, dans ce processus historico-social, dévoiler comment le sujet devient le produit de pratiques discursives diverses et fortement soutenues dans la contradiction - condition propre au langage - qui délimitent un champ possible pour «l'être journaliste», les exercices de pouvoir propres à cette position sujet, et aussi ceux qui traversent et déterminent la position de ce sujet ; des pratiques discursives qui le classifient,le rejettent, l'assimilent, le taisent au long de l'histoire. Ainsi, cette entreprise problématise le sujet journaliste...Inserido no campo da Análise do Discurso (AD) francesa, com recorrências às contribuições do filósofo Michel Foucault, este estudo se debruça sobre o sujeito contemporâneo, especificamente o jornalista, buscando compreender como a partir do discurso se constroem regimes de verdade para a existência desse sujeito dentro da sociedade. O que é ser jornalista? Quais os riscos de estar nesta posição? O que é preciso ser/fazer para ser jornalista? Quem pode falar no jornalismo? Essas interrogações, neste trabalho, não se detêm no processo de construção da subjetividade pelo próprio sujeito jornalista, mas como este é tomado como objeto de discurso e, inerentemente a esse processo discursivo, subjetivado, ou seja, (des)construído por práticas discursivas. Desta forma, levanta a seguinte problemática de pesquisa: Como, ao longo da história da imprensa no Brasil, constitui-se o 'sujeito-jornalista', especificamente em discursos de historiadores/jornalistas que procuram (re)contar essa história?. Enfim, como nos jogos enunciativos operacionalizados em diferentes campos são forjadas identidades para o jornalista?. E, sendo necessário compreender o jornalista na complexidade de sua existência atual, é que este estudo faz o movimento de se voltar para a história de longa duração para, nesse processo histórico-social, desvendar como o sujeito se torna o produto de práticas discursivas diversas e fortemente amparadas na contradição - condição própria da linguagem - que delimitam um campo possível para o ser jornalista, os exercícios de poder próprios desta posição sujeito e também aqueles que atravessam e determinam a posição sujeito; práticas discursivas que classificam, rejeitam, assimilam, silenciam o jornalista ao longo da história. Assim, este empreendimento problematiza o sujeito jornalista na história do Brasil, a partir de acontecimentos discursivos inerentes a esse processo...Universidade Estadual Paulista (Unesp)Gregolin, Maria do Rosário de Fátima Valencise [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Dorne, Vinícius Durval [UNESP]2015-09-17T15:26:08Z2015-09-17T15:26:08Z2015-04-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis219 f.application/pdfDORNE, Vinícius Durval. A identidade do jornalismo no (dis)curso da história da imprensa no Brasil. 2015. 219 f. 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