A atividade da pesca amadora nos municípios de Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe (SP – Brasil).

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Lentini-Kian, Andréia da Conceição
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/237262
Resumo: A pesca amadora (recreativa ou esportiva) no mundo está adquirindo um reconhecimento científico cada vez maior, devido à sua importância sociocultural, econômica e ecológica. Cada vez mais, pesquisas sobre a pesca estão sendo incluídas nos estudos científicos das pescarias de captura globais, dada a carência de informações e ausência de dados precisos e confiáveis. O Brasil apresenta a maior diversidade de peixes no mundo. Muitas dessas espécies geram interesse para a pesca amadora e por isso, o setor da pesca recreativa (amadora) vem crescendo e se inovando nos últimos anos. Entretanto, a falta de dados sistematizados em âmbito nacional dificulta a obtenção de estimativas e impactos nos serviços ecossistêmicos. O objetivo deste estudo foi entrevistar pescadores amadores de três municípios do Litoral centro-sul paulista (Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe) para levantar informações sobre as características da pesca, seu perfil socioeconômico e seu conhecimento. De modo geral, os pescadores amadores entrevistados foram, em sua maioria, homens, casados, com idade igual ou maior do que 42 anos, que residem próximo à área de estudo e possuem, em média, 20 anos de experiência na arte dessa atividade recreativa. Eles preferem praticar a pesca não embarcada, semanalmente, utilizando vara com molinete e isca de camarão. Entre as espécies mais pescadas, de modo geral, estão o Bagre (Ariidae), a Corvina (Micropogonias furnieri), a Espada (Trichiurus lepturus), o Robalo (Centropomus spp.) e a Betara (Menticirrhus spp.). Sendo assim essas informações poderão contribuir com futuras ações de conservação e manejo sustentável da pesca amadora.
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