Apresentação clínica e tratamento da mola hidatiforme completa em mulheres de 40 anos ou mais: estudo de coorte multicêntrico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Desmarais, Cecília Canêdo Freitas [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/312750
Resumo: Introdução: Estudos mostram variação da apresentação clínica e do tratamento inicial (histerectomia ou esvaziamento uterino) da mola hidatiforme completa (MHC) na idade materna avançada (≥ 40 anos). Nestas pacientes, estudos que avaliem características clínicas, terapêuticas e evolutivas são escassos. Objetivos: Investigar a associação do tratamento inicial da MHC (histerectomia e esvaziamento uterino) com a incidência de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) e resposta à quimioterapia em mulheres ≥ 40 anos. Métodos: Estudo de coorte retrospectiva que incluiu pacientes ≥ 40 anos com MHC registradas em quatro Centros de Referência (New England Trophoblastic Disease CenterNETDC), Botucatu/UNESP, Rio de Janeiro/UFRJ/UFF e Hospital São Paulo/UNIFESP/EPM), entre 1990 e 2018. Informações sobre as características clínicas da MHC, tipo de tratamento inicial (histerectomia ou esvaziamento uterino) e desfechos: ocorrência de NTG pós-molar e resposta à quimioterapia (necessidade de segunda linha de quimioterapia, número de ciclos/regimes, necessidade de quimioterapia por múltiplos agentes e tempo até a remissão de hCG) foram obtidas. Comparação das características clínicas da MHC entre pacientes com histerectomia e com esvaziamento uterino foi efetuada com os testes Mann-Whitney, Qui-quadrado e Exato de Fisher. Associação entre tipo de tratamento inicial da MHC e evolução para NTG foi analisada pelo modelo de regressão linear de Poisson, incluindo variáveis de confundimento (valor de hCG pré-esvaziamento e duas ou mais complicações na apresentação da MHC). Resultados: Do total de 416 pacientes ≥ 40 anos e DTG, registradas nos quatro centros participantes entre 1990 e 2018, 380 pacientes com MHC foram elegíveis para o estudo. Pacientes que realizaram esvaziamento molar no Centro de Referência (CR) tiveram porcentagem de transformação maligna da MHC de 28,7% (79/275), enquanto aquelas transferidas para o CR em algum ponto do seguimento pós-molar (pós-esvaziamento uterino) apresentaram proporção de evolução maligna da MHC de 61,9% (65/105) (p < 0,001). A evolução da MHC para NTG não alcançou diferença significativa quando comparadas pacientes com histerectomia profilática com aquelas que realizaram esvaziamento uterino (19,4% x 29,9%, p = 0,221). No entanto, pelo modelo de Poisson, incluindo variáveis de confundimento (hCG pré-esvaziamento e duas ou mais complicações), o risco de desenvolvimento de NTG foi 3,84 vezes menor para as pacientes que realizaram histerectomia no tratamento inicial da MHC [RR=0,26 IC95%=(0,08 – 0,83); p = 0,023]. Para a maioria das pacientes (65/79; 90,2%), o tratamento quimioterápico de primeira linha foi com agente único, actinomina D ou metotrexato. Resistência à quimioterapia de primeira linha foi observada em 17 pacientes (17/79; 21,5%). Recidiva pós-tratamento com agente único (primeira linha ou sequencial) foi observada em 3 pacientes (3/79; 3,8%). O tempo mediano para alcançar a normalização de hCG, a contar do início da primeira linha de quimioterapia ou da histerectomia primária para NTG, foi de 56 dias. Das 49 histerectomias realizadas, 19 (19/49; 38,8%) conduziram a alguma complicação cirúrgica de acordo com a classificação Clavien-Dindo. Conclusão: A histerectomia para tratamento inicial da MHC em mulheres de 40 anos ou mais reduz a necessidade de quimioterapia para NTG, no entanto as complicações cirúrgicas bem como a opção da paciente/família devem ser consideradas para tomada de decisão no tratamento.
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spelling Apresentação clínica e tratamento da mola hidatiforme completa em mulheres de 40 anos ou mais: estudo de coorte multicêntricoMedical presentation and treatment of complete hydatidiform mole in women aged 40 years or older: multicenter cohort studyDoença trofoblástica GestacionalGonadotrofina coriônica humanaHisterectomiaIdade materna avançadaMola hidatiforme completaIntrodução: Estudos mostram variação da apresentação clínica e do tratamento inicial (histerectomia ou esvaziamento uterino) da mola hidatiforme completa (MHC) na idade materna avançada (≥ 40 anos). Nestas pacientes, estudos que avaliem características clínicas, terapêuticas e evolutivas são escassos. Objetivos: Investigar a associação do tratamento inicial da MHC (histerectomia e esvaziamento uterino) com a incidência de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) e resposta à quimioterapia em mulheres ≥ 40 anos. Métodos: Estudo de coorte retrospectiva que incluiu pacientes ≥ 40 anos com MHC registradas em quatro Centros de Referência (New England Trophoblastic Disease CenterNETDC), Botucatu/UNESP, Rio de Janeiro/UFRJ/UFF e Hospital São Paulo/UNIFESP/EPM), entre 1990 e 2018. Informações sobre as características clínicas da MHC, tipo de tratamento inicial (histerectomia ou esvaziamento uterino) e desfechos: ocorrência de NTG pós-molar e resposta à quimioterapia (necessidade de segunda linha de quimioterapia, número de ciclos/regimes, necessidade de quimioterapia por múltiplos agentes e tempo até a remissão de hCG) foram obtidas. Comparação das características clínicas da MHC entre pacientes com histerectomia e com esvaziamento uterino foi efetuada com os testes Mann-Whitney, Qui-quadrado e Exato de Fisher. Associação entre tipo de tratamento inicial da MHC e evolução para NTG foi analisada pelo modelo de regressão linear de Poisson, incluindo variáveis de confundimento (valor de hCG pré-esvaziamento e duas ou mais complicações na apresentação da MHC). Resultados: Do total de 416 pacientes ≥ 40 anos e DTG, registradas nos quatro centros participantes entre 1990 e 2018, 380 pacientes com MHC foram elegíveis para o estudo. Pacientes que realizaram esvaziamento molar no Centro de Referência (CR) tiveram porcentagem de transformação maligna da MHC de 28,7% (79/275), enquanto aquelas transferidas para o CR em algum ponto do seguimento pós-molar (pós-esvaziamento uterino) apresentaram proporção de evolução maligna da MHC de 61,9% (65/105) (p < 0,001). A evolução da MHC para NTG não alcançou diferença significativa quando comparadas pacientes com histerectomia profilática com aquelas que realizaram esvaziamento uterino (19,4% x 29,9%, p = 0,221). No entanto, pelo modelo de Poisson, incluindo variáveis de confundimento (hCG pré-esvaziamento e duas ou mais complicações), o risco de desenvolvimento de NTG foi 3,84 vezes menor para as pacientes que realizaram histerectomia no tratamento inicial da MHC [RR=0,26 IC95%=(0,08 – 0,83); p = 0,023]. Para a maioria das pacientes (65/79; 90,2%), o tratamento quimioterápico de primeira linha foi com agente único, actinomina D ou metotrexato. Resistência à quimioterapia de primeira linha foi observada em 17 pacientes (17/79; 21,5%). Recidiva pós-tratamento com agente único (primeira linha ou sequencial) foi observada em 3 pacientes (3/79; 3,8%). O tempo mediano para alcançar a normalização de hCG, a contar do início da primeira linha de quimioterapia ou da histerectomia primária para NTG, foi de 56 dias. Das 49 histerectomias realizadas, 19 (19/49; 38,8%) conduziram a alguma complicação cirúrgica de acordo com a classificação Clavien-Dindo. Conclusão: A histerectomia para tratamento inicial da MHC em mulheres de 40 anos ou mais reduz a necessidade de quimioterapia para NTG, no entanto as complicações cirúrgicas bem como a opção da paciente/família devem ser consideradas para tomada de decisão no tratamento.Background. Studies have shown varying clinical presentation and initial treatment (hysterectomy or uterine evacuation) for complete hydatidiform mole (CHM) in women of advanced age ( ≥ 40 years). Reports on these patients’ clinical characteristics and response to treatment in different socioeconomic regions are still lacking. Objectives. To assess and compare complete hydatidiform mole (CHM) clinical presentation and to investigate the relationship of CHM initial treatment (hysterectomy or uterine evacuation) with the incidence of gestational trophoblastic neoplasia (GTN) and response to chemotherapy response in women ≥ 40 years from centers in North America and South America. Methods. Retrospective cohort study that included CHM patients ≥ 40 years registered in four Referral Centers (New England Trophoblastic Center/NETDC, Botucatu/UNESP, Rio de Janeiro / UFRJ/UFF, São Paulo Hospital/UNIFESP/EPM), between 1990 and 2018. Data collected included information on CHM clinical characteristics, type of initial treatment (hysterectomy or uterine evacuation), GTN development, response to chemotherapy (need for second-line chemotherapy, number of cycles/regimens, need for multiagent chemotherapy and time to hCG remission). Study participants were allocated into two groups: with hysterectomy and with uterine evacuation. CHM clinical characteristics were compared between groups using the test of Mann-Whitney, Chi-square or Fisher’s exact test. Association between type of CHM initial treatment and binary and numeric outcomes was analyzed using a multiple regression model, and Poissonexponential models, respectively. Results. Of 416 patients ≥ 40 years and GTD, registered at the four participating centers between 1990 and 2018, 380 patients with CHM were eligible for the study. Patients who underwent molar evacuation at the Reference Center (CR) had a percentage of CHM malignant transformation of 28.7% (79/275), while those transferred to the CR at some point in the post-molar follow-up (post-uterine emptying) had a proportion of malignant CHM evolution of 61.9% (65/105) (p < 0.001). The evolution of CHM to GTN did 10 not reach a significant difference when comparing patients with prophylactic hysterectomy with those who underwent uterine evacuation (19.4% vs. 29.9%, p = 0.221). However, by the Poisson model, including confounding variables (pre-empty hCG and two or more complications), the risk of developing GTN was 3.84 times lower for patients who underwent hysterectomy in the initial treatment of CHM [RR= 0.26 95%CI=(0.08 - 0.83); p = 0.023]. For most patients (65/79; 90.2%), the first-line chemotherapy treatment was with a single agent, actinomycin D or methotrexate. Resistance to first-line chemotherapy was observed in 17 patients (17/79; 21.5%). Post-treatment relapse with a single agent (first-line or sequential) was observed in 3 patients (3/79; 3.8%). The median time to reach hCG normalization from initiation of first-line chemotherapy or primary hysterectomy for GTN was 56 days. Of the 49 hysterectomies performed, 19 (19/49; 38.8%) led to some surgical complication according to the Clavien-Dindo classification. Conclusion. Hysterectomy as an initial CHM treatment in women aged 40 years and older reduces the need for chemotherapy for GTN, however surgical complications as well as the patient/family option should be considered when making a treatment decision.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2018/10698-9Universidade Estadual Paulista (Unesp)Maestá, Izildinha [UNESP]Universidade Estadual Paulista (UNESP)Universidade Estadual Paulista (Unesp)Elias, Kevin MeyerDesmarais, Cecília Canêdo Freitas [UNESP]2025-08-07T18:19:35Z2022-09-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfDESMARAIS, Cecília Canêdo Freitas. Apresentação clínica e tratamento da mola hidatiforme completa em mulheres de 40 anos ou mais: estudo de coorte multicêntrico. Orientadora: Izildinha Maestá. Tese (Doutorado em Tocoginecologia - Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia) – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista, Botucatu, 2022.https://hdl.handle.net/11449/31275033004064077P2311716126214647690126679978042190009-0003-4279-45150000-0002-5875-7335porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-16T11:19:56Zoai:repositorio.unesp.br:11449/312750Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-16T11:19:56Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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