A escrita do absurdo no romance O Estrangeiro de Albert Camus

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Dias, Maria Carolina Carvalho [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/316127
Resumo: Albert Camus tornou-se um dos maiores precursores do que Barthes nomeou como escritura branca com sua obra O Estrangeiro, estabelecendo um diálogo entre sua filosofia do absurdo e a construção literária do romance, por meio da figura do homem absurdo e sua representação narrativa. A dissertação utiliza-se do princípio do absurdo presente em O mito de Sísifo, também escrito por Albert Camus, para investigar como essa filosofia se articula com sua produção ficcional, com base nas críticas literárias de Roland Barthes e Jean-Paul Sartre. Neste trabalho, é proposta uma análise literária da narrativa, marcada por uma escrita direta e simples, e de seu personagem principal Meursault, uma figura indiferente e consciente de sua insignificância diante do mundo, evidenciando o modo como o absurdo se manifesta e se realiza em sua obra.
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spelling A escrita do absurdo no romance O Estrangeiro de Albert CamusL’ÉCRITURE DE L’ABSURDE DANS LE ROMAN L’ÉTRANGER D’ALBERT CAMUSCamus, Albert, 1913-1960. O Estrangeiro.Absurdo (Filosofia) na literatura.Escritura branca.Barthes, Roland, 1915-1980 - Crítica e interpretação.Sartre, Jean-Paul, 1905-1980 - Crítica e interpretação.Absurde.Écriture blanche.L’étranger.Albert Camus tornou-se um dos maiores precursores do que Barthes nomeou como escritura branca com sua obra O Estrangeiro, estabelecendo um diálogo entre sua filosofia do absurdo e a construção literária do romance, por meio da figura do homem absurdo e sua representação narrativa. A dissertação utiliza-se do princípio do absurdo presente em O mito de Sísifo, também escrito por Albert Camus, para investigar como essa filosofia se articula com sua produção ficcional, com base nas críticas literárias de Roland Barthes e Jean-Paul Sartre. Neste trabalho, é proposta uma análise literária da narrativa, marcada por uma escrita direta e simples, e de seu personagem principal Meursault, uma figura indiferente e consciente de sua insignificância diante do mundo, evidenciando o modo como o absurdo se manifesta e se realiza em sua obra.Albert Camus became one of the foremost precursors of what Barthes called white writing (écriture blanche) with his novel The Stranger, establishing a dialogue between his philosophy of the absurd and the literary construction of the narrative, through the figure of the absurd man and his narrative representation. This dissertation draws on the principle of the absurd found in The Myth of Sisyphus, also written by Albert Camus, to investigate how this philosophy is articulated within his fictional production, based on the literary critiques of Roland Barthes and Jean-Paul Sartre. This study proposes a literary analysis of the narrative, marked by a direct and simple style, and of its main character, Meursault, a figure who is indifferent and aware of his insignificance in the face of the world, highlighting how the absurd manifests and is realized in Camus’s work.Albert Camus est devenu l’un des principaux précurseurs de ce que Barthes a nommé l’écriture blanche, avec son roman L’Étranger, établissant un dialogue entre sa philosophie de l’absurde et la construction littéraire du récit, à travers la figure de l’homme absurde et sa représentation narrative. Cette dissertation s’appuie sur le principe de l’absurde présent dans Le Mythe de Sisyphe, également écrit par Albert Camus, pour examiner comment cette philosophie s’articule avec sa production fictionnelle, à partir des critiques littéraires de Roland Barthes et Jean-Paul Sartre. Ce travail propose une analyse littéraire de la narration, marquée par une écriture directe et simple, ainsi que de son personnage principal, Meursault, une figure indifférente et consciente de son insignifiance face au monde, mettant en évidence la manière dont l’absurde se manifeste et se réalise dans son œuvre.Não recebi financiamentoUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Silva, Carla Cavalcanti e [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Dias, Maria Carolina Carvalho [UNESP]2025-12-04T00:04:06Z2025-09-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfDIAS, Maria Carolina Carvalho. A escrita do absurdo no romance O Estrangeiro de Albert Camus. 2025. 95 p. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Assis, 2025.https://hdl.handle.net/11449/31612733004048019P156085091279705990009-0006-3523-5725porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-12-04T05:02:29Zoai:repositorio.unesp.br:11449/316127Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-12-04T05:02:29Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
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description Albert Camus tornou-se um dos maiores precursores do que Barthes nomeou como escritura branca com sua obra O Estrangeiro, estabelecendo um diálogo entre sua filosofia do absurdo e a construção literária do romance, por meio da figura do homem absurdo e sua representação narrativa. A dissertação utiliza-se do princípio do absurdo presente em O mito de Sísifo, também escrito por Albert Camus, para investigar como essa filosofia se articula com sua produção ficcional, com base nas críticas literárias de Roland Barthes e Jean-Paul Sartre. Neste trabalho, é proposta uma análise literária da narrativa, marcada por uma escrita direta e simples, e de seu personagem principal Meursault, uma figura indiferente e consciente de sua insignificância diante do mundo, evidenciando o modo como o absurdo se manifesta e se realiza em sua obra.
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