Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11449/311781 |
Resumo: | Os Notosuchia compunham um grupo de crocodylomorfos, especialmente gondwânicos e cretácicos, dotados de características peculiares, e até mesmo contrastantes, se comparados com os crocodylianos modernos, com crânios frequentemente curtos ântero-posteriormente, e ausência de adaptações à vida aquática. No Grupo Bauru, que possui um dos registros geológicos mais bem documentados do Cretáceo Superior brasileiro, foram descritas 16 espécies de Notosuchia. Esta quantidade de táxons chama a atenção para aspectos evolutivos e ecológicos dos crocodylomorfos na unidade geológica. No entanto é possível que esta diversidade tenha sido menor que aquela até então descrita, dada a possibilidade de alguns destes morfótipos serem sinonimizados, uma vez que descritos a partir de material fragmentado, suscetível a deformações da rocha associada, e cuja morfologia dos espécimens é passível de certa variabilidade intraespecífica, incluídos efeitos de Ontogenia e Alometria. Portanto este trabalho tem como objetivo avaliar a validade taxonômica dos gêneros de Notosuchia descritos para o Grupo Bauru, considerando a variabilidade morfológica intraespecífica esperada em Crocodylomorpha. A metodologia deste trabalho consiste em três partes principais: a) identificar padrões na variabilidade morfológica intraespecífica de crocodylomorfos viventes, por meio de análises de Anatomia Comparada; b) examinar caracteres em descrições e diagnoses de fósseis de Notosuchia; c) avaliar a validade dos táxons de Notosuchia, considerando a provável variabilidade morfológica intraespecífica, e possíveis efeitos de Ontogenia e Alometria na variação. Com esta revisão taxonômica gêneros de Notosuchia do Grupo Bauru estão sujeitos a serem sinonimizados ou fortalecidos, o que virá a dar suporte para hipóteses filogenéticas e palebiogeográficas, além de auxiliar em aspectos biocronoestratigráficos nas unidades geológicas onde ocorrem fósseis de notossúquios. |
| id |
UNSP_b81477094fce5c5bc1f76b1eb34987db |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unesp.br:11449/311781 |
| network_acronym_str |
UNSP |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Kitayama, Pedro Akira [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Gobbo, Silvia ReginaPinheiro, André Eduardo PiacentiniBertini, Reinaldo José [UNESP]2025-07-04T15:19:52Z2025-05-06https://hdl.handle.net/11449/31178133004137036P939066159386672540000-0002-4155-7249Os Notosuchia compunham um grupo de crocodylomorfos, especialmente gondwânicos e cretácicos, dotados de características peculiares, e até mesmo contrastantes, se comparados com os crocodylianos modernos, com crânios frequentemente curtos ântero-posteriormente, e ausência de adaptações à vida aquática. No Grupo Bauru, que possui um dos registros geológicos mais bem documentados do Cretáceo Superior brasileiro, foram descritas 16 espécies de Notosuchia. Esta quantidade de táxons chama a atenção para aspectos evolutivos e ecológicos dos crocodylomorfos na unidade geológica. No entanto é possível que esta diversidade tenha sido menor que aquela até então descrita, dada a possibilidade de alguns destes morfótipos serem sinonimizados, uma vez que descritos a partir de material fragmentado, suscetível a deformações da rocha associada, e cuja morfologia dos espécimens é passível de certa variabilidade intraespecífica, incluídos efeitos de Ontogenia e Alometria. Portanto este trabalho tem como objetivo avaliar a validade taxonômica dos gêneros de Notosuchia descritos para o Grupo Bauru, considerando a variabilidade morfológica intraespecífica esperada em Crocodylomorpha. A metodologia deste trabalho consiste em três partes principais: a) identificar padrões na variabilidade morfológica intraespecífica de crocodylomorfos viventes, por meio de análises de Anatomia Comparada; b) examinar caracteres em descrições e diagnoses de fósseis de Notosuchia; c) avaliar a validade dos táxons de Notosuchia, considerando a provável variabilidade morfológica intraespecífica, e possíveis efeitos de Ontogenia e Alometria na variação. Com esta revisão taxonômica gêneros de Notosuchia do Grupo Bauru estão sujeitos a serem sinonimizados ou fortalecidos, o que virá a dar suporte para hipóteses filogenéticas e palebiogeográficas, além de auxiliar em aspectos biocronoestratigráficos nas unidades geológicas onde ocorrem fósseis de notossúquios.Notosuchia is a group of crocodyliforms that were predominantly Gondwanan and from the Cretaceous Period, characterized by peculiar and sometimes contrasting features compared to modern crocodylians. They often had relatively short anteroposterior skulls and lacked adaptations for an aquatic lifestyle. In the Bauru Group, which has one of the best-documented Upper Cretaceous geological records in Brazil, 16 species of Notosuchia have been described. This number of taxa highlights the evolutionary and ecological aspects of crocodyliforms in this geological unit. However it is possible that this diversity might be less than described so far, given the possibility that some of these morphotypes could be synonyms, as they were described from fragmented material that is susceptible to rock deformation, and the morphology of the specimens is subject to some intraspecific variability, including Ontogeny and Allometry effects. Therefore this study aims to assess the taxonomic validity of the Notosuchia genera described for the Bauru Group, considering the expected intraspecific morphological variability in Crocodylomorpha. The methodology of this work consists of three main parts: a) identifying patterns in intraspecific morphological variability of living crocodylomorphs through Comparative Anatomy; b) examining characters in the descriptions and diagnoses of Notosuchia fossils; c) evaluating the validity of Notosuchia taxa, considering the likely intraspecific morphological variability and possible effects of Ontogeny and Allometry on variation. With this taxonomic review, Notosuchia genera from the Bauru Group are subject to being synonymized or reinforced, which will support phylogenetic and paleobiogeographic hypotheses, as well as assist in biostratigraphic aspects in the geological units where Notosuchia fossils are found.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)CAPES: 001.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)PaleontologiaPaleobiologiaZoologia - ClassificaçãoCretáceoGondwana (Geologia)PaleontologyPaleobiologyZoology - ClassificationCretaceousGondwana (Geology)Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo BauruReview of Sphagesauria (Notosuchia) in Bauru Groupinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPGeociências e Meio Ambiente - IGCEGeociências e meio ambienteOrigem e evolução de bacias sedimentaresUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio ClaroOnlineBanca públicaPublication4763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::235585-14763ec56-704e-41e0-9685-b5bef5946febvirtual::235585-1ecab6a08-f5ce-4230-9180-bacd24d4a149virtual::257741-1ecab6a08-f5ce-4230-9180-bacd24d4a149virtual::257741-1LICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-82192https://repositorio.unesp.br/bitstreams/ad6e8aa1-25c7-4c1f-985b-4b4925a1b025/download9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26cMD52falseAnonymousREADORIGINALkitayama_pa_me_rcla.pdfDissertação_PedroKitayama.pdfapplication/pdf6442278https://repositorio.unesp.br/bitstreams/1f9818da-4e51-4bb1-9813-e784a56bde11/downloade390e15506276f936cf40fd129df1af5MD53trueAnonymousREADTEXTkitayama_pa_me_rcla.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2025-07-04T21:10:08Z (GMT).Extracted texttext/plain102298https://repositorio.unesp.br/bitstreams/4c16033e-32c2-4f04-8dae-400e5ac3b714/download166099c9d5e5f320d39d98dba8d0c31cMD54falseAnonymousREADTHUMBNAILkitayama_pa_me_rcla.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2025-07-04T21:10:09Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg5708https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0a66ca05-a6fe-4678-bce7-933e5015a1ad/download664afd608810c5793eb10c01baeddeacMD55falseAnonymousREAD11449/3117812026-09-10T19:48:13.750547Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/311781https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-09-10T19:48:13Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgRE8gVFJBQkFMSE8gU1VCTUVUSURPIEFPIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVORVNQCgoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGNvbW8gcmVzcG9uc8OhdmVsIHBlbG8gVHJhYmFsaG8gcG9yIG1pbSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVW5lc3AgZSBkZXNlbnZvbHZpZG8gbm8gw6JtYml0byBkYSBwZXNxdWlzYSByZWFsaXphZGEgbmEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSAoVW5lc3ApOgphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gaW5mb3JtYWRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOwpiKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gbsOjbyBpbmZyaW5nZSBsZWlzIGRlIGRpcmVpdG8gYXV0b3JhbDsKYykgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsKZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkYSBwZXNxdWlzYSBzdWJtZXRpZGEsIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOwplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYXMgZXRhcGFzIGRhIHBlc3F1aXNhOwpmKSBjb25jZWRvIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIGRpc3BvbmliaWxpemFyLCBkZSBjb3BpYXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyLCBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIGFtYmllbnRlcyBpbnN0aXR1Y2lvbmFpcyBkZSBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8gb3UgYWJlcnRvIGFvIHDDumJsaWNvIGdlcmFsLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgbyB0cmFiYWxobyBpbmZvcm1hZG8gZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287CmcpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVhbGl6YXIgcXVhaXNxdWVyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBuYSBtw61kaWEgb3Ugbm8gZm9ybWF0byBkbyBhcnF1aXZvIHBhcmEgcHJvcMOzc2l0b3MgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLCBkZSBhY2Vzc2liaWxpZGFkZSBlIGRlIG1lbGhvciBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBkZXNkZSBxdWUgbsOjbyBzZWphIGFsdGVyYWRvIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWwuCgoyLiBBIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhOgphKSBmb3JuZWNlciB1bWEgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGNsYXJhIGRvIG5vbWUgZG8gYXV0b3IgZHVyYW50ZSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbywgZW0gYW1iaWVudGUgaW5zdGl0dWNpb25hbCwgZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvOwpiKSBzZSBuZWNlc3PDoXJpbywgcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vcyBkYWRvcyBpbmZvcm1hZG9zIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvIHBhcmEgcXVlIG1lbGhvciByZXByZXNlbnRlbSBlIGlkZW50aWZpcXVlbSBvIHRyYWJhbGhvIHNlbSwgbm8gZW50YW50bywgY29tcHJvbWV0ZXIgc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbDsKYykgcmVzcGVpdGFyIGEgZGVjaXPDo28gZG8gYXV0b3Igc29icmUgYSB2ZXJzw6NvIHF1ZSBkZXZlcsOhIHNlciBkaXNwb25pYmlsaXphZGEgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBhcMOzcyBvIGFjZWl0ZSBkYSBzdWJtaXNzw6NvOwpkKSBuw6NvIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBubyBhcnF1aXZvIGVudmlhZG8gYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgZGVzY3JpdGFzIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
| dc.title.pt.fl_str_mv |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| dc.title.alternative.pt.fl_str_mv |
Review of Sphagesauria (Notosuchia) in Bauru Group |
| title |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| spellingShingle |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru Kitayama, Pedro Akira [UNESP] Paleontologia Paleobiologia Zoologia - Classificação Cretáceo Gondwana (Geologia) Paleontology Paleobiology Zoology - Classification Cretaceous Gondwana (Geology) |
| title_short |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| title_full |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| title_fullStr |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| title_full_unstemmed |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| title_sort |
Revisão de Sphagesauria (Notosuchia) no Grupo Bauru |
| author |
Kitayama, Pedro Akira [UNESP] |
| author_facet |
Kitayama, Pedro Akira [UNESP] |
| author_role |
author |
| dc.contributor.institution.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv |
Gobbo, Silvia Regina Pinheiro, André Eduardo Piacentini |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Kitayama, Pedro Akira [UNESP] |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Bertini, Reinaldo José [UNESP] |
| contributor_str_mv |
Bertini, Reinaldo José [UNESP] |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Paleontologia Paleobiologia Zoologia - Classificação Cretáceo Gondwana (Geologia) |
| topic |
Paleontologia Paleobiologia Zoologia - Classificação Cretáceo Gondwana (Geologia) Paleontology Paleobiology Zoology - Classification Cretaceous Gondwana (Geology) |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Paleontology Paleobiology Zoology - Classification Cretaceous Gondwana (Geology) |
| description |
Os Notosuchia compunham um grupo de crocodylomorfos, especialmente gondwânicos e cretácicos, dotados de características peculiares, e até mesmo contrastantes, se comparados com os crocodylianos modernos, com crânios frequentemente curtos ântero-posteriormente, e ausência de adaptações à vida aquática. No Grupo Bauru, que possui um dos registros geológicos mais bem documentados do Cretáceo Superior brasileiro, foram descritas 16 espécies de Notosuchia. Esta quantidade de táxons chama a atenção para aspectos evolutivos e ecológicos dos crocodylomorfos na unidade geológica. No entanto é possível que esta diversidade tenha sido menor que aquela até então descrita, dada a possibilidade de alguns destes morfótipos serem sinonimizados, uma vez que descritos a partir de material fragmentado, suscetível a deformações da rocha associada, e cuja morfologia dos espécimens é passível de certa variabilidade intraespecífica, incluídos efeitos de Ontogenia e Alometria. Portanto este trabalho tem como objetivo avaliar a validade taxonômica dos gêneros de Notosuchia descritos para o Grupo Bauru, considerando a variabilidade morfológica intraespecífica esperada em Crocodylomorpha. A metodologia deste trabalho consiste em três partes principais: a) identificar padrões na variabilidade morfológica intraespecífica de crocodylomorfos viventes, por meio de análises de Anatomia Comparada; b) examinar caracteres em descrições e diagnoses de fósseis de Notosuchia; c) avaliar a validade dos táxons de Notosuchia, considerando a provável variabilidade morfológica intraespecífica, e possíveis efeitos de Ontogenia e Alometria na variação. Com esta revisão taxonômica gêneros de Notosuchia do Grupo Bauru estão sujeitos a serem sinonimizados ou fortalecidos, o que virá a dar suporte para hipóteses filogenéticas e palebiogeográficas, além de auxiliar em aspectos biocronoestratigráficos nas unidades geológicas onde ocorrem fósseis de notossúquios. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2025-07-04T15:19:52Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2025-05-06 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://hdl.handle.net/11449/311781 |
| dc.identifier.capes.none.fl_str_mv |
33004137036P9 |
| dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv |
3906615938667254 |
| dc.identifier.orcid.none.fl_str_mv |
0000-0002-4155-7249 |
| url |
https://hdl.handle.net/11449/311781 |
| identifier_str_mv |
33004137036P9 3906615938667254 0000-0002-4155-7249 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNESP instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP) instacron:UNESP |
| instname_str |
Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| instacron_str |
UNESP |
| institution |
UNESP |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNESP |
| collection |
Repositório Institucional da UNESP |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/ad6e8aa1-25c7-4c1f-985b-4b4925a1b025/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/1f9818da-4e51-4bb1-9813-e784a56bde11/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/4c16033e-32c2-4f04-8dae-400e5ac3b714/download https://repositorio.unesp.br/bitstreams/0a66ca05-a6fe-4678-bce7-933e5015a1ad/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
9a2966d4a2cfb71a0b846f3fe5f2c26c e390e15506276f936cf40fd129df1af5 166099c9d5e5f320d39d98dba8d0c31c 664afd608810c5793eb10c01baeddeac |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositoriounesp@unesp.br |
| _version_ |
1878343564990087168 |