O espaço na configuração das personagens em contos de Alice Munro
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11449/141499 |
Resumo: | Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar, sob o ponto de vista da narratologia, três contos: “The Peace of Utrecht”, “Meneseteung” e “Fiction”, presentes, respectivamente, nas coletâneas Dance of the Happy Shades (1968), Friend of my Youth (1991) e Too Much Happiness (2009), da escritora canadense contemporânea Alice Munro, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013, cujos contos, elaborados de forma renovada, são caracterizados pelos finais em aberto, contém descrições realistas do sudoeste de Ontário, retratam cenas familiares que facilitam a introdução do estranho, do misterioso, do desconhecido e até fantástico. Esta união, do familiar e do estranho, cria um senso de ironia e duplicidade de observação em relação a lugares e às pessoas, permitindo que se explore a luta canadense com a identidade evidenciada na escritora. A ambivalência que Munro sente como escritora é uma de suas preocupações pessoais que contribuem para essa profundidade emocional e vivacidade em sua ficção. Algumas de suas melhores histórias expressam sentimentos que provocam questionamentos em qualquer leitor mais sensível e que são, ao mesmo tempo, explorações e descobertas da própria emoção da autora. Para o desenvolvimento deste estudo, apoiamo-nos nas reflexões de Osman Lins, Bachelard, Ozíris Borges Silva no que diz respeito à espacialização da narrativa, como também em estudos de Bakhtin que explora a ideia de cronotopo. Também constitui objetivo identificar os momentos de epifania e os elementos góticos que atuam na configuração das personagens de Munro. |
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Bazzoli, Oíse de Oliveira Mattos [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Silva, Maria das Graças Gomes Villa daBesner, NeilFernandes, Maria Lúcia Outeiro [UNESP]2016-07-14T16:52:42Z2016-07-14T16:52:42Z2016-05-20http://hdl.handle.net/11449/14149900087257823001011069P52134010557951137Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar, sob o ponto de vista da narratologia, três contos: “The Peace of Utrecht”, “Meneseteung” e “Fiction”, presentes, respectivamente, nas coletâneas Dance of the Happy Shades (1968), Friend of my Youth (1991) e Too Much Happiness (2009), da escritora canadense contemporânea Alice Munro, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013, cujos contos, elaborados de forma renovada, são caracterizados pelos finais em aberto, contém descrições realistas do sudoeste de Ontário, retratam cenas familiares que facilitam a introdução do estranho, do misterioso, do desconhecido e até fantástico. Esta união, do familiar e do estranho, cria um senso de ironia e duplicidade de observação em relação a lugares e às pessoas, permitindo que se explore a luta canadense com a identidade evidenciada na escritora. A ambivalência que Munro sente como escritora é uma de suas preocupações pessoais que contribuem para essa profundidade emocional e vivacidade em sua ficção. Algumas de suas melhores histórias expressam sentimentos que provocam questionamentos em qualquer leitor mais sensível e que são, ao mesmo tempo, explorações e descobertas da própria emoção da autora. Para o desenvolvimento deste estudo, apoiamo-nos nas reflexões de Osman Lins, Bachelard, Ozíris Borges Silva no que diz respeito à espacialização da narrativa, como também em estudos de Bakhtin que explora a ideia de cronotopo. Também constitui objetivo identificar os momentos de epifania e os elementos góticos que atuam na configuração das personagens de Munro.The main goal of this paper is to analyse, from the point of view of narratology, three short stories: “The Peace of Utrecht”, “Meneseteung” and “Fiction”, present, respectively, in the collections Dance of the Happy Shades (1968), Friend of my Youth (1991) and Too Much Happiness (2009), from the contemporary Canadian writer Alice Munro, winner of the 2013 Nobel Prize in Literature, whose short stories, elaborated in a renewed way, are characterized by open ends, have realistic descriptions of southwest Ontario, depict familiar scenes that facilitate the introduction of the strange, the mysterious, the unknown and even the fantastic. This connection of the familiar and the strange, creates a sense of irony and duplicity in observation concerning places and people, allowing that the Canadian fight for identity is evidenced. The ambivalence Munro feels as a writer is one of her personal concerns that contribute to emotional and vivacious depth in her fiction. Some of her best stories show feelings that raise a lot of questions in any sensitive reader and that are, at the same time, the writer´s explorations and discoveries. To the development of this study, we will base our reflections in Osman Lins, Bachelard and Ozíris Borges Silva concerning narrative space as well as Bakhtin that explores the idea of cronotopos. It is also the aim of the paper to identify the epiphanic moments and the gothic elements that act in the description of Munro´s characters.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Alice MunroContoLiteratura canadenseEspaçoTempoPersonagensShort storyCanadian literatureSpaceTimeCharactersO espaço na configuração das personagens em contos de Alice MunroSpace in characters´configuration in Alice Munro´s short storiesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPLetras - FCLAROutraTeorias e Crítica da NarrativaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Letras, AraraquaraOnline2134010557951137Publication0893b748-d216-4eba-952d-cd4676b310f6virtual::16367-10893b748-d216-4eba-952d-cd4676b310f6virtual::16367-1ORIGINALbazzoli_oom_me_arafcl.pdfbazzoli_oom_me_arafcl.pdfapplication/pdf1405978https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f106a8c7-07a7-41ea-a9b8-a846be7f2084/downloadb7fb12e30e61115862c45b416fe0cf44MD53trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83047https://repositorio.unesp.br/bitstreams/a3961eea-5de4-477a-9e95-2168b5ffb9a2/downloada44ea038396613b7e2b942a02d8c935bMD52falseAnonymousREADTEXTbazzoli_oom_me_arafcl.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-12-08T06:18:00Z (GMT).Extracted texttext/plain102842https://repositorio.unesp.br/bitstreams/4d2ae0e0-895d-46ea-8510-42b995636958/downloade5a15b3f7a510469535b45952bac94fbMD56falseAnonymousREADTHUMBNAILbazzoli_oom_me_arafcl.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2016-11-13T05:57:47Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg4581https://repositorio.unesp.br/bitstreams/6805e558-4bd4-46d2-adde-42127139a606/download15d2d655d1303f223ecd4ce6688eb283MD55falseAnonymousREAD11449/1414992026-03-10T18:28:42.224679Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/141499https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-03-10T18:28:42Repositório Institucional da UNESP - 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Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar, sob o ponto de vista da narratologia, três contos: “The Peace of Utrecht”, “Meneseteung” e “Fiction”, presentes, respectivamente, nas coletâneas Dance of the Happy Shades (1968), Friend of my Youth (1991) e Too Much Happiness (2009), da escritora canadense contemporânea Alice Munro, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013, cujos contos, elaborados de forma renovada, são caracterizados pelos finais em aberto, contém descrições realistas do sudoeste de Ontário, retratam cenas familiares que facilitam a introdução do estranho, do misterioso, do desconhecido e até fantástico. Esta união, do familiar e do estranho, cria um senso de ironia e duplicidade de observação em relação a lugares e às pessoas, permitindo que se explore a luta canadense com a identidade evidenciada na escritora. A ambivalência que Munro sente como escritora é uma de suas preocupações pessoais que contribuem para essa profundidade emocional e vivacidade em sua ficção. Algumas de suas melhores histórias expressam sentimentos que provocam questionamentos em qualquer leitor mais sensível e que são, ao mesmo tempo, explorações e descobertas da própria emoção da autora. Para o desenvolvimento deste estudo, apoiamo-nos nas reflexões de Osman Lins, Bachelard, Ozíris Borges Silva no que diz respeito à espacialização da narrativa, como também em estudos de Bakhtin que explora a ideia de cronotopo. Também constitui objetivo identificar os momentos de epifania e os elementos góticos que atuam na configuração das personagens de Munro. |
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