Efeito da administração local e sistêmica da atorvastatina no reparo ósseo de defeitos críticos em calvária de ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Miranda, Fábio Vieira de [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/192123
Resumo: Objetivo: O presente estudo teve como objetivo comparar o efeito da Atorvastatina, aplicada de forma local e sistêmica, em defeitos críticos de calotas de ratos. Material e médodos: 36 (trinta e seis) ratos (Rattus norvegicus, albinus, Wistar), adultos foram divididos aleatoriamente em 3 grupos, o grupo aplicação de membrana de colágeno com água destilada (GAD) com defeitos de tamanho crítico contendo água destilada; o grupo aplicação Sistêmica de Atorvastatina (GAS) foram realizado defeitos de tamanho crítico e os animais foram tratados com atorvastatina (3,6mg/kg/dia) por gavagem; e o grupo de aplicação local de Atorvastatina (GAL) com defeitos de tamanho crítico contendo Atorvastatina. Cada grupo foi avaliado através da histometria, mensuração do defeito residual, área de osso néo formado (AON), área de membrana e tecido mole, contagem de células (osteócitos, osteoblastos, células inflamatórias) e imunoistoquímica (OSTEOCALCINA e CD31), nos períodos de 14 e 28 dias. Resultados: Os dados mostraram diminuição do defeito residual para GAS quando comparada ao GAL (p=0,024) e ao GAD (p=0,033), o GAS revelou diminuição de número de osteócitos em comparação ao GAD (p=0,026), e em comparação com GAL (p=0,020). Os osteoblastos não apresentaram diferença entre os grupos (p>0,05), a quantidade de fibroblastos mostrou maiores somente para o GAL de 14 para 28 dias (p=0,019). Aos 28 dias, tanto para GAL quanto GAS, a quantidade de células inflamatórias foram maiores comparadas ao GAD (p<0,05). A marcação de imunoistoquimica para CD31 não apresentou alteração, e OCN nos osteoblastos mostrou maior imunomarcação aos 14 dias em comparação aos 28 dias somente para o GAS (p=0,026; Holm-Sidak), OCN na marcação da matriz extra celular (MEC) mostrou aumento da imunomarcação aos 14 quando comparado aos 28 dias no GAL e GAS (p=0,041; Holm-Sidak). Conclusão: A Atorvastatina promoveu efeito positivo na osteogênese e sugere-se que ela não exerça função anti-inflamatória.
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