Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Durlacher, Rui Rafael [UNESP]
Orientador(a): Cintra, Luciano Tavares Angelo [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/153533
Resumo: Introdução: a paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica endêmica cuja incidência vem aumentando de forma significativa na região norte do Brasil. Duas espécies, Paracoccidioides brasiliensis e Paracoccidioides lutzii podem causar a doença. A última aparenta ter maior importância em Rondônia, estado com as maiores taxas de incidência e mortalidade por PCM do Brasil. Objetivo: descrever as características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais de pacientes portadores de PCM e estabelecer correlação com lesões orais. Material e Métodos: estudo retrospectivo de pacientes atendidos no Centro de Referência em Medicina Tropical de Rondônia durante o período de janeiro de 2013 a dezembro de 2016. Resultados: foram diagnosticados 107 pacientes com média de idade de 53,8 anos, sendo 100 homens e 07 mulheres. Observou-se que 77% mantinham contato ou relataram experiência anterior com lavoura. A maioria (98,1%) apresentou a forma crônica da doença. O diagnóstico foi confirmado em 74,7%, e baseado em achados clínicos e/ou epidemiológicos no restante. O diagnóstico sorológico não esteve disponível no período. O tempo médio entre o início dos sintomas e a realização do diagnóstico foi de 7,3 meses. Os principais locais acometidos foram os pulmões (95,3%), seguidos da cavidade oral (55,1%) e dos gânglios (28%). Na cavidade oral, a faringe/laringe predominou (33%), seguida da mucosa jugal (17,8%) e palato mole (13,1%). Houve 58,3% de associação com tabagismo. O medicamento mais utilizado para o tratamento foi o Itraconazol, fornecido pelo governo. Conclusão: não houve diferença entre os grupos com ou sem comprometimento da cavidade oral. A presença de lesões orais em mais da metade dos casos, com diagnóstico mais acessível, sugere que se pode diminuir o tempo entre o início dos sintomas e o início do tratamento, e contribuir para uma menor proporção de sequelas. Sugere-se ainda que o P. lutzii pode manifestar doença com características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais semelhantes ao P. brasiliensis, exceto pela menor proporção de formas agudas de PCM. Mas novos estudos são necessários.
id UNSP_ddc586bafe4079f275f64df56d24edf4
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/153533
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Durlacher, Rui Rafael [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Araújo, Gustavo Sivieri de [UNESP]Dezan Junior, Eloi [UNESP]Samuel, Renata OliveiraMendes, Rinaldo PoncioCintra, Luciano Tavares Angelo [UNESP]2018-04-16T11:58:07Z2018-04-16T11:58:07Z2017-10-17http://hdl.handle.net/11449/15353300090008233004145082P69235743081667362Introdução: a paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica endêmica cuja incidência vem aumentando de forma significativa na região norte do Brasil. Duas espécies, Paracoccidioides brasiliensis e Paracoccidioides lutzii podem causar a doença. A última aparenta ter maior importância em Rondônia, estado com as maiores taxas de incidência e mortalidade por PCM do Brasil. Objetivo: descrever as características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais de pacientes portadores de PCM e estabelecer correlação com lesões orais. Material e Métodos: estudo retrospectivo de pacientes atendidos no Centro de Referência em Medicina Tropical de Rondônia durante o período de janeiro de 2013 a dezembro de 2016. Resultados: foram diagnosticados 107 pacientes com média de idade de 53,8 anos, sendo 100 homens e 07 mulheres. Observou-se que 77% mantinham contato ou relataram experiência anterior com lavoura. A maioria (98,1%) apresentou a forma crônica da doença. O diagnóstico foi confirmado em 74,7%, e baseado em achados clínicos e/ou epidemiológicos no restante. O diagnóstico sorológico não esteve disponível no período. O tempo médio entre o início dos sintomas e a realização do diagnóstico foi de 7,3 meses. Os principais locais acometidos foram os pulmões (95,3%), seguidos da cavidade oral (55,1%) e dos gânglios (28%). Na cavidade oral, a faringe/laringe predominou (33%), seguida da mucosa jugal (17,8%) e palato mole (13,1%). Houve 58,3% de associação com tabagismo. O medicamento mais utilizado para o tratamento foi o Itraconazol, fornecido pelo governo. Conclusão: não houve diferença entre os grupos com ou sem comprometimento da cavidade oral. A presença de lesões orais em mais da metade dos casos, com diagnóstico mais acessível, sugere que se pode diminuir o tempo entre o início dos sintomas e o início do tratamento, e contribuir para uma menor proporção de sequelas. Sugere-se ainda que o P. lutzii pode manifestar doença com características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais semelhantes ao P. brasiliensis, exceto pela menor proporção de formas agudas de PCM. Mas novos estudos são necessários.Background: Paracoccidioidomycosis (PCM) is an endemic systemic mycosis whose incidence has been increasing significantly in the northern region of Brazil. Two species, Paracoccidioides brasiliensis and Paracoccidioides lutzii can cause the disease. The latter appears to be more important in Rondônia, the state with the highest incidence and mortality rates by PCM in Brazil. O bjective : T o describe the clinical, epidemiological and laboratory characteristics of PCM patients and to establish correlation with oral lesions . Material and Methods: a retrospective study of patients attended at the Reference Center in Tropical Medicine of Rondônia during the period from January 2013 to December 2016. Results: A total of 107 patients were diagnosed, with mean age of 53.8 years, 100 men and 7 women. It was observed that 77% maintained contact or reported previous experience with rural areas . The majority (98.1%) presented the chronic form of the disease. The diagnosis was confirmed by the finding of the fungus in clinical specimen s in 74.7%, and based on clinical and/or epidemiological findings in the rest. The serological diagnosis was not available in the period. The mean time between onset of symptoms and the diagnosis was 7.3 months. The main sites were the lungs (95.3%), follo wed by the oral cavity (55.1%) and the ganglia (28%). In the oral cavity, the pharynx/larynx predominated (33%), followed by jugal mucosa (17.8%) and soft palate (13.1%). There was an 58,3 % association with smoking . The most commonly used drug was Itr acona zole in 93.5% of patients. Conclu sion: There was no difference between groups with or without oral cavity involvement. The presence of oral lesions in more than half of the cases, with a more accessible diagnosis, suggests that the time between onset of sy mptoms and the beginning of treatment can be shortened and contribute to a lower proportion of sequelae. It is also suggested that P. lutzii can manifest disease with clinical, epidemiological and laboratory characteristics similar to P. brasiliensis , exce pt for the smaller proportion of acute forms of PCM. But new studies are needed.porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)ParacoccidioidomicoseParacoccidioides brasiliensisParacoccidioides lutziiCaracterísticas clínicasEpidemiologiaParacoccidioidomycosisLesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicoseOral lesions and correlation with clinical, epidemiological and laboratory aspects of paracoccidioidomycosisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPCiência Odontólogica - FOAEndodontiaEstudo das condições clínicas e das propriedades dos materiais que influenciam no tratamento endodôntico convencional, cirúrgico ou regenerativoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Odontologia, AraçatubaOnline9235743081667362Publication8b3335a4-1163-438a-a0e2-921a46e0380dvirtual::3493-18b3335a4-1163-438a-a0e2-921a46e0380dvirtual::3493-1ORIGINALdurlacker_rr_dr_araca_int.pdfdurlacker_rr_dr_araca_int.pdfapplication/pdf926965https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f2ea720b-22a1-408f-81e7-bb735d55ec19/download79fa32ffa8165d98f1c245255bbd4716MD53trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83076https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b9e1d505-90a2-4d06-aa23-b296c86350f9/download02df561316929501fb13a2671ff85b1aMD52falseAnonymousREADTEXTdurlacker_rr_dr_araca_int.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2023-11-05T06:09:41Z (GMT).Extracted texttext/plain78029https://repositorio.unesp.br/bitstreams/93a63b33-913d-4687-9caf-cbd68ec455a7/downloadcf97f42905bd95df7592a324e852b503MD56falseAnonymousREADTHUMBNAILdurlacker_rr_dr_araca_int.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.ImageMagickPdfThumbnailFilter on 2018-04-17T06:03:12Z (GMT).IM Thumbnailimage/jpeg3926https://repositorio.unesp.br/bitstreams/179882fa-8c75-4023-ae54-72451a663519/download00f7297c1544fece98e9f263f99a6af4MD55falseAnonymousREAD11449/1535332026-04-13T19:12:44.115758Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/153533https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-04-13T19:12:44Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBSdWkgUmFmYWVsIER1cmxhY2hlciAocnVpLmR1cmxhY2hlckBzYW9sdWNhcy5lZHUuYnIpLCByZXNwb25zw6F2ZWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyDigJxMZXPDtWVzIG9yYWlzIGUgY29ycmVsYcOnw6NvIGNvbSBhc3BlY3RvcyBjbMOtbmljb3MsIGVwaWRlbWlvbMOzZ2ljb3MgZSBsYWJvcmF0b3JpYXMgZGEgcGFyYWNvY2NpZGlvaWRvbWljb3Nl4oCdIHBvciBtaW0gc3VibWV0aWRvIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIFVORVNQIGUgZGVzZW52b2x2aWRvIG5vIMOibWJpdG8gZGUgdW0gZG9zIHByb2dyYW1hcyBkZSBww7NzLWdyYWR1YcOnw6NvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBQYXVsaXN0YSDigJxKw7psaW8gZGUgTWVzcXVpdGEgRmlsaG/igJ0gKFVORVNQKToNCg0KYSkgYXRlc3RvIHNlciBvIHJlc3BvbnPDoXZlbCBsZWdhbCBwZWxvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBlIHBlbG9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmIpIGF0ZXN0byBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gbsOjbyBpbmZyaW5nZSBsZWlzIGRlIGRpcmVpdG8gYXV0b3JhbDsNCg0KYykgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBuw6NvIGNvbnTDqW0gcXVhbHF1ZXIgaW5mb3JtYcOnw6NvIGNvbmZpZGVuY2lhbCBtaW5oYSBvdSBkZSB0ZXJjZWlyb3M7DQoNCmQpIGF0ZXN0byBxdWUsIHNlIG9idGl2ZSBmaW5hbmNpYW1lbnRvIHBhcmEgbyBkZXNlbnZvbHZpbWVudG8gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBpbmZvcm1laSBhIGFnw6puY2lhIGRlIGZvbWVudG8gZSBvIG7Dum1lcm8gZG8gZmluYW5jaWFtZW50byBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KZSkgYXRlc3RvIHF1ZSBhIHZlcnPDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gcHJlc2VudGUgbm8gYXJxdWl2byBzdWJtZXRpZG8gw6kgYSB2ZXJzw6NvIGRlZmluaXRpdmEgcXVlIGluY2x1aSBhcyBhbHRlcmHDp8O1ZXMgZGVjb3JyZW50ZXMgZGEgZGVmZXNhLCBzZSBob3V2ZSBhbGd1bWE7DQoNCmYpIGF0ZXN0byBxdWUgYSB2ZXJzw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHByZXNlbnRlIG5vIGFycXVpdm8gc3VibWV0aWRvIHNlcsOhIGEgbWVzbWEgdmVyc8OjbyBpbXByZXNzYSBlbnRyZWd1ZSBuYSBTZcOnw6NvIFTDqWNuaWNhIGRlIFDDs3MtR3JhZHVhw6fDo28gY29tIGEgcXVhbCBvIHByb2dyYW1hIGRlIHDDs3MtZ3JhZHVhw6fDo28gZW0gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gZm9pIGRlc2Vudm9sdmlkbyBlc3TDoSB2aW5jdWxhZG87DQoNCmcpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIsIGRlIGNvcGlhciBlIGRlIGRpc3RyaWJ1aXIsIHBvciBtZWlvIGRlIHNldXMgYW1iaWVudGVzIGluc3RpdHVjaW9uYWlzIGRlIGFjZXNzbyByZXN0cml0byBvdSBhYmVydG8gYW8gcMO6YmxpY28gZ2VyYWwsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBlIG9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmgpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVhbGl6YXIgcXVhaXNxdWVyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBuYSBtw61kaWEgb3Ugbm8gZm9ybWF0byBkbyBhcnF1aXZvIHBhcmEgcHJvcMOzc2l0b3MgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLCBkZSBhY2Vzc2liaWxpZGFkZSBlIGRlIG1lbGhvciBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBkZXNkZSBxdWUgbsOjbyBzZWphIGFsdGVyYWRvIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWwuDQoNCjIuIEEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGE6DQoNCmEpIGZvcm5lY2VyIHVtYSBpZGVudGlmaWNhw6fDo28gY2xhcmEgZG8gbm9tZSBkbyBhdXRvciBkdXJhbnRlIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YcOnw6NvLCBlbSBhbWJpZW50ZSBpbnN0aXR1Y2lvbmFsLCBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG87DQoNCmIpIHNlIG5lY2Vzc8OhcmlvLCByZWFsaXphciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbm9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo28gcGFyYSBxdWUgbWVsaG9yIHJlcHJlc2VudGVtIGUgaWRlbnRpZmlxdWVtIG8gdHJhYmFsaG8gc2VtLCBubyBlbnRhbnRvLCBjb21wcm9tZXRlciBzZXUgY29udGXDumRvIGludGVsZWN0dWFsOw0KDQpjKSByZXNwZWl0YXIgYSBkZWNpc8OjbyBkbyBhdXRvciBzb2JyZSBhIHZlcnPDo28gcXVlIGRldmVyw6Egc2VyIGRpc3BvbmliaWxpemFkYSBpbWVkaWF0YW1lbnRlIGFww7NzIG8gYWNlaXRlIGRhIHN1Ym1pc3PDo28sIHNlamEgZWxhIGEgdmVyc8OjbyBpbnRlZ3JhbCBvdSBwYXJjaWFsOw0KDQpkKSByZXNwZWl0YXIgbyBwcmF6byBkZWZpbmlkbyBwZWxvIGF1dG9yIHBhcmEgYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIGludGVncmFsLCBjYXNvIG8gYXV0b3IgdGVuaGEgb3B0YWRvIHBlbGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YcOnw6NvIGltZWRpYXRhIGFwZW5hcyBkbyBjb250ZcO6ZG8gcGFyY2lhbCBlIG8gcHJhem8gZGVmaW5pZG8gZXN0ZWphIGRlbnRybyBkZSAyIChkb2lzKSBhbm9zIGFww7NzIGEgZGVmZXNhOw0KDQplKSBuw6NvIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBubyBhcnF1aXZvIGVudmlhZG8gYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgZGVzY3JpdGFzIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLg0KDQpTw6NvIFBhdWxvLCBGcmkgQXByIDEzIDE3OjM4OjExIEJSVCAyMDE4Lg==
dc.title.pt.fl_str_mv Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Oral lesions and correlation with clinical, epidemiological and laboratory aspects of paracoccidioidomycosis
title Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
spellingShingle Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
Durlacher, Rui Rafael [UNESP]
Paracoccidioidomicose
Paracoccidioides brasiliensis
Paracoccidioides lutzii
Características clínicas
Epidemiologia
Paracoccidioidomycosis
title_short Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
title_full Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
title_fullStr Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
title_full_unstemmed Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
title_sort Lesões orais e correlação com aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da paracoccidioidomicose
author Durlacher, Rui Rafael [UNESP]
author_facet Durlacher, Rui Rafael [UNESP]
author_role author
dc.contributor.institution.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.committeeMember.none.fl_str_mv Araújo, Gustavo Sivieri de [UNESP]
Dezan Junior, Eloi [UNESP]
Samuel, Renata Oliveira
Mendes, Rinaldo Poncio
dc.contributor.author.fl_str_mv Durlacher, Rui Rafael [UNESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Cintra, Luciano Tavares Angelo [UNESP]
contributor_str_mv Cintra, Luciano Tavares Angelo [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Paracoccidioidomicose
Paracoccidioides brasiliensis
Paracoccidioides lutzii
Características clínicas
Epidemiologia
topic Paracoccidioidomicose
Paracoccidioides brasiliensis
Paracoccidioides lutzii
Características clínicas
Epidemiologia
Paracoccidioidomycosis
dc.subject.eng.fl_str_mv Paracoccidioidomycosis
description Introdução: a paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica endêmica cuja incidência vem aumentando de forma significativa na região norte do Brasil. Duas espécies, Paracoccidioides brasiliensis e Paracoccidioides lutzii podem causar a doença. A última aparenta ter maior importância em Rondônia, estado com as maiores taxas de incidência e mortalidade por PCM do Brasil. Objetivo: descrever as características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais de pacientes portadores de PCM e estabelecer correlação com lesões orais. Material e Métodos: estudo retrospectivo de pacientes atendidos no Centro de Referência em Medicina Tropical de Rondônia durante o período de janeiro de 2013 a dezembro de 2016. Resultados: foram diagnosticados 107 pacientes com média de idade de 53,8 anos, sendo 100 homens e 07 mulheres. Observou-se que 77% mantinham contato ou relataram experiência anterior com lavoura. A maioria (98,1%) apresentou a forma crônica da doença. O diagnóstico foi confirmado em 74,7%, e baseado em achados clínicos e/ou epidemiológicos no restante. O diagnóstico sorológico não esteve disponível no período. O tempo médio entre o início dos sintomas e a realização do diagnóstico foi de 7,3 meses. Os principais locais acometidos foram os pulmões (95,3%), seguidos da cavidade oral (55,1%) e dos gânglios (28%). Na cavidade oral, a faringe/laringe predominou (33%), seguida da mucosa jugal (17,8%) e palato mole (13,1%). Houve 58,3% de associação com tabagismo. O medicamento mais utilizado para o tratamento foi o Itraconazol, fornecido pelo governo. Conclusão: não houve diferença entre os grupos com ou sem comprometimento da cavidade oral. A presença de lesões orais em mais da metade dos casos, com diagnóstico mais acessível, sugere que se pode diminuir o tempo entre o início dos sintomas e o início do tratamento, e contribuir para uma menor proporção de sequelas. Sugere-se ainda que o P. lutzii pode manifestar doença com características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais semelhantes ao P. brasiliensis, exceto pela menor proporção de formas agudas de PCM. Mas novos estudos são necessários.
publishDate 2017
dc.date.issued.fl_str_mv 2017-10-17
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2018-04-16T11:58:07Z
dc.date.available.fl_str_mv 2018-04-16T11:58:07Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/11449/153533
dc.identifier.aleph.none.fl_str_mv 000900082
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 33004145082P6
dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv 9235743081667362
url http://hdl.handle.net/11449/153533
identifier_str_mv 000900082
33004145082P6
9235743081667362
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unesp.br/bitstreams/f2ea720b-22a1-408f-81e7-bb735d55ec19/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/b9e1d505-90a2-4d06-aa23-b296c86350f9/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/93a63b33-913d-4687-9caf-cbd68ec455a7/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/179882fa-8c75-4023-ae54-72451a663519/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 79fa32ffa8165d98f1c245255bbd4716
02df561316929501fb13a2671ff85b1a
cf97f42905bd95df7592a324e852b503
00f7297c1544fece98e9f263f99a6af4
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1878343555922001920