“Um jornal que diz VIVA, um jornal que VAIA”: memória e imprensa estudantil na implementação da Universidade Estadual Paulista de Marília em 1976
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11449/314674 |
Resumo: | Esta dissertação é o resultado de uma pesquisa de mestrado sobre a implementação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) na cidade de Marília em 1976. Trata-se de pesquisa sócio-antropológica, quanto à abordagem, e documental bibliográfica, quanto às fontes, sendo que a análise de dados dos impressos, objetos da investigação, foi desenvolvida no entrelaçamento dos dados produzidos com base nos procedimentos da História Oral, centralmente a entrevista, aliada à etnografia de arquivos. Dessa maneira, tomou a narrativa estudantil como objeto de investigação que, por meio da chave analítica da memória, teve como Objetivo geral compreender a narrativa dos estudantes por meio da imprensa estudantil no jornal FAFETO, produzido entre 1975 e 1977 pelo Diretório Acadêmico XV de Março, uma manifestação de resistência à forma como estava ocorrendo a reestruturação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, popularmente conhecida como “FAFI”, um dos Institutos Isolados de Ensino Superior do Estado de São Paulo, e consequente implementação da Unesp no período da ditadura civil-militar. Logo, a pesquisa desenvolvida valoriza, fundamentalmente, a atividade de investigação que, inserida no ambiente científico, portanto de caráter empírico, questiona a memória da própria instituição e a forma como esta compreende seus processos e narra sua historicidade. Ao final, dentre as considerações, tem-se que a dita “reestruturação” pode ser observada também como uma estratégia política estadual que rompeu com a organização política e cultural crescente na sociedade mariliense desde o estabelecimento de um “Instituto Isolado” no município, algo que desorganizou movimentos e agrupamentos considerados “subversivos” na época. |
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“Um jornal que diz VIVA, um jornal que VAIA”: memória e imprensa estudantil na implementação da Universidade Estadual Paulista de Marília em 1976"A newspaper that says VIVA, a newspaper that VAIA": memory and student press in the establishment of the São Paulo State University of Marília in 1976Ciências sociaisPensamento - Aspectos sociaisUNESPFaculdade de Filosofia, Ciências e Letras de MaríliaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, MaríliaMemóriaJornalismo universitárioFAFETOSocial sciencesThought and thinking - Social aspectsMemoryEsta dissertação é o resultado de uma pesquisa de mestrado sobre a implementação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) na cidade de Marília em 1976. Trata-se de pesquisa sócio-antropológica, quanto à abordagem, e documental bibliográfica, quanto às fontes, sendo que a análise de dados dos impressos, objetos da investigação, foi desenvolvida no entrelaçamento dos dados produzidos com base nos procedimentos da História Oral, centralmente a entrevista, aliada à etnografia de arquivos. Dessa maneira, tomou a narrativa estudantil como objeto de investigação que, por meio da chave analítica da memória, teve como Objetivo geral compreender a narrativa dos estudantes por meio da imprensa estudantil no jornal FAFETO, produzido entre 1975 e 1977 pelo Diretório Acadêmico XV de Março, uma manifestação de resistência à forma como estava ocorrendo a reestruturação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, popularmente conhecida como “FAFI”, um dos Institutos Isolados de Ensino Superior do Estado de São Paulo, e consequente implementação da Unesp no período da ditadura civil-militar. Logo, a pesquisa desenvolvida valoriza, fundamentalmente, a atividade de investigação que, inserida no ambiente científico, portanto de caráter empírico, questiona a memória da própria instituição e a forma como esta compreende seus processos e narra sua historicidade. Ao final, dentre as considerações, tem-se que a dita “reestruturação” pode ser observada também como uma estratégia política estadual que rompeu com a organização política e cultural crescente na sociedade mariliense desde o estabelecimento de um “Instituto Isolado” no município, algo que desorganizou movimentos e agrupamentos considerados “subversivos” na época.This dissertation is the result of a master's research on the implementation of the São Paulo State University “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) in the city of Marília in 1976. It is a socio-anthropological research, in terms of approach, and bibliographical documentary research, in terms of sources, and the analysis of data from printed materials, objects of investigation, was developed in the interweaving of data produced based on Oral History procedures, centrally the interview, combined with archival ethnography. Thus, the student narrative was used as the object of investigation, using the analytical framework of memory. The overall objective was to understand the students' narratives through the student press in the FAFETO newspaper, produced between 1975 and 1977 by the XV de Março Academic Directory. This newspaper was a manifestation of resistance to the restructuring of the Marília School of Philosophy, Sciences, and Letters, popularly known as "FAFI", one of the Isolated Institutes of Higher Education of the State of São Paulo, and the subsequent implementation of Unesp during the civil-military dictatorship. Therefore, the research developed fundamentally values the research activity that, embedded in the scientific environment and therefore empirical in nature, questions the memory of the institution itself and the way it understands its processes and narrates its historicity. In the end, among the considerations, it is clear that the so-called “restructuring” can also be seen as a state political strategy that broke with the growing political and cultural organization in Mariliense society since the establishment of an “Isolated Institute” in the municipality, something that disorganized movements and groups considered “subversive” at the time.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)CAPES: 001Universidade Estadual Paulista (Unesp)Barbosa, Maria Valeria [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Castro, Gabriela Fortunato [UNESP]2025-10-29T14:37:36Z2025-09-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCASTRO, Gabriela Fortunato. “Um jornal que diz VIVA, um jornal que VAIA”: memória e imprensa estudantil na implementação da Universidade Estadual Paulista de Marília em 1976. 2025. 196 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, 2025. 198 p.https://hdl.handle.net/11449/31467433004110042P833004110042P870258420411204190009-0006-1850-6327porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-10-30T04:00:24Zoai:repositorio.unesp.br:11449/314674Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-30T04:00:24Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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“Um jornal que diz VIVA, um jornal que VAIA”: memória e imprensa estudantil na implementação da Universidade Estadual Paulista de Marília em 1976 Castro, Gabriela Fortunato [UNESP] Ciências sociais Pensamento - Aspectos sociais UNESP Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, Marília Memória Jornalismo universitário FAFETO Social sciences Thought and thinking - Social aspects Memory |
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