Exportação concluída — 

O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Belloube, Yuri [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/312120
Resumo: Esta dissertação, partindo de uma perspectiva decolonial, traz à baila autores, teóricos e críticos chicanos, que refletiram não só sobre a identidade chicana, mas também sobre o desenvolvimento de sua cultura no território estadunidense. A partir da leitura de duas obras de autores chicanos que exploram essas questões — ...y no se tragó la tierra /...and the Earth Did Not Devour Him, de Tomás Rivera, publicado originalmente em 1971, e I Am Not Your Perfect Mexican Daughter, de Erika L. Sánchez, publicado em 2017 — buscamos evidenciar a manutenção do status quo ao contrastarmos os temas e motivos desenvolvidos nesses textos separados por quase meio século. A imigração para os Estados Unidos é fomentada pela narrativa do Sonho Americano e pela ideia de o país ser a “terra das oportunidades”, mas a opressão sofrida inicia-se com a dificuldade de acesso ao visto de residência permanente, o que leva muitos imigrantes a viverem sem documentos, tendo seus direitos e liberdades cerceados no país, sob risco de deportação. Além disso, a cultura hegemônica estadunidense fechou-se em uma ideologia na qual quem não é anglo-saxão é o “outro” e não deve ter voz nem lugar no país. Portanto, refletimos sobre como a autorrepresentação se deu de modo a questionar estereótipos e princípios preconceituosos, não só da cultura hegemônica, mas também da própria cultura mexicana herdada dentre os chicanos. Dessa forma, como fundamentação teórica, apresenta-se Stuart Hall (2003, 2006) e Castells (2008) para falar da formação da identidade na modernidade tardia, e os teóricos e críticos Hinojosa (1975, 1986), Paredes (1978, 1981), Arce (1981), Calderón (1982), Sánchez Escobar (1991), Rodríguez (1996), Mato (1998), Belgrad (2004), Moya (2005), Camarillo (2013), Chávez (2013) e Muñoz Jr. (2013) para tratar da formação da identidade e da literatura chicana de maneira específica. A seguir, trazemos à baila as teóricas e críticas feministas Zinn (1980), Mora (1986), Martínez (2017), Garcia (1989), Candelaria (1980) e Anzaldua (1987, 2000, 2012) para pontuar as mazelas encontradas dentro da própria comunidade em respeito aos papeis de gênero nas culturas chicanas e anglo. Além disso, Rivero (2005) e Morales (2018) trabalham a questão da pan-identidade latina atual. Por fim, este trabalho dialoga com a fortuna crítica de ambas as obras estudadas (Saldívar (1979), Barrios (2024), Cantú-Sánchez (2018), Cummings e Infante-Sheridan (2018), Grajeda (1979), Gomez (2020), Leal (1986), Olivares (1991), Pino Jr. (1975), Ramirez (2019), Rocard (1974), Rodriguez (2020), Rodríguez (2019), Santos (2019), Seliger (2009) e Socha (2009)). Com isso, evidenciou-se a persistência das péssimas condições de trabalho às quais a maioria da população mexicano-americana está submetida, por medo da deportação, além de terem migrado do trabalho do campo para o da cidade. A educação é vista como uma esperança para conseguir oportunidades melhores, enquanto a religião é representada de forma dual: de um lado, acolhedora, alenta a angústia dos chicanos, sobretudo dos mais velhos; de outro, amansa-os para continuarem suportando as violências sem se rebelarem. Na narrativa contemporânea, o discurso feminista adiciona outras camadas de complexidade à crítica ao cristianismo e à fé, como as discordâncias em relação aos papéis de gênero e à homofobia. Por fim, percebe-se o Sonho Americano não fazer parte do cotidiano de uma parte considerável dos chicanos, pois eles não sonham em ficar ricos, mas somente em melhorar as condições nas quais se encontram.
id UNSP_f3fdbbd45588e619769f8a6e10a3fef3
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/312120
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanasThe self-discovery and the affirmation of identity as a form of resistance in Chicano novelsChicanosIdentidadeLiteratura contemporâneaEstudos culturaisResistênciaChicanosIdentityContemporary literatureCultural studiesResistenceEsta dissertação, partindo de uma perspectiva decolonial, traz à baila autores, teóricos e críticos chicanos, que refletiram não só sobre a identidade chicana, mas também sobre o desenvolvimento de sua cultura no território estadunidense. A partir da leitura de duas obras de autores chicanos que exploram essas questões — ...y no se tragó la tierra /...and the Earth Did Not Devour Him, de Tomás Rivera, publicado originalmente em 1971, e I Am Not Your Perfect Mexican Daughter, de Erika L. Sánchez, publicado em 2017 — buscamos evidenciar a manutenção do status quo ao contrastarmos os temas e motivos desenvolvidos nesses textos separados por quase meio século. A imigração para os Estados Unidos é fomentada pela narrativa do Sonho Americano e pela ideia de o país ser a “terra das oportunidades”, mas a opressão sofrida inicia-se com a dificuldade de acesso ao visto de residência permanente, o que leva muitos imigrantes a viverem sem documentos, tendo seus direitos e liberdades cerceados no país, sob risco de deportação. Além disso, a cultura hegemônica estadunidense fechou-se em uma ideologia na qual quem não é anglo-saxão é o “outro” e não deve ter voz nem lugar no país. Portanto, refletimos sobre como a autorrepresentação se deu de modo a questionar estereótipos e princípios preconceituosos, não só da cultura hegemônica, mas também da própria cultura mexicana herdada dentre os chicanos. Dessa forma, como fundamentação teórica, apresenta-se Stuart Hall (2003, 2006) e Castells (2008) para falar da formação da identidade na modernidade tardia, e os teóricos e críticos Hinojosa (1975, 1986), Paredes (1978, 1981), Arce (1981), Calderón (1982), Sánchez Escobar (1991), Rodríguez (1996), Mato (1998), Belgrad (2004), Moya (2005), Camarillo (2013), Chávez (2013) e Muñoz Jr. (2013) para tratar da formação da identidade e da literatura chicana de maneira específica. A seguir, trazemos à baila as teóricas e críticas feministas Zinn (1980), Mora (1986), Martínez (2017), Garcia (1989), Candelaria (1980) e Anzaldua (1987, 2000, 2012) para pontuar as mazelas encontradas dentro da própria comunidade em respeito aos papeis de gênero nas culturas chicanas e anglo. Além disso, Rivero (2005) e Morales (2018) trabalham a questão da pan-identidade latina atual. Por fim, este trabalho dialoga com a fortuna crítica de ambas as obras estudadas (Saldívar (1979), Barrios (2024), Cantú-Sánchez (2018), Cummings e Infante-Sheridan (2018), Grajeda (1979), Gomez (2020), Leal (1986), Olivares (1991), Pino Jr. (1975), Ramirez (2019), Rocard (1974), Rodriguez (2020), Rodríguez (2019), Santos (2019), Seliger (2009) e Socha (2009)). Com isso, evidenciou-se a persistência das péssimas condições de trabalho às quais a maioria da população mexicano-americana está submetida, por medo da deportação, além de terem migrado do trabalho do campo para o da cidade. A educação é vista como uma esperança para conseguir oportunidades melhores, enquanto a religião é representada de forma dual: de um lado, acolhedora, alenta a angústia dos chicanos, sobretudo dos mais velhos; de outro, amansa-os para continuarem suportando as violências sem se rebelarem. Na narrativa contemporânea, o discurso feminista adiciona outras camadas de complexidade à crítica ao cristianismo e à fé, como as discordâncias em relação aos papéis de gênero e à homofobia. Por fim, percebe-se o Sonho Americano não fazer parte do cotidiano de uma parte considerável dos chicanos, pois eles não sonham em ficar ricos, mas somente em melhorar as condições nas quais se encontram.This thesis, from a decolonial perspective, examines works by Chicano authors, theorists, and critics who have not only reflected on Chicano identity but also on the development of their culture in the United States. The United States has historically fostered immigration through the promotion of the American Dream and the notion that the country represents a “land of opportunities.” The oppression suffered by these people, however, begins with the difficulty of accessing a permanent residence visa, which leads many immigrants to live undocumented, having their rights and freedoms curtailed in the country, at the risk of deportation. Secondly, the hegemonic culture in the United States has adopted an ideology wherein individuals who are not of Anglo-Saxon descent are regarded as “the other” and are consequently denied a voice and a place in the country. In order to elucidate the ways in which the status quo is maintained, this study contrasts the themes and motifs developed in two narratives written by Chicano authors that explore these issues. The first is ...y no se tragó la tierra /...and the Earth Did Not Devour Him, by Tomás Rivera, originally published in 1971, and the second is I Am Not Your Perfect Mexican Daughter, by Erika L. Sánchez, published in 2017. The works were separated by almost half a century. To this end, the investigation shows how self-representation took place to throw into question stereotypes and prejudice, not only of the hegemonic culture, but also of the inherited Mexican culture itself. The theoretical basis for this aim is Stuart Hall (2003, 2006) and Castells (2008) to talk about identity formation in late modernity, and the theorists and critics Hinojosa (1975, 1986), Paredes (1978, 1981), Arce (1981), Calderón (1982), Sánchez Escobar (1991), Rodríguez (1996), Mato (1998), Belgrad (2004), Moya (2005), Camarillo (2013), Chávez (2013) and Muñoz Jr. (2013) to deal specifically with the formation of Chicano identity and literature. Next, we bring up the feminist theorists and critics Zinn (1980), Mora (1986), Martínez (2017), Garcia (1989), Candelaria (1980) and Anzaldua (1987, 2000, 2012) to point out the problems found within the community itself regarding gender roles in Chicano and Anglo cultures. In addition, Rivero (2005) and Morales (2018) work on the issue of current Latinx pan-identity. Finally, this work dialogues with the critical fortune of both works studied (Saldívar (1979), Barrios (2024), Cantú-Sánchez (2018), Cummings and Infante-Sheridan (2018), Grajeda (1979), Gomez (2020), Leal (1986), Olivares (1991), Pino Jr. (1975), Ramirez (2019), Rocard (1974), Rodriguez (2020), Rodríguez (2019), Santos (2019), Seliger (2009) and Socha (2009)). The persistence of the terrible working conditions to which the majority of the population is subjected for fear of deportation, migrating from the countryside jobs to the city ones, was highlighted. In addition, education is seen as a hope for better opportunities, while religion is portrayed in a dual way: on the one hand, it is welcoming, soothing the anguish of the Chicanos, especially the elderly; on the other, it tames them so that they can continue to endure the violence without rebelling. In the contemporary narrative, the feminist discourse adds other layers of complexity to the criticism of Christianity and faith, such as the dissonance of gender roles and homophobia. Finally, it is noticed that the American Dream is not part of the Chicanos’ daily lives, since they do not dream of becoming rich, but only of improving the conditions in which they find themselves.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)CNPq: 130106/2023-2Universidade Estadual Paulista (Unesp)Fernandes, Giséle Manganelli [UNESP]Universidade Estadual Paulista (Unesp)Belloube, Yuri [UNESP]2025-07-16T13:31:30Z2025-06-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfBELLOUBE, Yuri. O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas. Dissertação (Mestrado em Letras). 2025 – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (Ibilce), São José do Rio Preto, 2025.https://hdl.handle.net/11449/31212033004153015P2porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESP2025-07-16T15:20:29Zoai:repositorio.unesp.br:11449/312120Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-07-16T15:20:29Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false
dc.title.none.fl_str_mv O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
The self-discovery and the affirmation of identity as a form of resistance in Chicano novels
title O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
spellingShingle O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
Belloube, Yuri [UNESP]
Chicanos
Identidade
Literatura contemporânea
Estudos culturais
Resistência
Chicanos
Identity
Contemporary literature
Cultural studies
Resistence
title_short O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
title_full O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
title_fullStr O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
title_full_unstemmed O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
title_sort O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas
author Belloube, Yuri [UNESP]
author_facet Belloube, Yuri [UNESP]
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Fernandes, Giséle Manganelli [UNESP]
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.author.fl_str_mv Belloube, Yuri [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Chicanos
Identidade
Literatura contemporânea
Estudos culturais
Resistência
Chicanos
Identity
Contemporary literature
Cultural studies
Resistence
topic Chicanos
Identidade
Literatura contemporânea
Estudos culturais
Resistência
Chicanos
Identity
Contemporary literature
Cultural studies
Resistence
description Esta dissertação, partindo de uma perspectiva decolonial, traz à baila autores, teóricos e críticos chicanos, que refletiram não só sobre a identidade chicana, mas também sobre o desenvolvimento de sua cultura no território estadunidense. A partir da leitura de duas obras de autores chicanos que exploram essas questões — ...y no se tragó la tierra /...and the Earth Did Not Devour Him, de Tomás Rivera, publicado originalmente em 1971, e I Am Not Your Perfect Mexican Daughter, de Erika L. Sánchez, publicado em 2017 — buscamos evidenciar a manutenção do status quo ao contrastarmos os temas e motivos desenvolvidos nesses textos separados por quase meio século. A imigração para os Estados Unidos é fomentada pela narrativa do Sonho Americano e pela ideia de o país ser a “terra das oportunidades”, mas a opressão sofrida inicia-se com a dificuldade de acesso ao visto de residência permanente, o que leva muitos imigrantes a viverem sem documentos, tendo seus direitos e liberdades cerceados no país, sob risco de deportação. Além disso, a cultura hegemônica estadunidense fechou-se em uma ideologia na qual quem não é anglo-saxão é o “outro” e não deve ter voz nem lugar no país. Portanto, refletimos sobre como a autorrepresentação se deu de modo a questionar estereótipos e princípios preconceituosos, não só da cultura hegemônica, mas também da própria cultura mexicana herdada dentre os chicanos. Dessa forma, como fundamentação teórica, apresenta-se Stuart Hall (2003, 2006) e Castells (2008) para falar da formação da identidade na modernidade tardia, e os teóricos e críticos Hinojosa (1975, 1986), Paredes (1978, 1981), Arce (1981), Calderón (1982), Sánchez Escobar (1991), Rodríguez (1996), Mato (1998), Belgrad (2004), Moya (2005), Camarillo (2013), Chávez (2013) e Muñoz Jr. (2013) para tratar da formação da identidade e da literatura chicana de maneira específica. A seguir, trazemos à baila as teóricas e críticas feministas Zinn (1980), Mora (1986), Martínez (2017), Garcia (1989), Candelaria (1980) e Anzaldua (1987, 2000, 2012) para pontuar as mazelas encontradas dentro da própria comunidade em respeito aos papeis de gênero nas culturas chicanas e anglo. Além disso, Rivero (2005) e Morales (2018) trabalham a questão da pan-identidade latina atual. Por fim, este trabalho dialoga com a fortuna crítica de ambas as obras estudadas (Saldívar (1979), Barrios (2024), Cantú-Sánchez (2018), Cummings e Infante-Sheridan (2018), Grajeda (1979), Gomez (2020), Leal (1986), Olivares (1991), Pino Jr. (1975), Ramirez (2019), Rocard (1974), Rodriguez (2020), Rodríguez (2019), Santos (2019), Seliger (2009) e Socha (2009)). Com isso, evidenciou-se a persistência das péssimas condições de trabalho às quais a maioria da população mexicano-americana está submetida, por medo da deportação, além de terem migrado do trabalho do campo para o da cidade. A educação é vista como uma esperança para conseguir oportunidades melhores, enquanto a religião é representada de forma dual: de um lado, acolhedora, alenta a angústia dos chicanos, sobretudo dos mais velhos; de outro, amansa-os para continuarem suportando as violências sem se rebelarem. Na narrativa contemporânea, o discurso feminista adiciona outras camadas de complexidade à crítica ao cristianismo e à fé, como as discordâncias em relação aos papéis de gênero e à homofobia. Por fim, percebe-se o Sonho Americano não fazer parte do cotidiano de uma parte considerável dos chicanos, pois eles não sonham em ficar ricos, mas somente em melhorar as condições nas quais se encontram.
publishDate 2025
dc.date.none.fl_str_mv 2025-07-16T13:31:30Z
2025-06-26
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv BELLOUBE, Yuri. O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas. Dissertação (Mestrado em Letras). 2025 – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (Ibilce), São José do Rio Preto, 2025.
https://hdl.handle.net/11449/312120
33004153015P2
identifier_str_mv BELLOUBE, Yuri. O encontro de si e a afirmação da identidade como forma de resistência em produções chicanas. Dissertação (Mestrado em Letras). 2025 – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (Ibilce), São José do Rio Preto, 2025.
33004153015P2
url https://hdl.handle.net/11449/312120
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1854954822151700480