Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia
| Ano de defesa: | 2026 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41953 |
Resumo: | Esta dissertação examina a relação entre a arquitetura hostil e a aporofobia na cidade de São Paulo, a partir da perspectiva da semiótica discursiva de linha francesa. Parte-se da compreensão da mídia como uma instância de mediação entre os acontecimentos sociais e a opinião pública, capaz de produzir e organizar sentidos acerca do espaço urbano e dos corpos que nele circulam. O objetivo central do trabalho é analisar discursos jornalísticos veiculados por meios de comunicação de ampla circulação e relevância no debate público, sendo eles Folha de S. Paulo, CartaCapital, G1 e O Antagonista, a fim de compreender como esses discursos mobilizam valores e configuram visões de mundo que legitimam ou questionam práticas espaciais excludentes dirigidas às pessoas em situação de rua. Como objetivos específicos, a pesquisa busca investigar os mecanismos discursivos por meio dos quais a mídia constrói atitudes aporofóbicas no espaço urbano, bem como identificar as formas e usos atribuídos à arquitetura hostil. A análise semiótica de textos e imagens evidencia que a arquitetura hostil opera como enunciado material, na medida em que seus dispositivos como estruturas pontiagudas, grades e obstáculos físicos, são apresentados discursivamente como soluções técnicas, estratégias de ordenamento urbano ou medidas de segurança. Conclui-se que tais dispositivos constituem a materialização de uma aporofobia institucionalizada, resultante de ações do poder público, da iniciativa privada e de pactos sociais implícitos que regulam a presença e a visibilidade de corpos considerados indesejáveis no espaço urbano. Ao evidenciar esses processos, a pesquisa contribui para uma reflexão crítica sobre os modos contemporâneos de governo dos corpos e sobre os discursos midiáticos que os sustentam ou os tensionam. |
| id |
UPM_1c0e81d12a8dd3b0d05e6832dd58c8a8 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:dspace.mackenzie.br:10899/41953 |
| network_acronym_str |
UPM |
| network_name_str |
Repositório Digital do Mackenzie |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Akimoto, Gabrielli CarolineBueno , Alexandre Marcelo2026-03-06T19:02:40Z2026-01-05https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41953Esta dissertação examina a relação entre a arquitetura hostil e a aporofobia na cidade de São Paulo, a partir da perspectiva da semiótica discursiva de linha francesa. Parte-se da compreensão da mídia como uma instância de mediação entre os acontecimentos sociais e a opinião pública, capaz de produzir e organizar sentidos acerca do espaço urbano e dos corpos que nele circulam. O objetivo central do trabalho é analisar discursos jornalísticos veiculados por meios de comunicação de ampla circulação e relevância no debate público, sendo eles Folha de S. Paulo, CartaCapital, G1 e O Antagonista, a fim de compreender como esses discursos mobilizam valores e configuram visões de mundo que legitimam ou questionam práticas espaciais excludentes dirigidas às pessoas em situação de rua. Como objetivos específicos, a pesquisa busca investigar os mecanismos discursivos por meio dos quais a mídia constrói atitudes aporofóbicas no espaço urbano, bem como identificar as formas e usos atribuídos à arquitetura hostil. A análise semiótica de textos e imagens evidencia que a arquitetura hostil opera como enunciado material, na medida em que seus dispositivos como estruturas pontiagudas, grades e obstáculos físicos, são apresentados discursivamente como soluções técnicas, estratégias de ordenamento urbano ou medidas de segurança. Conclui-se que tais dispositivos constituem a materialização de uma aporofobia institucionalizada, resultante de ações do poder público, da iniciativa privada e de pactos sociais implícitos que regulam a presença e a visibilidade de corpos considerados indesejáveis no espaço urbano. Ao evidenciar esses processos, a pesquisa contribui para uma reflexão crítica sobre os modos contemporâneos de governo dos corpos e sobre os discursos midiáticos que os sustentam ou os tensionam.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelUniversidade Presbiteriana Mackenziesemióticaarquitetura hostilexclusão socialaporofobiaAnálise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobiainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttps://lattes.cnpq.br/4102309176261051https://orcid.org/0000-0002-0798-3615https://lattes.cnpq.br/6961014915953249Demuru , Paolohttps://lattes.cnpq.br/1827579292867005https://orcid.org/0000-0003-1559-9530Rodrigues , Graziela FernandesThis dissertation examines the relationship between hostile architecture and aporophobia in the city of São Paulo, from the perspective of French discourse semiotics. It is based on the understanding of the media as an instance of mediation between social events and public opinion, capable of producing and organizing meanings concerning urban space and the bodies that circulate within it. The central objective of this study is to analyze journalistic discourses published by major media outlets involved in the public debate, namely Folha de S. Paulo, CartaCapital, G1 and O Antagonista, in order to understand how these discourses mobilize values and configure worldviews that legitimize or question exclusionary partial practices directed at people experiencing homelessness. As specific objectives, the research seeks to investigate the discursive mechanisms through which the media contributes to the construction of aporophobic attitudes in urban space, as well as to identify the forms and uses attributed to hostile architecture. The semiotic analysis of texts and images shows that hostile architecture operates as a material enunciation, insofar as its devices, such as pointed structures, grates and physical obstacles, are discursively presented as technical solutions, strategies of urban ordering or security measures. It is concluded that such devices constitute the materialization of institutionalized aporophobia, resulting from actions by public authorities, private initiatives, and implicit social pacts that regulate the presence and visibility of bodies considered undesirable in urban space. By making these processes visible, this study contributes to a critical reflection on contemporary modes of governing bodies and on the media discourses that sustain or challenge them.semioticshostile architecturesocial exclusionaporophobiaBrasilCentro de Comunicação e Letras (CCL)UPMLetrasLINGUISTICA, LETRAS E ARTESORIGINALGabrielli Caroline Akimoto....pdfGabrielli Caroline Akimoto....pdfapplication/pdf13168201https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/814b524e-2a87-4dbe-a286-1d4519762667/downloaddfcbb1aa8174cf15130a37837fc7368fMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3aed0131-1b97-4b48-9e6b-7053a28759fd/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTGabrielli Caroline Akimoto....pdf.txtGabrielli Caroline Akimoto....pdf.txtExtracted texttext/plain103458https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/78fb89c5-1f0a-4492-a8d3-08e24876c25e/downloaddfdd16e3a9779f93ac92681b293087a7MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILGabrielli Caroline Akimoto....pdf.jpgGabrielli Caroline Akimoto....pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2603https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d074c2e5-048f-425d-91ea-d5e09a7d36b7/downloadaf4de7788826355e46b2f201adaaaf49MD54falseAnonymousREAD10899/419532026-03-07T06:01:50.591932Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41953https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-03-07T06:01:50Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| title |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| spellingShingle |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia Akimoto, Gabrielli Caroline semiótica arquitetura hostil exclusão social aporofobia |
| title_short |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| title_full |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| title_fullStr |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| title_full_unstemmed |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| title_sort |
Análise semiótica dos discursos sobre arquitetura hostil e a construção social da aporofobia |
| author |
Akimoto, Gabrielli Caroline |
| author_facet |
Akimoto, Gabrielli Caroline |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Akimoto, Gabrielli Caroline |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Bueno , Alexandre Marcelo |
| contributor_str_mv |
Bueno , Alexandre Marcelo |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
semiótica arquitetura hostil exclusão social aporofobia |
| topic |
semiótica arquitetura hostil exclusão social aporofobia |
| description |
Esta dissertação examina a relação entre a arquitetura hostil e a aporofobia na cidade de São Paulo, a partir da perspectiva da semiótica discursiva de linha francesa. Parte-se da compreensão da mídia como uma instância de mediação entre os acontecimentos sociais e a opinião pública, capaz de produzir e organizar sentidos acerca do espaço urbano e dos corpos que nele circulam. O objetivo central do trabalho é analisar discursos jornalísticos veiculados por meios de comunicação de ampla circulação e relevância no debate público, sendo eles Folha de S. Paulo, CartaCapital, G1 e O Antagonista, a fim de compreender como esses discursos mobilizam valores e configuram visões de mundo que legitimam ou questionam práticas espaciais excludentes dirigidas às pessoas em situação de rua. Como objetivos específicos, a pesquisa busca investigar os mecanismos discursivos por meio dos quais a mídia constrói atitudes aporofóbicas no espaço urbano, bem como identificar as formas e usos atribuídos à arquitetura hostil. A análise semiótica de textos e imagens evidencia que a arquitetura hostil opera como enunciado material, na medida em que seus dispositivos como estruturas pontiagudas, grades e obstáculos físicos, são apresentados discursivamente como soluções técnicas, estratégias de ordenamento urbano ou medidas de segurança. Conclui-se que tais dispositivos constituem a materialização de uma aporofobia institucionalizada, resultante de ações do poder público, da iniciativa privada e de pactos sociais implícitos que regulam a presença e a visibilidade de corpos considerados indesejáveis no espaço urbano. Ao evidenciar esses processos, a pesquisa contribui para uma reflexão crítica sobre os modos contemporâneos de governo dos corpos e sobre os discursos midiáticos que os sustentam ou os tensionam. |
| publishDate |
2026 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2026-03-06T19:02:40Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2026-01-05 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41953 |
| url |
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41953 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Presbiteriana Mackenzie |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Presbiteriana Mackenzie |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Digital do Mackenzie instname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) instacron:MACKENZIE |
| instname_str |
Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
| instacron_str |
MACKENZIE |
| institution |
MACKENZIE |
| reponame_str |
Repositório Digital do Mackenzie |
| collection |
Repositório Digital do Mackenzie |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/814b524e-2a87-4dbe-a286-1d4519762667/download https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3aed0131-1b97-4b48-9e6b-7053a28759fd/download https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/78fb89c5-1f0a-4492-a8d3-08e24876c25e/download https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d074c2e5-048f-425d-91ea-d5e09a7d36b7/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
dfcbb1aa8174cf15130a37837fc7368f a092685f5fe02015fe6064807ee8feef dfdd16e3a9779f93ac92681b293087a7 af4de7788826355e46b2f201adaaaf49 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.br |
| _version_ |
1863649759823134720 |