Cenas dos contemporâneos pelo graffiti de Alex Vallauri e Guiles
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41469 |
Resumo: | Este trabalho investiga o graffiti como um sistema complexo de comunicação visual, desde suas raízes nas manifestações rupestres pré-históricas até suas expressões contemporâneas, buscando compreender como o graffiti opera como um vetor de discursos, resistências e reflexões críticas sobre as estruturas sociopolíticas que moldam o espaço urbano. A pesquisa analisa a evolução da necessidade humana de marcar, registrar e comunicar através de suportes físicos, partindo das inscrições rupestres, passando pelos hieróglifos egípcios e graffitis romanos, até a revolução trazida pelo spray, que impulsionou o graffiti como movimento artístico global. O estudo aborda o desenvolvimento do graffiti nos Estados Unidos a partir da década de 1970, em conexão com a cultura hip-hop, e sua disseminação para a Europa, com ênfase em Berlim e a influência do Muro. No contexto brasileiro, a pesquisa se concentra em São Paulo, investigando o graffiti como forma de resistência durante a ditadura militar, destacando os artistas Alex Vallauri, pioneiro na afirmação do graffiti como arte autônoma, e Guiles, cujas obras contemporâneas suscitam debates sobre temas como política e saúde pública. A pesquisa também explora a interseção entre o graffiti e a cultura visual, incluindo filmes e jogos. Conclui-se que o graffiti se consolidou como um importante meio de expressão e resistência, transcendendo as fronteiras entre arte e ativismo, promovendo reflexões sobre política, ambiente e sociedade e utilizando um diversificado arcabouço documental, incluindo arquivos e fotografias. |
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Andrade, Gabriel Noriyuki deRamos, Rosangela Patriota2025-10-08T19:20:07Z2025-02-06https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41469Este trabalho investiga o graffiti como um sistema complexo de comunicação visual, desde suas raízes nas manifestações rupestres pré-históricas até suas expressões contemporâneas, buscando compreender como o graffiti opera como um vetor de discursos, resistências e reflexões críticas sobre as estruturas sociopolíticas que moldam o espaço urbano. A pesquisa analisa a evolução da necessidade humana de marcar, registrar e comunicar através de suportes físicos, partindo das inscrições rupestres, passando pelos hieróglifos egípcios e graffitis romanos, até a revolução trazida pelo spray, que impulsionou o graffiti como movimento artístico global. O estudo aborda o desenvolvimento do graffiti nos Estados Unidos a partir da década de 1970, em conexão com a cultura hip-hop, e sua disseminação para a Europa, com ênfase em Berlim e a influência do Muro. No contexto brasileiro, a pesquisa se concentra em São Paulo, investigando o graffiti como forma de resistência durante a ditadura militar, destacando os artistas Alex Vallauri, pioneiro na afirmação do graffiti como arte autônoma, e Guiles, cujas obras contemporâneas suscitam debates sobre temas como política e saúde pública. A pesquisa também explora a interseção entre o graffiti e a cultura visual, incluindo filmes e jogos. Conclui-se que o graffiti se consolidou como um importante meio de expressão e resistência, transcendendo as fronteiras entre arte e ativismo, promovendo reflexões sobre política, ambiente e sociedade e utilizando um diversificado arcabouço documental, incluindo arquivos e fotografias.IPM - Instituto Presbiteriano MackenzieUniversidade Presbiteriana Mackenziegraffitiresistência políticaAlex VallauriGuilesSão PauloCenas dos contemporâneos pelo graffiti de Alex Vallauri e Guilesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/8434935867197930https://orcid.org/0000-0003-1330-1905http://lattes.cnpq.br/3740831497433048Gaudêncio Junior, Norbertohttp://lattes.cnpq.br/3425101875347583https://orcid.org/0000-0001-5909-3000Ramos, Alcides Freirehttp://lattes.cnpq.br/4887520444879981https://orcid.org/0000-0002-6701-9123Este trabajo investiga el grafiti como un sistema complejo de comunicación visual, desde sus raíces en las manifestaciones rupestres prehistóricas hasta sus expresiones contemporáneas, buscando comprender cómo el grafiti opera como un vector de discursos, resistencias y reflexiones críticas sobre las estructuras sociopolíticas que moldean el espacio urbano. La investigación analiza la evolución de la necesidad humana de marcar, registrar y comunicar a través de soportes físicos, partiendo de las inscripciones rupestres, pasando por los jeroglíficos egipcios y grafitis romanos, hasta la revolución traída por el aerosol, que impulsó el grafiti como movimiento artístico global. El estudio aborda el desarrollo del grafiti en los Estados Unidos a partir de la década de 1970, en conexión con la cultura hip-hop, y su diseminación hacia Europa, con énfasis en Berlín y la influencia del Muro. En el contexto brasileño, la investigación se centra en São Paulo, investigando el grafiti como forma de resistencia durante la dictadura militar, destacando a los artistas Alex Vallauri, pionero en la afirmación del grafiti como arte autónomo, y Guiles, cuyas obras contemporáneas suscitan debates sobre temas como política y salud pública. La investigación también explora la intersección entre el grafiti y la cultura visual, incluyendo películas y juegos. Se concluye que el grafiti se consolidó como un importante medio de expresión y resistencia, trascendiendo las fronteras entre arte y activismo, promoviendo reflexiones sobre política, ambiente y sociedad y utilizando un diversificado acervo documental, incluyendo archivos y fotografías.graffitiresistencia políticaAlex VallauriGuilesSão PauloBrasilCentro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)UPMEducação, Arte e História da CulturaCIENCIAS HUMANASLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/7964da8d-aada-4619-a94a-42a5f6814a41/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD51falseAnonymousREADORIGINALGABRIEL NORIYUKI DE ANDRADE.protegido.pdfGABRIEL NORIYUKI DE ANDRADE.protegido.pdfapplication/pdf3132853https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/290747a2-dd20-47aa-9940-c0d71fbed1b1/download13712ba8265d3d9a83230f97c44ee5baMD52trueAnonymousREADTEXTGABRIEL NORIYUKI DE ANDRADE.protegido.pdf.txtGABRIEL NORIYUKI DE ANDRADE.protegido.pdf.txtExtracted texttext/plain102553https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/b56ee4c9-b051-4536-b100-4bf5349d1f91/downloadb33d2c3a35a8c338943d6f409d556639MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILGABRIEL NORIYUKI DE ANDRADE.protegido.pdf.jpgGABRIEL NORIYUKI DE ANDRADE.protegido.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2723https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/9ae84635-e5d2-4163-8c25-05c6d71afa11/download7d7d60ce1f7af0932df1c15edcf6c217MD54falseAnonymousREAD10899/414692025-10-09T06:02:01.482052Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41469https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-10-09T06:02:01Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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