Avaliação do perfil epidemiológico e correlação do Neutrophil-Lymphocyte Ratio (NLR) e do Platelet-Lymphocyte Ratio (PLR) com complicações e sobrevida em um ano de pós-operatório na cirurgia para metástase óssea do esqueleto apendicular
| Ano de defesa: | 2023 |
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Resumo: | Introdução: A metástase óssea é a neoplasia maligna mais comum do esqueleto, e a tomada de decisão cirúrgica depende de múltiplos fatores, incluindo as complicações pós-operatórias e a expectativa de vida do paciente. A identificação de novos fatores prognósticos pode orientar os profissionais de saúde na tomada de decisão cirúrgica. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos pacientes com metástase óssea em ossos longos, a incidência de complicações e taxas de sobrevida pós-operatória. Correlacionar o NLR e PLR com taxas de complicações e sobrevida em 1, 3, 6 meses e 1 ano de pós-operatório. Método: Estudo observacional retrospectivo, com a revisão de 160 prontuários eletrônicos de pacientes submetidos a cirurgia por metástase óssea no esqueleto apendicular durante o período de janeiro de 2010 a dezembro de 2019. Foi traçado o perfil epidemiológico com as seguintes variáveis: idade, gênero, sítio primário, localização da metástase óssea, cirurgia realizada, presença de outras metástases, comorbidade e radioterapia prévia. Foram determinados os valores de NLR e PLR e correlacionados com a sobrevida e com as complicações pós-operatórias. Resultados: A idade média foi 61,5 anos e 64,5% dos pacientes eram do sexo feminino. O sítio primário mais comum foi a mama (62,6%, n=57) e o osso mais acometido foi o fêmur proximal. A taxa de sobrevida média foi de 13,2 meses (0-99,6) e a sobrevida em um ano foi de 34,7% (n=49). A cirurgia de ressecção do tumor com substituição por endoprótese foi o procedimento mais comum. A taxa de complicação pós-cirúrgicas foi de 10% e o tempo médio para a ocorrência de complicações pós-operatórias foi de 27,9 dias (0-140). Foi encontrada a associação da variável neutrófilos com a complicação pós-operatória (p=0,04). A cada 100 unidades a mais de neutrófilos houve um aumento de 1% nas chances de complicações pós-cirúrgicas. Os valores médios do NLR e PLR foram, respectivamente, 5,3 (0,2-30,7) e 199,7 (32,1-676,7). O NLR e PLR não foram um fator de risco para complicação pós-operatória. A partir do 3° mês de pós-operatório, a sobrevida dos pacientes com NLR ≥ 2 (p0.001) diminui de 92,3% para 62,5%, de 69,2% para 41,4% com 6 meses e de 61,5% para 31,3% com 12 meses cirurgia. Os pacientes com PLR ≥ 209 (p0.001) apresentaram uma diminuição na taxa de sobrevida, variando de 69% para 59,3% no 3° mês e de 40,2% para 25,9% com um ano de pós-operatório. Conclusão: Houve uma predominância de pacientes do sexo feminino com tumor de mama. A cirurgia mais frequente foi a ressecção tumoral seguida de reconstrução com endoprótese e a taxa de complicação cirúrgica foi de 10%. A sobrevida em um ano foi de 34,7%. Tanto o NLR quanto o PLR estão associados com uma menor sobrevida em pacientes com MO submetidos ao tratamento cirúrgico, especialmente após 3 meses de pós-operatório. |
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Teixeira, Matheus SilvaCollaço, Luiz Martins2024-06-14T18:27:21Z2024-06-14T18:27:21Z2023https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38781Introdução: A metástase óssea é a neoplasia maligna mais comum do esqueleto, e a tomada de decisão cirúrgica depende de múltiplos fatores, incluindo as complicações pós-operatórias e a expectativa de vida do paciente. A identificação de novos fatores prognósticos pode orientar os profissionais de saúde na tomada de decisão cirúrgica. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos pacientes com metástase óssea em ossos longos, a incidência de complicações e taxas de sobrevida pós-operatória. Correlacionar o NLR e PLR com taxas de complicações e sobrevida em 1, 3, 6 meses e 1 ano de pós-operatório. Método: Estudo observacional retrospectivo, com a revisão de 160 prontuários eletrônicos de pacientes submetidos a cirurgia por metástase óssea no esqueleto apendicular durante o período de janeiro de 2010 a dezembro de 2019. Foi traçado o perfil epidemiológico com as seguintes variáveis: idade, gênero, sítio primário, localização da metástase óssea, cirurgia realizada, presença de outras metástases, comorbidade e radioterapia prévia. Foram determinados os valores de NLR e PLR e correlacionados com a sobrevida e com as complicações pós-operatórias. Resultados: A idade média foi 61,5 anos e 64,5% dos pacientes eram do sexo feminino. O sítio primário mais comum foi a mama (62,6%, n=57) e o osso mais acometido foi o fêmur proximal. A taxa de sobrevida média foi de 13,2 meses (0-99,6) e a sobrevida em um ano foi de 34,7% (n=49). A cirurgia de ressecção do tumor com substituição por endoprótese foi o procedimento mais comum. A taxa de complicação pós-cirúrgicas foi de 10% e o tempo médio para a ocorrência de complicações pós-operatórias foi de 27,9 dias (0-140). Foi encontrada a associação da variável neutrófilos com a complicação pós-operatória (p=0,04). A cada 100 unidades a mais de neutrófilos houve um aumento de 1% nas chances de complicações pós-cirúrgicas. Os valores médios do NLR e PLR foram, respectivamente, 5,3 (0,2-30,7) e 199,7 (32,1-676,7). O NLR e PLR não foram um fator de risco para complicação pós-operatória. A partir do 3° mês de pós-operatório, a sobrevida dos pacientes com NLR ≥ 2 (p0.001) diminui de 92,3% para 62,5%, de 69,2% para 41,4% com 6 meses e de 61,5% para 31,3% com 12 meses cirurgia. Os pacientes com PLR ≥ 209 (p0.001) apresentaram uma diminuição na taxa de sobrevida, variando de 69% para 59,3% no 3° mês e de 40,2% para 25,9% com um ano de pós-operatório. Conclusão: Houve uma predominância de pacientes do sexo feminino com tumor de mama. A cirurgia mais frequente foi a ressecção tumoral seguida de reconstrução com endoprótese e a taxa de complicação cirúrgica foi de 10%. A sobrevida em um ano foi de 34,7%. Tanto o NLR quanto o PLR estão associados com uma menor sobrevida em pacientes com MO submetidos ao tratamento cirúrgico, especialmente após 3 meses de pós-operatório.OutrosInstituto Presbiteriano Mackenziecirurgiaextremidade inferiormetástase neoplásicaepidemiologiasobrevidacomorbidadecomplicações pós-operatóriasneutrófiloslinfócitosplaquetasAvaliação do perfil epidemiológico e correlação do Neutrophil-Lymphocyte Ratio (NLR) e do Platelet-Lymphocyte Ratio (PLR) com complicações e sobrevida em um ano de pós-operatório na cirurgia para metástase óssea do esqueleto apendicularinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/9665949474686201http://lattes.cnpq.br/9247948127631634Greca, Claudio de Paula Soareshttp://lattes.cnpq.br/2276333209972546Isolan , Gustavo Rassierhttp://lattes.cnpq.br/7625443805067090Ribas, Carmem Australia Paredes Marcondeshttp://lattes.cnpq.br/8992581224020848Ribas, Carmem Australia Paredes Marcondeshttp://lattes.cnpq.br/8992581224020848Introduction: Bone metastasis is the most common malignant tumor of the skeleton, ranking third in metastases from adenocarcinomas. Surgical decision-making depends on multiples factors, including post-operative complications and the patient’s life expectancy. Identifying new prognostic factors can guide healthcare professionals in surgical decision-making. Objective: Analyzing the epidemiological profile of patients with bone metastasis in long bones, the incidence of complications, and post-operative survival rates. Correlating NLR and PLR with complication rates and survival at 1,3,6 months, and 1year post-operation. Method: Retrospective observational study, involving the review of 160 electronic medical records of patients undergoing surgery for bone metastasis in the appendicular skeleton, from January 2010 to December 2019. The epidemiologic profile was outlined with the following variables: age, gender, primary tumor, location of bone metastasis, type of surgery performed, presence of other metastases, comorbidities, and prior radiotherapy. NLR and PLR values were determined and correlated with post-operative complications and survival outcome. Results: The average age was 61.5 years, with 64.5% of patients being female. The most prevalent tumor was the breast carcinoma with 62.6% (n=57), and the most affected bone was the proximal femur. The average survival rate was 13.2 months (range: 0-99.6), with a one-year survival rate of 34.7% (n=49). Tumor resection surgery with endoprosthesis replacement was the most common surgical procedure. The rate of post-operative complications was 10%, with a mean time to occurrence of 27.9 days (range: 0-140). There was an association found between the neutrophil variable and post-operative complication (p=0.04). For every 100-unit increase in neutrophils, there was a 1% increase in the chances of post-surgical complications. The mean values of NLR and PLR were 5.3 (range: 0.2-30.7) and 199.7 (range: 32.1-676.7), respectively. NLR and PLR were not a risk factor for post-operative complications. From the 3rd month post-operation, the survival of patients with NLR ≥ 2 (p<0.001) decreased from 92.3% to 62.5%, from 69.2% to 41.4% at 6 months, and from 61.5% to 31.3% at 12 months post-surgery. Patients with PLR ≥ 209 (p<0.001) showed a decrease in survival rate, ranging from 69% to 59.3% at the 3rd month and from 40.2% to 25.9% at one-year post-operation. Conclusion: There was a predominance of female patients with breast tumors. The most frequent surgery was tumor resection followed by reconstruction with endoprosthesis, and the surgical complication rate was 10%. The one-year survival rate was 34,7%. Both NLR and PLR are associated with lower survival in patients with bone metastasis undergoing surgical treatment, especially after 3 months postoperatively.lower extremitysurgeryneoplasm metastasisepidemiologysurvivalcomorbiditypost-operative complicationsneutrophilslymphocytesblood plateletBrasilFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)UPMPrincípios da CirurgiaCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEORIGINALMATHEUS SILVA TEIXEIRA - DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.pdfMATHEUS SILVA TEIXEIRA - DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.pdfapplication/pdf1892732https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/efe1f10a-5054-4a5a-9143-6977ccdbd58a/downloadd201b989c8a688258c85384a20a0030aMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/482103db-1d8c-4329-830a-eedc5f064da9/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52falseAnonymousREADTEXTMATHEUS SILVA TEIXEIRA - DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.pdf.txtMATHEUS SILVA TEIXEIRA - DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.pdf.txtExtracted texttext/plain74783https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/5481b8c9-3510-4146-908d-60a350ec10cb/downloadd51077fff0b124dd6fcaad57eef24201MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILMATHEUS SILVA TEIXEIRA - DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.pdf.jpgMATHEUS SILVA TEIXEIRA - DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2949https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/80096309-76f3-4e8b-8459-0e1d94f16a72/downloadf9fb94a35a76f4631307bb156ac32185MD54falseAnonymousREAD10899/387812024-06-15T06:02:19.367Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/38781https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772024-06-15T06:02:19Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg== |
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Introdução: A metástase óssea é a neoplasia maligna mais comum do esqueleto, e a tomada de decisão cirúrgica depende de múltiplos fatores, incluindo as complicações pós-operatórias e a expectativa de vida do paciente. A identificação de novos fatores prognósticos pode orientar os profissionais de saúde na tomada de decisão cirúrgica. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos pacientes com metástase óssea em ossos longos, a incidência de complicações e taxas de sobrevida pós-operatória. Correlacionar o NLR e PLR com taxas de complicações e sobrevida em 1, 3, 6 meses e 1 ano de pós-operatório. Método: Estudo observacional retrospectivo, com a revisão de 160 prontuários eletrônicos de pacientes submetidos a cirurgia por metástase óssea no esqueleto apendicular durante o período de janeiro de 2010 a dezembro de 2019. Foi traçado o perfil epidemiológico com as seguintes variáveis: idade, gênero, sítio primário, localização da metástase óssea, cirurgia realizada, presença de outras metástases, comorbidade e radioterapia prévia. Foram determinados os valores de NLR e PLR e correlacionados com a sobrevida e com as complicações pós-operatórias. Resultados: A idade média foi 61,5 anos e 64,5% dos pacientes eram do sexo feminino. O sítio primário mais comum foi a mama (62,6%, n=57) e o osso mais acometido foi o fêmur proximal. A taxa de sobrevida média foi de 13,2 meses (0-99,6) e a sobrevida em um ano foi de 34,7% (n=49). A cirurgia de ressecção do tumor com substituição por endoprótese foi o procedimento mais comum. A taxa de complicação pós-cirúrgicas foi de 10% e o tempo médio para a ocorrência de complicações pós-operatórias foi de 27,9 dias (0-140). Foi encontrada a associação da variável neutrófilos com a complicação pós-operatória (p=0,04). A cada 100 unidades a mais de neutrófilos houve um aumento de 1% nas chances de complicações pós-cirúrgicas. Os valores médios do NLR e PLR foram, respectivamente, 5,3 (0,2-30,7) e 199,7 (32,1-676,7). O NLR e PLR não foram um fator de risco para complicação pós-operatória. A partir do 3° mês de pós-operatório, a sobrevida dos pacientes com NLR ≥ 2 (p0.001) diminui de 92,3% para 62,5%, de 69,2% para 41,4% com 6 meses e de 61,5% para 31,3% com 12 meses cirurgia. Os pacientes com PLR ≥ 209 (p0.001) apresentaram uma diminuição na taxa de sobrevida, variando de 69% para 59,3% no 3° mês e de 40,2% para 25,9% com um ano de pós-operatório. Conclusão: Houve uma predominância de pacientes do sexo feminino com tumor de mama. A cirurgia mais frequente foi a ressecção tumoral seguida de reconstrução com endoprótese e a taxa de complicação cirúrgica foi de 10%. A sobrevida em um ano foi de 34,7%. Tanto o NLR quanto o PLR estão associados com uma menor sobrevida em pacientes com MO submetidos ao tratamento cirúrgico, especialmente após 3 meses de pós-operatório. |
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Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
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