Aprendizagem em matemática: perspectivas de estudantes em um laboratório de ensino

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Máximo, Vitor Rafael Cavalcanti
Orientador(a): Silva, Paulo Fraga da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41467
Resumo: A pesquisa teve como objetivo identificar as características de um Laboratório de Ensino de Matemática (LEM) que contribuem para diminuir as dificuldades na disciplina, segundo alunos do 7º ano do Ensino Fundamental. Partiu-se da constatação de que a Matemática é tradicionalmente vista como difícil, buscando compreender como o LEM favorece autonomia e protagonismo. O estudo, de abordagem qualitativa, exploratória e participante, utilizou levantamento bibliográfico, questionários e grupos focais. Os dados mostraram que a principal motivação para frequentar o LEM está ligada ao desejo de melhorar o desempenho escolar, associado ao incentivo familiar. Os alunos destacaram o ambiente acolhedor, a atenção individualizada e a liberdade para tirar dúvidas, fatores que diferenciam o espaço da sala de aula convencional, tornando-o mais tranquilo e centrado no estudante. Além da melhora nas notas, os participantes passaram a apresentar maior confiança, colaboração e protagonismo, chegando a explicar conteúdos a colegas. Temas como expressões numéricas, frações e operações com sinais foram desafiadores, mas superados com apoio no LEM, que possibilitou identificar erros, aplicar propriedades com segurança e desenvolver autonomia. A escuta das vozes dos estudantes revelou dificuldades, avanços e percepções sobre a Matemática, reafirmando a importância de práticas pedagógicas inovadoras. Conclui-se que o LEM é uma estratégia eficaz, inclusiva e humanizadora, que fortalece a aprendizagem e deve ser institucionalmente reconhecido, ampliado e valorizado.
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Os alunos destacaram o ambiente acolhedor, a atenção individualizada e a liberdade para tirar dúvidas, fatores que diferenciam o espaço da sala de aula convencional, tornando-o mais tranquilo e centrado no estudante. Além da melhora nas notas, os participantes passaram a apresentar maior confiança, colaboração e protagonismo, chegando a explicar conteúdos a colegas. Temas como expressões numéricas, frações e operações com sinais foram desafiadores, mas superados com apoio no LEM, que possibilitou identificar erros, aplicar propriedades com segurança e desenvolver autonomia. A escuta das vozes dos estudantes revelou dificuldades, avanços e percepções sobre a Matemática, reafirmando a importância de práticas pedagógicas inovadoras. Conclui-se que o LEM é uma estratégia eficaz, inclusiva e humanizadora, que fortalece a aprendizagem e deve ser institucionalmente reconhecido, ampliado e valorizado.IPM - Instituto Presbiteriano MackenzieUniversidade Presbiteriana Mackenzielaboratório de matemáticadificuldades de aprendizagemensino fundamentalautonomia discenteeducação matemáticaAprendizagem em matemática: perspectivas de estudantes em um laboratório de ensinoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/5107989573840442https://orcid.org/0000-0003-1446-6824http://lattes.cnpq.br/0893309766092017Aroma, Adriana Cornejo da SilvaFigueiredo, Auriluci de Carvalhohttp://lattes.cnpq.br/1680435420456224https://orcid.org/0000-0002-2856-0064The objective of the research was to identify the characteristics of a Mathematics Teaching Laboratory (LEM) that contribute to reducing difficulties in the subject, according to 7th grade elementary school students. It started from the observation that mathematics is traditionally seen as difficult, seeking to understand how LEM promotes autonomy and protagonism. The study, which was qualitative, exploratory, and participatory in nature, used bibliographic research, questionnaires, and focus groups. The data showed that the main motivation for attending the LEM is linked to the desire to improve school performance, associated with family encouragement. The students highlighted the welcoming environment, individualized attention, and freedom to ask questions, factors that differentiate the space from the conventional classroom, making it more peaceful and student-centered. In addition to improved grades, participants began to show greater confidence, collaboration, and protagonism, even explaining content to classmates. Topics such as numerical expressions, fractions, and operations with signs were challenging but were overcome with support from LEM, which made it possible to identify errors, apply rules confidently, and develop autonomy. Listening to the students' voices revealed difficulties, advances, and perceptions about mathematics, reaffirming the importance of innovative teaching practices. It can be concluded that LEM is an effective, inclusive, and humanizing strategy that strengthens learning and should be institutionally recognized, expanded, and valued.mathematics laboratorylearning difficultieslower secondary education;student autonomymathematics educationBrasilCentro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)UPMEducação, Arte e História da CulturaCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/70e6e1f8-118b-45cf-8a17-ae2cb8c34120/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD51falseAnonymousREADORIGINALVITOR RAFAEL CAVALCANTI MÁXIMO.protegido.pdfVITOR RAFAEL CAVALCANTI MÁXIMO.protegido.pdfapplication/pdf1319722https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/366283ce-2dd3-4ed4-9d46-df51b66ffc04/downloadad4c0ca8eb12428a1cfdd509b09a6d46MD52trueAnonymousREADTEXTVITOR RAFAEL CAVALCANTI MÁXIMO.protegido.pdf.txtVITOR RAFAEL CAVALCANTI MÁXIMO.protegido.pdf.txtExtracted texttext/plain103188https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/067ccfbc-bd4a-4ae8-9d0a-abd8c5a11f71/downloadf04759045f95fb119c2e644692caf90aMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILVITOR RAFAEL CAVALCANTI MÁXIMO.protegido.pdf.jpgVITOR RAFAEL CAVALCANTI MÁXIMO.protegido.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2845https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d7f6329a-2d82-42db-9f06-774d2df01aed/download5a4c6436dbc0cd0492d265a5f0d6f478MD54falseAnonymousREAD10899/414672025-10-09T06:01:06.784244Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41467https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-10-09T06:01:06Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
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