Veladuras do viver pedagógico: percursos poéticos, estésicos e educativos na formação de professores que atuam no ensino de arte
| Ano de defesa: | 2021 |
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Resumo: | O ensino de Arte na escola vem sofrendo muitas revisões e proposições desde a década de 1980, gerando pesquisas, documentos oficiais, aumento nas publicações e ações destinadas a discuti-lo na escola e na formação de professores. Nessa trajetória, propostas curriculares, teorias e abordagens metodológicas são apresentadas aos professores que, diante de demandas contemporâneas, são solicitados a reflexões e reformulações de suas práticas pedagógicas. A presente pesquisa investiga como professores que atuam no ensino de Arte se percebem nesse contexto e seguem trabalhando em meio às suas competências (RIOS, 2001) e veladuras de um viver pedagógico. Estuda processos de criação, poéticas pessoais e encontros com a Arte ao acompanhar professores que contam suas histórias e expõem suas veladuras ao viver experiências no “grupo-pesquisador”. O termo “veladuras” tem sua raiz no vocabulário artístico enquanto processo técnico e poético e está presente nesta pesquisa como metáfora na investigação de “camadas” de experiências significativas no viver e no vir a ser do professor de Arte. O analisa ações e proposições para a formação continuada do professor de Arte por meio de percursos poéticos, estésicos e educativos (UTUARI, 2012) considerando o conceito de “grupo-pesquisador” que tem por base teórica e metodológica a sociopoética (GAUTHIER, 1999 e 2014) e o círculo de cultura (FREIRE, 2000, 2002, 2009, 2011 e 2014) e prima por valorizar o protagonismo dos participantes, o corpo, a Arte como produção de conhecimento, o encontro enquanto espaço e oportunidade para a escuta, fala e ações tendo por reflexões as trajetórias da “pessoa” criadora e poética. No ato pesquisador trazemos a A/r/tografia (IRWIN, 2008) e (DIAS e IRWIN, 2013), como concepção de pesquisa ação/pesquisa viva. Considerando a natureza humana em buscar oportunidades para o encontro, mesmo em tempos de distanciamento, a pesquisa fez convites, conjugando o verbo “esperançar” (FREIRE, 1992), a vinte e sete professoras para participarem do grupo-pesquisador em espaço virtual com a criação de ambiências criadoras e educadoras (HARDAGH, 2017; MELLO, 2015) a partir da proposição da “caixa convite: ateliê viajante”. Objetos e materialidades propositoras (MARTINS e PICOSQUE, 2012) dentro da caixa animaram conversas, nutrições estéticas e práticas artísticas como forma de viver o sensível, o poético, no estado de fronteira e perceber as dimensões artística, pesquisadora e educadora. Nesse percurso foi possível compreender que é preciso construir espaços que permitam a criação e expressão, que possam ser mais expansivas, percebendo que só por “dentro é possível conhecer” realidades, desejos e sonhos de quem tinge com suas cores o suporte, “chão” da escola pública: os professores e as professoras. |
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Ferrari, Solange dos Santos UtuariMartins, Mirian Celeste Ferreira Dias2022-02-04T17:09:53Z2022-02-04T17:09:53Z2021-08-26https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/28742O ensino de Arte na escola vem sofrendo muitas revisões e proposições desde a década de 1980, gerando pesquisas, documentos oficiais, aumento nas publicações e ações destinadas a discuti-lo na escola e na formação de professores. Nessa trajetória, propostas curriculares, teorias e abordagens metodológicas são apresentadas aos professores que, diante de demandas contemporâneas, são solicitados a reflexões e reformulações de suas práticas pedagógicas. A presente pesquisa investiga como professores que atuam no ensino de Arte se percebem nesse contexto e seguem trabalhando em meio às suas competências (RIOS, 2001) e veladuras de um viver pedagógico. Estuda processos de criação, poéticas pessoais e encontros com a Arte ao acompanhar professores que contam suas histórias e expõem suas veladuras ao viver experiências no “grupo-pesquisador”. O termo “veladuras” tem sua raiz no vocabulário artístico enquanto processo técnico e poético e está presente nesta pesquisa como metáfora na investigação de “camadas” de experiências significativas no viver e no vir a ser do professor de Arte. O analisa ações e proposições para a formação continuada do professor de Arte por meio de percursos poéticos, estésicos e educativos (UTUARI, 2012) considerando o conceito de “grupo-pesquisador” que tem por base teórica e metodológica a sociopoética (GAUTHIER, 1999 e 2014) e o círculo de cultura (FREIRE, 2000, 2002, 2009, 2011 e 2014) e prima por valorizar o protagonismo dos participantes, o corpo, a Arte como produção de conhecimento, o encontro enquanto espaço e oportunidade para a escuta, fala e ações tendo por reflexões as trajetórias da “pessoa” criadora e poética. No ato pesquisador trazemos a A/r/tografia (IRWIN, 2008) e (DIAS e IRWIN, 2013), como concepção de pesquisa ação/pesquisa viva. Considerando a natureza humana em buscar oportunidades para o encontro, mesmo em tempos de distanciamento, a pesquisa fez convites, conjugando o verbo “esperançar” (FREIRE, 1992), a vinte e sete professoras para participarem do grupo-pesquisador em espaço virtual com a criação de ambiências criadoras e educadoras (HARDAGH, 2017; MELLO, 2015) a partir da proposição da “caixa convite: ateliê viajante”. Objetos e materialidades propositoras (MARTINS e PICOSQUE, 2012) dentro da caixa animaram conversas, nutrições estéticas e práticas artísticas como forma de viver o sensível, o poético, no estado de fronteira e perceber as dimensões artística, pesquisadora e educadora. Nesse percurso foi possível compreender que é preciso construir espaços que permitam a criação e expressão, que possam ser mais expansivas, percebendo que só por “dentro é possível conhecer” realidades, desejos e sonhos de quem tinge com suas cores o suporte, “chão” da escola pública: os professores e as professoras.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessformação e história de vida de professoressociopoéticagrupo-pesquisadora/r/tografiaVeladuras do viver pedagógico: percursos poéticos, estésicos e educativos na formação de professores que atuam no ensino de arteinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEhttp://lattes.cnpq.br/7167254305943668http://lattes.cnpq.br/2130222841792201Mello, Regina Lara SilveiraRios, Terezinha AzerêdoThe teaching of Art at school has undergone many revisions and proposals since the 1980s, generating research, official documents, an increase in publications and actions aimed at discussing it at school and in teacher education. In this trajectory, curricular proposals, theories and methodological approaches are presented to teachers who, faced with contemporary demands, are asked to reflect and reformulate their pedagogical practices. This research investigates how teachers who work in the teaching of Art perceive themselves in this context and continue to work in the midst of their competences (RIOS, 2001) and veilings of a pedagogical life. He studies creation processes, personal poetics, encounters with Art by accompanying teachers who tell their stories and expose their veils when living experiences in the “researcher group”. The term “veiling” has its roots in the artistic vocabulary as a technical and poetic process and is present in this research as a metaphor in the investigation of “layers” of significant experiences in the living and becoming of the Art teacher. The study also analyzes actions and propositions for the continuing education of the Art teacher through poetic, esthetic and educational pathways (UTUARI, 2012) considering the concept of “researcher group” which has sociopoetics as its theoretical and methodological basis (GAUTHIER, 1999 and 2014) and the culture circle ((FREIRE, 2000, 2002, 2009, 2011 and 2014) and excels in valuing the protagonists of the participants, the body, Art as the production of knowledge, the meeting as a space and opportunity for listening, speaking and actions having as reflections the trajectories of the creative and poetic “person”. In the research act, we bring A/r/tography (IRWIN, 2008) and (DIAS and IRWIN, 2013), as a concept of action/live research. Considering the human nature of finding opportunities for meeting, even in times of distance, the research made invitations by conjugating the verb “hope” (FREIRE, 1992) to twenty seven teachers to participate in the research group in a virtual space with the creation of creative ambiences and educators (HARDAGH, 2017; MELLO, 2015) from the proposition of the “invitation box: traveling studio”. Proposing objects and materialities (MARTINS and PICOSQUE, 2012) inside the box animated conversations, aesthetic nutrition and artistic practices as a way of living the sensitive, the poetic, in the frontier state, perceiving the dimensions: artistic, researcher and educator. In this journey it was possible to understand that it is necessary to build spaces that allow for creation and expression, which can be more expansive realizing that only through “inside it is possible to know”, realities, desires and dreams of those who dye the support, “floor” with their colors of the public school, teachers.teacher education and life historysociopoeticsresearch groupa/r/tographyCentro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT)Educação, Arte e História da CulturaCNPQ::CIENCIAS HUMANASORIGINALSolange dos Santos Utuari Ferrar.pdfSolange dos Santos Utuari Ferrar.pdfSolange dos Santos Utuari Ferrariapplication/pdf82661478https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/4a429a0d-f42c-412f-afbf-0847475ee36c/download72dad10f2512ecc1fa52d3ca5fbf863eMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d106e6f4-00a6-4269-b0f4-67e53638ac6f/downloade39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81997https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/835a2a67-d710-4c07-94aa-022d1cf27aa2/downloadfb735e1a8fa1feda568f1b61905f8d57MD53falseAnonymousREADTEXTSolange dos Santos Utuari Ferrar.pdf.txtSolange dos Santos Utuari Ferrar.pdf.txtExtracted texttext/plain373857https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/02ccb9f4-7018-405c-b5c4-7890aa9b7a26/download383aa18f04327875f3c74b661985c50dMD56falseAnonymousREADTHUMBNAILSolange dos Santos Utuari Ferrar.pdf.jpgSolange dos Santos Utuari Ferrar.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2072https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/dffa66d1-8e21-45f5-95a5-fba3637047dd/downloada2395d1e4fb9e899b17ddad5b195a8bcMD57falseAnonymousREAD10899/287422022-03-15T01:29:11.003Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/28742https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772022-03-15T01:29:11Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmFyIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRvLgoKQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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