Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Martins, Iehonalla Fernanda da Silva
Orientador(a): Becker, Natalia
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38190
Resumo: O presente estudo tem como objetivo compreender a percepção dos professores do Ensino Fundamental I sobre alunos com deficiência na sala regular, incluídos no Atendimento Educacional Especializado (AEE), e caracterizar, tanto tais professores quanto os referidos alunos. Trata-se de uma pesquisa é transversal, quantitativa, descritiva e correlacional, utilizando uma amostra não probabilística de conveniência. Assim, foi realizada a caracterização do perfil dos professores, suas percepções sobre práticas pedagógicas e autoeficácia, com base na Teoria Social Cognitiva. A amostra inclui 55 professores do ensino fundamental I, que lecionam nas unidades educacionais da Diretoria Regional de Educação Pirituba/Jaraguá, na Rede Municipal de São Paulo. Utilizou-se um questionário desenvolvido pelas pesquisadoras e aplicado via google forms para identificar características dos professores, sua experiência e formação, práticas pedagógicas e senso de eficácia no trabalho, bem como dados dos estudantes com deficiência, incluindo quantidade, idade, ano/série. Também foi aplicada a Escala de Autoeficácia na Implementação de Práticas Inclusivas, havendo dois escores para que se pudesse diagnosticar os elementos ou práticas que contribuem para uma melhor percepção de autoeficácia, o Escore de Regência de Sala de Aula e Escore de Planejamento e Colaboração, partes da Escala de Eficácia Docente para Práticas Inclusivas (EEDPI). Os resultados trouxeram tanto o perfil dos professores e dos alunos, como as práticas que apresentam correlação com os escores utilizados neste estudo para mensurar a percepção de autoeficácia. Apontaram os resultados, quanto ao perfil dos professores que as características predominantes entre os professores é o sexo feminino, formação em pedagogia, possuir pós-graduação lato sensu e estar na faixa etária entre 40 e 49 anos. Apontaram também que a idade mais avançada proporciona uma percepção maior de autoeficácia, conforme outros estudos também já têm sugerido, contribuindo inclusive para uma frequência menor de estresse. Além disso, uma maior frequência de situações em que o professor adapta o conteúdo proporciona uma percepção maior de autoeficácia em ambos os escores. A capacitação técnica através de especializações também apresentou correlação positiva com o Escore de Regência de Sala de Aula. Quanto aos alunos, a predominância é do sexo masculino e do diagnóstico de TEA. Os resultados suscitam mais investigações a respeito de autoeficácia e a necessidade de maiores reflexões a respeito da formação do docente, que tem buscado aparatos técnicos para aprender a lidar com a demanda da educação inclusiva em sala de aula regular.
id UPM_ea1e7e203e882fbba0adfd4f91f3d593
oai_identifier_str oai:dspace.mackenzie.br:10899/38190
network_acronym_str UPM
network_name_str Repositório Digital do Mackenzie
repository_id_str
spelling Martins, Iehonalla Fernanda da SilvaBecker, Natalia2024-03-21T16:02:47Z2024-03-21T16:02:47Z2024-02-16https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38190O presente estudo tem como objetivo compreender a percepção dos professores do Ensino Fundamental I sobre alunos com deficiência na sala regular, incluídos no Atendimento Educacional Especializado (AEE), e caracterizar, tanto tais professores quanto os referidos alunos. Trata-se de uma pesquisa é transversal, quantitativa, descritiva e correlacional, utilizando uma amostra não probabilística de conveniência. Assim, foi realizada a caracterização do perfil dos professores, suas percepções sobre práticas pedagógicas e autoeficácia, com base na Teoria Social Cognitiva. A amostra inclui 55 professores do ensino fundamental I, que lecionam nas unidades educacionais da Diretoria Regional de Educação Pirituba/Jaraguá, na Rede Municipal de São Paulo. Utilizou-se um questionário desenvolvido pelas pesquisadoras e aplicado via google forms para identificar características dos professores, sua experiência e formação, práticas pedagógicas e senso de eficácia no trabalho, bem como dados dos estudantes com deficiência, incluindo quantidade, idade, ano/série. Também foi aplicada a Escala de Autoeficácia na Implementação de Práticas Inclusivas, havendo dois escores para que se pudesse diagnosticar os elementos ou práticas que contribuem para uma melhor percepção de autoeficácia, o Escore de Regência de Sala de Aula e Escore de Planejamento e Colaboração, partes da Escala de Eficácia Docente para Práticas Inclusivas (EEDPI). Os resultados trouxeram tanto o perfil dos professores e dos alunos, como as práticas que apresentam correlação com os escores utilizados neste estudo para mensurar a percepção de autoeficácia. Apontaram os resultados, quanto ao perfil dos professores que as características predominantes entre os professores é o sexo feminino, formação em pedagogia, possuir pós-graduação lato sensu e estar na faixa etária entre 40 e 49 anos. Apontaram também que a idade mais avançada proporciona uma percepção maior de autoeficácia, conforme outros estudos também já têm sugerido, contribuindo inclusive para uma frequência menor de estresse. Além disso, uma maior frequência de situações em que o professor adapta o conteúdo proporciona uma percepção maior de autoeficácia em ambos os escores. A capacitação técnica através de especializações também apresentou correlação positiva com o Escore de Regência de Sala de Aula. Quanto aos alunos, a predominância é do sexo masculino e do diagnóstico de TEA. Os resultados suscitam mais investigações a respeito de autoeficácia e a necessidade de maiores reflexões a respeito da formação do docente, que tem buscado aparatos técnicos para aprender a lidar com a demanda da educação inclusiva em sala de aula regular.IPM - Instituto Presbiteriano Mackenziepráticas pedagógicaseducação especialinclusãoensino regularEducação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiênciainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/8397686304776262https://orcid.org/0000-0002-5356-0875http://lattes.cnpq.br/8028574358589873Campos, Ana Paula Soares dehttp://lattes.cnpq.br/7659960005899773https://orcid.org/0000-0002-1040-7272León, Camíla Barbosa Riccardihttp://lattes.cnpq.br/8281095971236595https://orcid.org/0000-0002-3392-992XThe present study aims to understand the perception of teachers of Elementary School I regarding students with disabilities in regular classrooms, included in Specialized Educational Assistance (AEE), and to characterize both these teachers and the referred students. It is a cross-sectional, quantitative, descriptive, and correlational research, using a non-probabilistic convenience sample. Thus, the profile characterization of the teachers was carried out, as well as their perceptions of pedagogical practices and self-efficacy, based on Social Cognitive Theory. The sample includes 55 Elementary School I teachers, who teach in the educational units of the Regional Directorate of Education Pirituba/Jaraguá, in the Municipal Network of São Paulo. A questionnaire developed by the researchers and applied via Google Forms was used to identify characteristics of the teachers, their experience and training, pedagogical practices, and sense of efficacy at work, as well as data from students with disabilities, including quantity, age, year/grade. The Scale of Self-Efficacy in the Implementation of Inclusive Practices was also applied, with two scores so that elements or practices contributing to a better perception of self-efficacy could be diagnosed, the Classroom Management Score and the Planning and Collaboration Score, parts of the Teacher Efficacy Scale for Inclusive Practices (EEDPI). The results brought both the profile of teachers and students, as well as the practices that correlated with the scores used in this study to measure self-efficacy perception. The results indicated, regarding the profile of teachers, that the predominant characteristics among teachers are female gender, pedagogy degree, having postgraduate studies, and being in the age range between 40 and 49 years old. It also pointed out that older age provides a greater perception of self-efficacy, as suggested by other studies, contributing even to a lower frequency of stress. In addition, a higher frequency of situations in which the teacher adapts the content provides a greater perception of self-efficacy in both scores. Technical training through specializations also showed a positive correlation with the Classroom Management Score. As for students, the predominance is male gender and the diagnosis of ASD. The results prompt further investigations regarding self-efficacy and the need for further reflection on teacher training, which has sought technical support to learn to deal with the demand for inclusive education in regular classrooms.pedagogical practicesspecial educationinclusive educationregular educationCentro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)Ciências do Desenvolvimento HumanoCNPQ::CIENCIAS HUMANASORIGINALIEHONALLA MARTINS.pdfIEHONALLA MARTINS.pdfapplication/pdf1754868https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/59afccd2-6c4c-41eb-90b3-d8b5428d794c/downloadced8c226265645cbb0b25c2bd87c6c2aMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/007245f9-8be3-4920-9682-f79f5b41f7d4/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD52falseAnonymousREADTEXTIEHONALLA MARTINS.pdf.txtIEHONALLA MARTINS.pdf.txtExtracted texttext/plain138455https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d225338e-746c-4d94-b18a-508668c48e49/downloadbe2bf065d5e290ca938add2fb53eebbdMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILIEHONALLA MARTINS.pdf.jpgIEHONALLA MARTINS.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2705https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e1ecc295-e3de-4e9b-889c-2393022c03b2/download8f63121ad171dcee69cf6a170979da9cMD54falseAnonymousREAD10899/381902024-03-22T06:03:11.127Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/38190https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772024-03-22T06:03:11Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==
dc.title.none.fl_str_mv Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
title Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
spellingShingle Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
Martins, Iehonalla Fernanda da Silva
práticas pedagógicas
educação especial
inclusão
ensino regular
title_short Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
title_full Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
title_fullStr Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
title_full_unstemmed Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
title_sort Educação especial: uma análise das práticas pedagógicas e percepções de autoeficácia dos professores regulares sobre seus alunos com deficiência
author Martins, Iehonalla Fernanda da Silva
author_facet Martins, Iehonalla Fernanda da Silva
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Martins, Iehonalla Fernanda da Silva
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Becker, Natalia
contributor_str_mv Becker, Natalia
dc.subject.por.fl_str_mv práticas pedagógicas
educação especial
inclusão
ensino regular
topic práticas pedagógicas
educação especial
inclusão
ensino regular
description O presente estudo tem como objetivo compreender a percepção dos professores do Ensino Fundamental I sobre alunos com deficiência na sala regular, incluídos no Atendimento Educacional Especializado (AEE), e caracterizar, tanto tais professores quanto os referidos alunos. Trata-se de uma pesquisa é transversal, quantitativa, descritiva e correlacional, utilizando uma amostra não probabilística de conveniência. Assim, foi realizada a caracterização do perfil dos professores, suas percepções sobre práticas pedagógicas e autoeficácia, com base na Teoria Social Cognitiva. A amostra inclui 55 professores do ensino fundamental I, que lecionam nas unidades educacionais da Diretoria Regional de Educação Pirituba/Jaraguá, na Rede Municipal de São Paulo. Utilizou-se um questionário desenvolvido pelas pesquisadoras e aplicado via google forms para identificar características dos professores, sua experiência e formação, práticas pedagógicas e senso de eficácia no trabalho, bem como dados dos estudantes com deficiência, incluindo quantidade, idade, ano/série. Também foi aplicada a Escala de Autoeficácia na Implementação de Práticas Inclusivas, havendo dois escores para que se pudesse diagnosticar os elementos ou práticas que contribuem para uma melhor percepção de autoeficácia, o Escore de Regência de Sala de Aula e Escore de Planejamento e Colaboração, partes da Escala de Eficácia Docente para Práticas Inclusivas (EEDPI). Os resultados trouxeram tanto o perfil dos professores e dos alunos, como as práticas que apresentam correlação com os escores utilizados neste estudo para mensurar a percepção de autoeficácia. Apontaram os resultados, quanto ao perfil dos professores que as características predominantes entre os professores é o sexo feminino, formação em pedagogia, possuir pós-graduação lato sensu e estar na faixa etária entre 40 e 49 anos. Apontaram também que a idade mais avançada proporciona uma percepção maior de autoeficácia, conforme outros estudos também já têm sugerido, contribuindo inclusive para uma frequência menor de estresse. Além disso, uma maior frequência de situações em que o professor adapta o conteúdo proporciona uma percepção maior de autoeficácia em ambos os escores. A capacitação técnica através de especializações também apresentou correlação positiva com o Escore de Regência de Sala de Aula. Quanto aos alunos, a predominância é do sexo masculino e do diagnóstico de TEA. Os resultados suscitam mais investigações a respeito de autoeficácia e a necessidade de maiores reflexões a respeito da formação do docente, que tem buscado aparatos técnicos para aprender a lidar com a demanda da educação inclusiva em sala de aula regular.
publishDate 2024
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-03-21T16:02:47Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-03-21T16:02:47Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2024-02-16
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38190
url https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/38190
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Digital do Mackenzie
instname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
instacron:MACKENZIE
instname_str Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
instacron_str MACKENZIE
institution MACKENZIE
reponame_str Repositório Digital do Mackenzie
collection Repositório Digital do Mackenzie
bitstream.url.fl_str_mv https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/59afccd2-6c4c-41eb-90b3-d8b5428d794c/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/007245f9-8be3-4920-9682-f79f5b41f7d4/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/d225338e-746c-4d94-b18a-508668c48e49/download
https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e1ecc295-e3de-4e9b-889c-2393022c03b2/download
bitstream.checksum.fl_str_mv ced8c226265645cbb0b25c2bd87c6c2a
f0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16
be2bf065d5e290ca938add2fb53eebbd
8f63121ad171dcee69cf6a170979da9c
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)
repository.mail.fl_str_mv repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.br
_version_ 1863649805812629504