Avaliação do potencial terapêutico das células-tronco e membrana amniótica na cicatrização de feridas cutâneas: estudo experimental em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Takejima , Milka Lie
Orientador(a): Tabushi, Fernando Issamu
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto Presbiteriano Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41870
Resumo: Introdução: A pele tem a função de barreira protetora contra agentes externos. A perda da sua continuidade pode levar ao desenvolvimento de feridas cutâneas extensas que representam um importante desafio terapêutico, especialmente devido à lenta regeneração tecidual e ao risco aumentado de infecções e complicações. Estratégias baseadas em engenharia de tecidos com o uso de células-tronco e biomateriais como a membrana amniótica, vêm sendo exploradas com o objetivo de acelerar e otimizar o processo de cicatrização. Objetivo: Avaliar os efeitos da aplicação de células-tronco mononucleares da medula óssea, associadas ou não à membrana amniótica descelularizada, na cicatrização de feridas cutâneas em modelo experimental com ratos, utilizando análise imuno-histoquímica dos marcadores VEGF, HIF-1 e IL-4. Método: Quarenta ratos Wistar foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=10): G1 (controle), G2 (células-tronco – CT), G3 (membrana amniótica – MA) e G4 (CT+MA). As membranas amnióticas foram coletadas de duas parturientes provenientes da maternidade Victor Ferreira do Amaral e posteriormente descelularizadas em laboratório. As células-tronco foram coletadas a partir de punções na medula óssea dos ratos. Todos os animais foram submetidos a lesões cutâneas padronizadas na região dorsal. Os tratamentos foram aplicados conforme o grupo e após 28 dias foi realizada análise imuno-histoquímica para avaliar os níveis de expressão dos marcadores selecionados. Resultados: Observou-se uma menor imunoexpressão de VEGF no grupo CT+MA em relação aos grupos CT, MA e controle, com significância estatística. Na análise post-hoc comparando o grupo CT+MA com o grupo MA, foi encontrado menores níveis de VEGF no grupo CT+MA com diferença estatística. Os dados mostraram menor imunoexpressão de HIF-1 no grupo CT+MA, seguida dos grupos controle, MA e CT. Em relação à IL-4, foi encontrada uma menor expressão no grupo CT+MA em relação aos outros grupos, porém sem relevância estatística. Conclusão: Os achados deste estudo demonstram que as células-tronco mononucleares associadas à membrana amniótica melhoram a cicatrização em fases mais tardias da reparação (vigésimo oitavo dia), através das menores expressões de VEGF em relação aos outros grupos, podendo gerar menos fibrose, melhorando a qualidade estética e funcional da cicatriz.
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spelling Takejima , Milka LieTabushi, Fernando Issamu2026-02-09T12:40:37Z2025-06-27https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41870Introdução: A pele tem a função de barreira protetora contra agentes externos. A perda da sua continuidade pode levar ao desenvolvimento de feridas cutâneas extensas que representam um importante desafio terapêutico, especialmente devido à lenta regeneração tecidual e ao risco aumentado de infecções e complicações. Estratégias baseadas em engenharia de tecidos com o uso de células-tronco e biomateriais como a membrana amniótica, vêm sendo exploradas com o objetivo de acelerar e otimizar o processo de cicatrização. Objetivo: Avaliar os efeitos da aplicação de células-tronco mononucleares da medula óssea, associadas ou não à membrana amniótica descelularizada, na cicatrização de feridas cutâneas em modelo experimental com ratos, utilizando análise imuno-histoquímica dos marcadores VEGF, HIF-1 e IL-4. Método: Quarenta ratos Wistar foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=10): G1 (controle), G2 (células-tronco – CT), G3 (membrana amniótica – MA) e G4 (CT+MA). As membranas amnióticas foram coletadas de duas parturientes provenientes da maternidade Victor Ferreira do Amaral e posteriormente descelularizadas em laboratório. As células-tronco foram coletadas a partir de punções na medula óssea dos ratos. Todos os animais foram submetidos a lesões cutâneas padronizadas na região dorsal. Os tratamentos foram aplicados conforme o grupo e após 28 dias foi realizada análise imuno-histoquímica para avaliar os níveis de expressão dos marcadores selecionados. Resultados: Observou-se uma menor imunoexpressão de VEGF no grupo CT+MA em relação aos grupos CT, MA e controle, com significância estatística. Na análise post-hoc comparando o grupo CT+MA com o grupo MA, foi encontrado menores níveis de VEGF no grupo CT+MA com diferença estatística. 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Conclusão: Os achados deste estudo demonstram que as células-tronco mononucleares associadas à membrana amniótica melhoram a cicatrização em fases mais tardias da reparação (vigésimo oitavo dia), através das menores expressões de VEGF em relação aos outros grupos, podendo gerar menos fibrose, melhorando a qualidade estética e funcional da cicatriz.OutrosInstituto Presbiteriano Mackenziecicatrização de feridascélulas-tronco mononuclearesmembrana amnióticamedicina regenerativaAvaliação do potencial terapêutico das células-tronco e membrana amniótica na cicatrização de feridas cutâneas: estudo experimental em ratosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/8393056590921303http://lattes.cnpq.br/1893607621612033Ribas Filho, Jurandir Marcondeshttp://lattes.cnpq.br/7077398001188294Kubrusly, Luiz Fernandohttp://lattes.cnpq.br/5220953109539315Ribas Filho, Jurandir Marcondeshttp://lattes.cnpq.br/7077398001188294Ribas, Fernanda MarcondesSouza, Luiz César Guaritahttp://lattes.cnpq.br/0163664763185008http://lattes.cnpq.br/4994576742744819Introduction: The skin serves as a protective barrier against external agents. Disruption of its integrity can lead to the development of extensive cutaneous wounds, representing a significant therapeutic challenge, particularly due to the slow tissue regeneration and increased risk of infections and complications. Tissue engineering strategies using stem cells and biomaterials such as the amniotic membrane have been explored with the aim of accelerating and optimizing the healing process. Objective: To evaluate the effects of bone marrow-derived mononuclear stem cells, either alone or in combination with decellularized amniotic membrane, on the healing of cutaneous wounds in an experimental rat model, through immunohistochemical analysis of VEGF, HIF-1α, and IL-4 markers. Methods: Forty Wistar rats were randomly allocated into four groups (n=10): G1 (control), G2 (stem cells – SC), G3 (amniotic membrane – AM), and G4 (SC+AM). Amniotic membranes were obtained from two parturients at the Victor Ferreira do Amaral Maternity Hospital and subsequently decellularized in the laboratory. Stem cells were collected through bone marrow aspiration from the rats. All animals were subjected to standardized dorsal skin injuries. Treatments were applied according to group allocation, and after 28 days, immunohistochemical analysis was performed to assess the expression levels of the selected markers. Results: Lower VEGF immunoexpression was observed in the SC+AM group compared to the SC, AM, and control groups, with statistical significance. Post-hoc analysis comparing the SC+AM group to the AM group showed significantly lower VEGF levels. Data also showed reduced HIF-1α immunoexpression in the SC+AM group, followed by the control, AM, and SC groups. Regarding IL-4, the SC+AM group exhibited lower expression, although without statistical significance. Conclusion: The findings of this study demonstrate that bone marrow-derived mononuclear stem cells associated with amniotic membrane improve wound healing in the later stages of tissue repair (day 28), through lower VEGF expression compared to other groups, potentially resulting in reduced fibrosis and improved aesthetic and functional scar quality.PROSUP/Bolsaswound healingmononuclear stem cellsamniotic membraneregenerative medicineBrasilFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)UPMPrincípios da CirurgiaCIENCIAS DA SAUDEORIGINALMILKA LIE TAKEJIMA - TESE PÓS BANCA.pdfMILKA LIE TAKEJIMA - TESE PÓS BANCA.pdfapplication/pdf3850096https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/abc64448-210c-4a02-9c3d-459b7f698623/download2fe497d18a5c8dc0b918c0f936ca5baeMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/fdfd37c7-75ba-4bc4-883e-fe411f9e12fd/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTMILKA LIE TAKEJIMA - TESE PÓS BANCA.pdf.txtMILKA LIE TAKEJIMA - TESE PÓS BANCA.pdf.txtExtracted texttext/plain102852https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/359d7020-8c0c-40b1-96d4-d8abdba8212c/download84291d67256e3e66aa8cde8da89fd742MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILMILKA LIE TAKEJIMA - TESE PÓS BANCA.pdf.jpgMILKA LIE TAKEJIMA - TESE PÓS BANCA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2784https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/74b36364-8a21-46a2-bea9-4786d6d1e5cd/download9a2ba2f2228ae7735c3b9161e54ba6c4MD54falseAnonymousREAD10899/418702026-02-10T06:00:38.140281Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41870https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-02-10T06:00:38Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo=
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