O Vandal e o vivido : o vandalismo e a formação de territorialidades alternativas em Caxias do Sul - RS
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Espanhol: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/279522 |
Resumo: | Este trabalho se colocou em movimento buscando compreender as dinâmicas territoriais do que chamamos vandal, um conjunto de práticas artísticas indisciplinadas — e ilegais —, na cidade de Caxias do Sul. A partir de uma observação participante, preocupada em atentar para as vivências das·os sujeitas·os da prática, buscamos analisar as relações entre vandalismo e cidade, locus das práticas, que dialeticamente as influencia ao passo que tem também sua espacialidade transformada. Para isso nos apoiamos sobre o tripé conceitual: espaço, relações sociais e psique, que se desdobra nos conceitos espaço social, território e lugar, a fim de pensar o vandal enquanto prática de tensionamento do/no espaço. A dissertação se propôs a atuar a partir de conversas e derivas somadas a conversas que se atentaram às dimensões materiais e subjetivas de um fenômeno que imprime outras territorialidades nos muros da cidade de Caxias do Sul. A partir de uma postura metodológica libertária buscamos também compreender a corpografia — cartografia dos corpos — das·os sujeitas·os dessas manifestações artísticas, com o intuito de entender como as·os praticantes do vandal se relacionam com a cidade, e sua territorialidade posta — ainda que em movimento —, na busca por uma outra, ou por muitas outras, territorialidades. |
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Santos, Maurício Rossini dosSoares, Paulo Roberto Rodrigues2024-10-02T06:40:27Z2024http://hdl.handle.net/10183/279522001211172Este trabalho se colocou em movimento buscando compreender as dinâmicas territoriais do que chamamos vandal, um conjunto de práticas artísticas indisciplinadas — e ilegais —, na cidade de Caxias do Sul. A partir de uma observação participante, preocupada em atentar para as vivências das·os sujeitas·os da prática, buscamos analisar as relações entre vandalismo e cidade, locus das práticas, que dialeticamente as influencia ao passo que tem também sua espacialidade transformada. Para isso nos apoiamos sobre o tripé conceitual: espaço, relações sociais e psique, que se desdobra nos conceitos espaço social, território e lugar, a fim de pensar o vandal enquanto prática de tensionamento do/no espaço. A dissertação se propôs a atuar a partir de conversas e derivas somadas a conversas que se atentaram às dimensões materiais e subjetivas de um fenômeno que imprime outras territorialidades nos muros da cidade de Caxias do Sul. A partir de uma postura metodológica libertária buscamos também compreender a corpografia — cartografia dos corpos — das·os sujeitas·os dessas manifestações artísticas, com o intuito de entender como as·os praticantes do vandal se relacionam com a cidade, e sua territorialidade posta — ainda que em movimento —, na busca por uma outra, ou por muitas outras, territorialidades.Este trabajo se puso en marcha buscando comprender las dinámicas territoriales de lo que llamamos vandal, un conjunto de prácticas artísticas indisciplinadas — e ilegales —, en la ciudad de Caxias do Sul. A partir de una observación participante, preocupada por atender a las vivencias de las·os sujetas·os de la práctica, buscamos analizar las relaciones entre vandalismo y ciudad, locus de las prácticas, que dialécticamente las influencia a medida que también transforma su espacialidad. Para ello nos apoyamos en el trípode conceptual: espacio, relaciones sociales y psique, que se desdobla en los conceptos de espacio social, territorio y lugar, con el fin de pensar el vandal como práctica de tensión del/en el espacio. La disertación se propuso actuar a partir de conversaciones y derivas sumadas a diálogos que atendieron a las dimensiones materiales y subjetivas de un fenómeno que imprime otras territorialidades en los muros de la ciudad de Caxias do Sul. Desde una postura metodológica libertaria, buscamos también comprender la corpografía — cartografía de los cuerpos — de las·os sujetas·os de estas manifestaciones artísticas, con el objetivo de entender cómo las·os practicantes del vandal se relacionan con la ciudad, y su territorialidad estabelecida — aunque en movimento —, en busca de outra, o de muchas otras, territorialidades.application/pdfporGeografia urbanaTerritórioTerritorialidadeVandalismoCaxias do Sul (RS)TerritorialidadO Vandal e o vivido : o vandalismo e a formação de territorialidades alternativas em Caxias do Sul - RSinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de GeociênciasPrograma de Pós-Graduação em GeografiaPorto Alegre, BR-RS2024mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001211172.pdf.txt001211172.pdf.txtExtracted Texttext/plain330505http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/279522/2/001211172.pdf.txt91f96203cbcd2cb7ab43dc341b5bcbcfMD52ORIGINAL001211172.pdfTexto completoapplication/pdf48068508http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/279522/1/001211172.pdfc354e95bcebbac1696bfca9da62929e8MD5110183/2795222024-10-03 06:53:56.947717oai:www.lume.ufrgs.br:10183/279522Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532024-10-03T09:53:56Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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