Esclerose múltipla no brasil : estudo de custo da doença e de custo-efetividade dos tratamentos disponíveis no país
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/88318 |
Resumo: | Este é um estudo que envolveu dois objetivos: determinação do custo da Esclerose Múltipla no Brasil, considerando custos diretos e indiretos ao longo de 1 ano de vida; e determinação da relação de custo-efetividade dos tratamentos disponíveis no País em relação ao tratamento sintomático da doença. Foram aplicados questionários a 102 pacientes de um hospital universitário, e foram revisados seus respectivos prontuários. Todos os custos relativos à doença foram computados: consultas médicas, medicações de uso sintomático, terapia com imunomoduladores ou imunossupressores, internações, exames complementares realizados, custos de cuidadores, tratamento de pulsoterapia em hospital-dia e taxa de aposentadoria. Quanto aos aspectos de custo-efetividade, foi realizada uma modelagem de Markov no sentido de determinar os custos e os ganhos em QALYs de cada um dos tratamentos disponíveis para a EM no Brasil, ou seja, o beta-interferon 1b, beta-interferon 1a intramuscular, beta-interferon 1a sub-cutâneo, acetato de glatiramer, natalizumabe, e fingolimode. O custo geral de cada paciente com EM ao longo de 1 ano foi de R$ 22.648,12 , sendo que 0,4% foi devido a consultas médicas, 4,04% devido a custo de cuidadores, 0,3% devido a atendimento domiciliar, 1,66% a exames complementares, 0,3% a medicações sintomáticas, 0,3% a tratamento de pulsoterapia em hospital-dia, 0,4% a internações, e 92,3% a medicações específicas para EM (imunomoduladores e imunossupressores). Quanto aos resultados da análise de custo-efetividade, o caso-base, após 10 anos de tratamento, demonstrou que o natalizumabe foi o medicamento mais custo-efetivo (em QALYs) em relação a todos os demais tratamentos, seguido pelo fingolimode, porém às custas de uma razão custoefetividade incremental (RCEI) elevada. |
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Este é um estudo que envolveu dois objetivos: determinação do custo da Esclerose Múltipla no Brasil, considerando custos diretos e indiretos ao longo de 1 ano de vida; e determinação da relação de custo-efetividade dos tratamentos disponíveis no País em relação ao tratamento sintomático da doença. Foram aplicados questionários a 102 pacientes de um hospital universitário, e foram revisados seus respectivos prontuários. Todos os custos relativos à doença foram computados: consultas médicas, medicações de uso sintomático, terapia com imunomoduladores ou imunossupressores, internações, exames complementares realizados, custos de cuidadores, tratamento de pulsoterapia em hospital-dia e taxa de aposentadoria. Quanto aos aspectos de custo-efetividade, foi realizada uma modelagem de Markov no sentido de determinar os custos e os ganhos em QALYs de cada um dos tratamentos disponíveis para a EM no Brasil, ou seja, o beta-interferon 1b, beta-interferon 1a intramuscular, beta-interferon 1a sub-cutâneo, acetato de glatiramer, natalizumabe, e fingolimode. O custo geral de cada paciente com EM ao longo de 1 ano foi de R$ 22.648,12 , sendo que 0,4% foi devido a consultas médicas, 4,04% devido a custo de cuidadores, 0,3% devido a atendimento domiciliar, 1,66% a exames complementares, 0,3% a medicações sintomáticas, 0,3% a tratamento de pulsoterapia em hospital-dia, 0,4% a internações, e 92,3% a medicações específicas para EM (imunomoduladores e imunossupressores). Quanto aos resultados da análise de custo-efetividade, o caso-base, após 10 anos de tratamento, demonstrou que o natalizumabe foi o medicamento mais custo-efetivo (em QALYs) em relação a todos os demais tratamentos, seguido pelo fingolimode, porém às custas de uma razão custoefetividade incremental (RCEI) elevada. |
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