Impacto da homeostase redox sobre o efeito vasoativo dos hormônios da tireoide
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/240064 |
Resumo: | O aumento do número de diagnósticos de doenças cardiovasculares e a preocupação com o prognóstico dos pacientes acometidos por tais patologias vem preocupando a sociedade já algum tempo. Com isso, pesquisas vêm sendo feitas a fim de buscar novos conhecimentos sobre tratamentos possíveis. Uma dessas áreas sob análise envolve os efeitos vasodilatadores dos hormônios tireoidianos. Nesse estudo, objetivamos analisar os efeitos vasodilatadores da triiodotironina (T3) em aortas de ratos Wistar machos com 45 dias de idade. Analisamos a reatividade vascular em grupos com e sem endotélio, na presença de éster metil-N-nitro L-arginina (L-NAME), que é um inibidor da óxido nítrico sintase (NOS). Nesse contexto, verificamos a participação da modulação da homeostase redox, por meio da atividade das enzimas NADPH oxidase, superóxido dismutase (SOD) e catalase, assim como da mensuração dos níveis de espécies reativas de oxigênio (EROS) e do grupo sulfidrilas (SH). Nos protocolos realizados para a análise da reatividade vascular, tanto na presença de endotélio, com a administração de L-NAME, quanto na sua ausência, encontramos o efeito vasodilatador de T3 nas maiores doses administradas. Nos protocolos que envolveram as análises bioquímicas, observamos diminuição da atividade da enzima NADPH oxidase e o aumento da atividade da enzima SOD na presença de T3. Os dados sugerem que o T3 possui ação vasodilatadora independente de endotélio, mas dose-dependente; ademais, esse efeito sobre o vaso pode envolver uma preservação da homeostase redox. |
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