Simulação de perda d'água dos estratos ensolarado e sombreado de um dossel de milho (Zea mays L.), sob diferentes condições de disponibilidade hídrica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1998
Autor(a) principal: Santos, Antonio Odair
Orientador(a): Bergamaschi, Homero
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/301822
Resumo: Em experimento com a cultura do milho (Zea mays L.), procedeu-se a verificação e o ajuste de modelo de estimativa da evapotranspiração baseado na equação de Penman-Monteith e nas modificações introduzidas por Fuchs e colaboradores. Foi feita a verificação da técnica do pulso de calor para medição da transpiração da cultura e posterior comparação com as estimativas pelo modelo proposto, em níveis diferentes de disponibilidade hídrica. A evapotranspiração medida em lisimetro de pesagem foi utilizada como referencial para a verificação e o ajuste do modelo e da técnica do pulso de calor, na condição de disponibilidade não limitante de água à cultura. O experimento foi conduzido na Estação Experimental Agronômica da UFRGS, em Eldorado do Sul (30°05'S, 51°39'W, 40 m de altitude), nas estações de crescimento de 1995/96 e 1996/97. Na ausência de déficit hídrico as estimativas pelo modelo tiveram concordãncia com as medidas diretas pelo lisímetro e pelo pulso de calor. Sob déficit hídrico no solo houve perda de eficiência na estimativa da evapotranspiração pelo modelo, na comparação com o pulso de calor, atribuída a dificuldades na simulação da condutância do dossel ao transporte de vapor d'água. O modelo estimou que a perda de água pelo estrato sombreado do milho foi, em média de 40% da transpiração total, na ausência de déficit hídrico e com cobertura total do solo. Sob déficit hídrico o estrato sombreado teve transpiração média de 30% do total. No início do ciclo, com cobertura parcial do solo pela cultura, o modelo subestimou a evapotranspiração do milho. O fator de calibração encontrado para o pulso de calor foi de 1,51 tendo sido verificada sensibilidade da metodologia mesmo em baixas velocidades de seiva.
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