Disparidade na distribuição dos medicamentos para doença de Alzheimer pelo SUS no Rio Grande do Sul

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Marco, Maísa de
Orientador(a): Castilhos, Raphael Machado de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/255167
Resumo: Base teórica: As transformações demográficas ocorridas nas últimas décadas determinaram um aumento significativo da proporção de idosos na população brasileira, e consequentemente, as doenças neurodegenerativas associadas com o envelhecimento também aumentaram em frequência, em particular as demências, cujo impacto pode ser considerado um problema de saúde pública. Dentre as possíveis etiologias de demência, a doença de Alzheimer (DA) é a forma mais comum, respondendo por 60 a 70% dos casos na maioria das séries. O tratamento farmacológico da DA inclui quatro fármacos que apresentam efeito sintomático modesto, aliviando os sintomas da doença: três Inibidores da acetilcolinesterase (IAChE), donepezila, rivastigmina e galantamina; e um inibidor de receptores N-metil-D-aspartato (NMDA), memantina. Apesar de esses medicamentos estarem disponíveis gratuitamente para todos os pacientes com o diagnóstico de DA que preencham os critérios de inclusão preconizados no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde (PCDT/MS), o acesso a esses medicamentos pode apresentar distribuição irregular. Dessa forma, realizou-se um estudo para avaliar a disparidade na distribuição de medicamentos para o tratamento da DA no estado do RS, e correlacionar quantidade de medicamentos dispensados em um determinado período de tempo com dados sociodemográficos. Objetivo: Avaliar o padrão de distribuição do fornecimento dos medicamentos do componente especial de assistência farmacêutica para DA no estado do Rio Grande do Sul (RS). Métodos: Realizou-se um estudo com dois delineamentos diferentes. O estudo transversal, o qual analisou o perfil dos pacientes que receberam medicamentos para DA em outubro de 2021 no Estado do RS, Brasil. Também se realizou-se um estudo ecológico, onde analisou-se o perfil de prescrição de medicamentos para DA em todos os municípios do RS neste período. Avaliamos as solicitações dos quatro medicamentos disponíveis na rede pública de saúde, em qualquer formulação ou dose: donepezila, rivastigmina, galantamina e memantina. No estado do RS, as solicitações de medicamentos para DA na rede pública são inicialmente realizadas pelo médico assistente por meio de um sistema web denominado AME (Administração de Medicamentos Especiais), administrado pela Secretaria Estadual 6 de Saúde (SES) do RS. Resultados: Em outubro de 2021, no estado do RS, Brasil, 2.382 pacientes com DA faziam uso de qualquer um dos quatro medicamentos fornecidos pelo sistema público de saúde brasileiro. A maioria, 65,6% (1.562), era do sexo feminino, com idade mediana de 79 [73-84] anos e 71,7% (1.036) com ensino fundamental incompleto. A mediana do MEEM foi de 15 [12-18] e a maioria apresentou CDR = 2 (55,2%, 1133). A medicação mais prescrita foi donepezila, 42,9% (1.014), de forma concomitante ou em combinação com memantina. Verificou-se que a distribuição da variável paciente/100.000/município teve distribuição em cluster, com I de Moran de 0,17562 (p<0,001). Como a distribuição dessa variável não foi aleatória, correlacionou-se com as variáveis sociodemográficas dos municípios. Diversas variáveis tiveram correlação fraca com pacientes/100.000/município como IDH (Rho = 0,32), PIB (Rho = 0,21), médicos/100.000 (Rho = 0,17) e % de analfabetismo (Rho = - 0,16). Conclusão: Mostrou-se que a distribuição de medicamentos para DA pelo sistema público de saúde no estado do RS apresenta um padrão desigual e regiões mais desenvolvidas socioeconomicamente têm maior frequência de prescrições. Avaliar as raízes dessa disparidade pode levar a mudanças nas políticas públicas que levem a um melhor diagnóstico e tratamento de pacientes com doença de Alzheimer.
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Apesar de esses medicamentos estarem disponíveis gratuitamente para todos os pacientes com o diagnóstico de DA que preencham os critérios de inclusão preconizados no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde (PCDT/MS), o acesso a esses medicamentos pode apresentar distribuição irregular. Dessa forma, realizou-se um estudo para avaliar a disparidade na distribuição de medicamentos para o tratamento da DA no estado do RS, e correlacionar quantidade de medicamentos dispensados em um determinado período de tempo com dados sociodemográficos. Objetivo: Avaliar o padrão de distribuição do fornecimento dos medicamentos do componente especial de assistência farmacêutica para DA no estado do Rio Grande do Sul (RS). Métodos: Realizou-se um estudo com dois delineamentos diferentes. O estudo transversal, o qual analisou o perfil dos pacientes que receberam medicamentos para DA em outubro de 2021 no Estado do RS, Brasil. Também se realizou-se um estudo ecológico, onde analisou-se o perfil de prescrição de medicamentos para DA em todos os municípios do RS neste período. Avaliamos as solicitações dos quatro medicamentos disponíveis na rede pública de saúde, em qualquer formulação ou dose: donepezila, rivastigmina, galantamina e memantina. No estado do RS, as solicitações de medicamentos para DA na rede pública são inicialmente realizadas pelo médico assistente por meio de um sistema web denominado AME (Administração de Medicamentos Especiais), administrado pela Secretaria Estadual 6 de Saúde (SES) do RS. Resultados: Em outubro de 2021, no estado do RS, Brasil, 2.382 pacientes com DA faziam uso de qualquer um dos quatro medicamentos fornecidos pelo sistema público de saúde brasileiro. A maioria, 65,6% (1.562), era do sexo feminino, com idade mediana de 79 [73-84] anos e 71,7% (1.036) com ensino fundamental incompleto. A mediana do MEEM foi de 15 [12-18] e a maioria apresentou CDR = 2 (55,2%, 1133). A medicação mais prescrita foi donepezila, 42,9% (1.014), de forma concomitante ou em combinação com memantina. Verificou-se que a distribuição da variável paciente/100.000/município teve distribuição em cluster, com I de Moran de 0,17562 (p<0,001). Como a distribuição dessa variável não foi aleatória, correlacionou-se com as variáveis sociodemográficas dos municípios. Diversas variáveis tiveram correlação fraca com pacientes/100.000/município como IDH (Rho = 0,32), PIB (Rho = 0,21), médicos/100.000 (Rho = 0,17) e % de analfabetismo (Rho = - 0,16). Conclusão: Mostrou-se que a distribuição de medicamentos para DA pelo sistema público de saúde no estado do RS apresenta um padrão desigual e regiões mais desenvolvidas socioeconomicamente têm maior frequência de prescrições. Avaliar as raízes dessa disparidade pode levar a mudanças nas políticas públicas que levem a um melhor diagnóstico e tratamento de pacientes com doença de Alzheimer.Background: The demographic transformations that have occurred in recent decades have determined a significant increase in the proportion of elderly people in the Brazilian population, and consequently, neurodegenerative diseases associated with aging have also increased in frequency, in particular dementia, whose impact can be considered a public health problem. Among the possible etiologies of dementia, Alzheimer's disease (AD) is the most common form, accounting for 60 to 70% of cases in most series. The pharmacological treatment of AD includes four drugs that have a modest symptomatic effect, which alleviate the symptoms of the disease: three acetylcholinesterase inhibitors (IAChE), donepezil, rivastigmine and galantamine; and an N-methyl-D-aspartate (NMDA) receptor inhibitor, memantine. Although these drugs are available free of charge to all patients diagnosed with AD who meet the inclusion criteria recommended in the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines of the Ministry of Health (PCDT/MS), access to these drugs may be unevenly distributed. Thus, a study was carried out to evaluate the disparity in the distribution of medication for the treatment of AD in the state of RS and to correlate the amount of medication dispensed in a given period of time with sociodemographic data. Objective: Evaluate the pattern of distribution of the supply of medicines of the special component of pharmaceutical assistance for AD in the state of Rio Grande do Sul (RS). Methods: A study with two different designs was performed. The cross-sectional study, which analyzed the profile of patients who received medication for AD in October 2021 in the State of RS, Brazil. And an ecological study, in which the profile of drug prescription for AD in all municipalities in RS during this period was analyzed. We evaluated requests for the four drugs available in the public health system, in any formulation or dose: donepezil, rivastigmine, galantamine and memantine. Results: In October 2021, in the state of RS, Brazil, 2,382 AD patients were using any of the four medications provided by the Brazilian public health system. The 8 majority, 65.6% (1,562), were female, with a median age of 79 [73-84] years and 71.7% (1,036) had incomplete primary education. The median MMSE was 15 [12-18] and the majority had a CDR = 2 (55.2%, 1133). The most prescribed medication was donepezil, 42.9% (1.014), concomitantly or in combination with memantine. It was verified that the distribution of the variable patient/100,000/city was grouped, with Moran's I of 0.17562 (p<0.001) (Figures 1 and 2). As the distribution of this variable was not random, it correlated with the sociodemographic variables of the municipalities. Several variables had weak correlation with patients/100,000/municipality such as HDI (Rho = 0.32), GDP (Rho = 0.21), physicians/100,000 (Rho = 0.17) and % of illiteracy (Rho = - 0.16). Conclusion: It was shown that the distribution of medications for AD by the public health system in the state of RS, Brazil presents an uneven pattern and more socioeconomically developed regions have higher frequency of prescriptions. Assessing the roots of this disparity can lead to public policy changes that lead to better diagnosis and treatment of patients with Alzheimer's disease.application/pdfporDoença de AlzheimerSistemas de medicaçãoSistema Único de SaúdeDisparidades em assistência à saúdeDisparidades nos níveis de saúdeRio Grande do SulAlzheimer's diseaseMedicationDistributionDisparityInequalityDisparidade na distribuição dos medicamentos para doença de Alzheimer pelo SUS no Rio Grande do Sulinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Ciências MédicasPorto Alegre, BR-RS2022mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001162634.pdf.txt001162634.pdf.txtExtracted Texttext/plain93005http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/255167/2/001162634.pdf.txt3e910eef7610f7ce2ee50b5229e71b79MD52ORIGINAL001162634.pdfTexto completoapplication/pdf1951786http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/255167/1/001162634.pdfe926ded2627e684889ae940ba75d9e21MD5110183/2551672025-01-25 07:57:43.009679oai:www.lume.ufrgs.br:10183/255167Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532025-01-25T09:57:43Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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