A percepção dos usuários sobre as áreas verdes : um outro olhar para os estudos configuracionais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Zeferino, Nícolas Azambuja
Orientador(a): Miron, Luciana Inês Gomes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/299019
Resumo: No cenário contemporâneo, destaca-se a importância da compreensão espacial a partir da perspectiva da Qualidade de Vida, impulsionada pela crescente inserção desse tema nos Planos Diretores, pela maior disponibilidade de dados e pelos avanços nas tecnologias de análise espacial. Nesse contexto, as pesquisas mais recentes vêm explorando formas de quantificar a equidade, com o intuito de identificar desigualdades socioespaciais e reforçar a importância do acesso justo aos serviços, equipamentos urbanos e áreas verdes. Apesar dos avanços, são poucos os estudos sobre modelos urbanos que analisem as cidades sob a perspectiva da Qualidade de Vida Urbana, principalmente considerando a percepção dos usuários sobre esses espaços. Nesse contexto, esta pesquisa tem como objetivo geral compreender a desigualdade socioespacial no acesso às AVs, a partir da configuração da forma urbana e da articulação entre dados objetivos e percepções dos usuários. O modelo configuracional de Oportunidade Espacial é carregado com um indicador composto que integra atributos objetivos das áreas verdes e o grau de satisfação relatado pelos usuários, coletado por meio de um questionário online. Para ampliar o alcance da amostra, o questionário foi divulgado por meio de anúncios em plataformas digitais. Já a análise da equidade de acesso baseia-se na distribuição percentual dos trechos urbanos com maior nível de oportunidade entre diferentes grupos sociais e tipologias domiciliares. Além de contribuir para a modelagem configuracional, ao incluir a percepção dos usuários como variável analítica, a pesquisa identificou quais grupos sociais possuem menos acesso às áreas verdes, com base em resultados gráficos e numéricos espacialmente desagregados.
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spelling Zeferino, Nícolas AzambujaMiron, Luciana Inês GomesMaraschin, Clarice2025-11-22T08:07:00Z2025http://hdl.handle.net/10183/299019001296949No cenário contemporâneo, destaca-se a importância da compreensão espacial a partir da perspectiva da Qualidade de Vida, impulsionada pela crescente inserção desse tema nos Planos Diretores, pela maior disponibilidade de dados e pelos avanços nas tecnologias de análise espacial. Nesse contexto, as pesquisas mais recentes vêm explorando formas de quantificar a equidade, com o intuito de identificar desigualdades socioespaciais e reforçar a importância do acesso justo aos serviços, equipamentos urbanos e áreas verdes. Apesar dos avanços, são poucos os estudos sobre modelos urbanos que analisem as cidades sob a perspectiva da Qualidade de Vida Urbana, principalmente considerando a percepção dos usuários sobre esses espaços. Nesse contexto, esta pesquisa tem como objetivo geral compreender a desigualdade socioespacial no acesso às AVs, a partir da configuração da forma urbana e da articulação entre dados objetivos e percepções dos usuários. O modelo configuracional de Oportunidade Espacial é carregado com um indicador composto que integra atributos objetivos das áreas verdes e o grau de satisfação relatado pelos usuários, coletado por meio de um questionário online. Para ampliar o alcance da amostra, o questionário foi divulgado por meio de anúncios em plataformas digitais. Já a análise da equidade de acesso baseia-se na distribuição percentual dos trechos urbanos com maior nível de oportunidade entre diferentes grupos sociais e tipologias domiciliares. Além de contribuir para a modelagem configuracional, ao incluir a percepção dos usuários como variável analítica, a pesquisa identificou quais grupos sociais possuem menos acesso às áreas verdes, com base em resultados gráficos e numéricos espacialmente desagregados.In the contemporary context, the relevance of spatial comprehension through the lens of Quality of Life has gained increasing prominence, driven by the growing incorporation of this theme into Master Plans, the expanded availability of data, and significant advances in spatial analysis technologies. Within this framework, recent studies have sought to develop approaches to quantify equity, aiming to identify socio-spatial inequalities and to emphasize the importance of equitable access to services, urban facilities, and green areas. Despite these advances, there remains a scarcity of research on urban models that examine cities from the perspective of Urban Quality of Life, particularly when incorporating users’ perceptions of such spaces. Against this backdrop, the overarching objective of this study is to analyze socio-spatial inequality in access to green areas, drawing on the configuration of urban form and the articulation between objective data and users’ perceptions. The configurational model of Spatial Opportunity is operationalized through a composite indicator that integrates objective attributes of green areas with users’ reported levels of satisfaction, collected via an online questionnaire. To enhance sample representativeness, the questionnaire was disseminated through targeted advertisements on digital platforms. The equity analysis of access is based on the percentage distribution of urban segments with higher opportunity levels across different social groups and household typologies. Beyond contributing to configurational modeling by incorporating users’ perceptions as an analytical variable, the study identifies which social groups experience more limited access to green areas, as evidenced by spatially disaggregated graphical and numerical outputs.application/pdfporÁreas verdesPercepção ambientalPlanejamento urbanoGreen spacesPerceptionSpatial opportunityUrban planningUrban quality of lifeA percepção dos usuários sobre as áreas verdes : um outro olhar para os estudos configuracionaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de ArquiteturaPrograma de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e RegionalPorto Alegre, BR-RS2025mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001296949.pdf.txt001296949.pdf.txtExtracted Texttext/plain198924http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/299019/2/001296949.pdf.txt91a297fc34da9cf57b4e72408e981173MD52ORIGINAL001296949.pdfTexto completoapplication/pdf26909343http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/299019/1/001296949.pdfa926d15086dc106f78a60dd9e721572bMD5110183/2990192025-12-15 08:12:25.332629oai:www.lume.ufrgs.br:10183/299019Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532025-12-15T10:12:25Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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