Evitação de encaminhamentos por queixas musculoesqueléticas à atenção especializada e redução da pegada de carbono : a experiência do Projeto RegulaSUS/TelessaúdeRS-UFRGS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Kolling, Maurício Godinho
Orientador(a): Gonçalves, Marcelo Rodrigues
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/296229
Resumo: Introdução: As doenças musculoesqueléticas estão entre as queixas mais prevalentes e as causas líderes de motivos de consulta na Atenção Primária à Saúde (APS), podendo responder por cerca de 10% dos motivos de consultas, o que sobrecarrega o sistema de saúde através de alta morbidade e encaminhamentos frequentes à atenção especializada. O transporte de pacientes à atenção especializada também tem importante impacto ambiental, relacionado à emissão de gases de efeito estufa. Neste contexto, o Projeto RegulaSUS/TelessaúdeRS-UFRGS, através da telemedicina, apresenta-se como uma ferramenta útil para qualificar a regulação e evitar encaminhamentos desnecessários, tendo potencial de reduzir até 30% de fila de espera de encaminhamentos à atenção especializada, bem como reduzir a pegada de carbono. Objetivos: Descrever características de teleconsultorias relacionadas a encaminhamentos à atenção especializada por queixas musculoesqueléticas e avaliar evitação de encaminhamentos à atenção especializada por essas queixas, bem como estimar redução na pegada de carbono. Métodos: estudo transversal descritivo avaliando teleconsultorias relacionadas à regulação de encaminhamentos por queixas musculoesqueléticas (elencadas na Classificação Internacional de Doenças – CID10 – grupo M), do interior do estado do Rio Grande do Sul a Porto Alegre no período de janeiro de 2018 a novembro de 2022. Avaliamos o perfil dos médicos solicitantes, a classificação CID10 da queixa relacionada à consultoria, especialidade relacionada à consultoria/encaminhamento, decisão da consultoria e pegada de carbono evitada. Resultados: Foram analisadas 6950 consultorias referentes a encaminhamentos por 2089 médicos solicitantes diferentes. A idade média dos profissionais foi 39,9 anos; 57,3% eram do sexo feminino; 21,1% pertenciam ao Programa Mais Médicos; na classificação brasileira de ocupações, 84,7% foram definidos como médicos de estratégia de saúde da família ou médicos clínicos, e 4,9% médicos de família e comunidade; 69,0% pertenciam a macrorregião metropolitana do Rio Grande do Sul. Foi encontrada associação estatisticamente significativa de encaminhamento à atenção especializada com consultorias relacionadas às especialidades Reumatologia, Ortopedia e Neurocirurgia, e com os CIDs “Dor lombar baixa” (M54.5), “Artrite reumatoide soropositiva” (M05), “Coxartrose [artrose do quadril]” (M16), “Transtornos internos do joelho” (M23) e o conjunto agregado de outros CIDs (p<0,05). Estimou-se redução total da emissão de gases de efeito estufa dos encaminhamentos evitados de 69.739,5 kg de CO2 no período avaliado. Conclusões: O uso de teleconsultorias para suporte clínico às decisões de encaminhamento, regulação e manejo de queixas musculoesqueléticas na APS se apresenta como ferramenta útil e promissora na evitação de encaminhamentos à atenção especializada, bem como no impacto ambiental da redução da pegada de carbono. As dificuldades no manejo de queixas musculoesqueléticas pelos médicos da APS, bem como a avaliação das condições mais associadas a encaminhamento são temas que merecem ampliação de estudos para a qualificação do cuidado clínico.
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Objetivos: Descrever características de teleconsultorias relacionadas a encaminhamentos à atenção especializada por queixas musculoesqueléticas e avaliar evitação de encaminhamentos à atenção especializada por essas queixas, bem como estimar redução na pegada de carbono. Métodos: estudo transversal descritivo avaliando teleconsultorias relacionadas à regulação de encaminhamentos por queixas musculoesqueléticas (elencadas na Classificação Internacional de Doenças – CID10 – grupo M), do interior do estado do Rio Grande do Sul a Porto Alegre no período de janeiro de 2018 a novembro de 2022. Avaliamos o perfil dos médicos solicitantes, a classificação CID10 da queixa relacionada à consultoria, especialidade relacionada à consultoria/encaminhamento, decisão da consultoria e pegada de carbono evitada. Resultados: Foram analisadas 6950 consultorias referentes a encaminhamentos por 2089 médicos solicitantes diferentes. A idade média dos profissionais foi 39,9 anos; 57,3% eram do sexo feminino; 21,1% pertenciam ao Programa Mais Médicos; na classificação brasileira de ocupações, 84,7% foram definidos como médicos de estratégia de saúde da família ou médicos clínicos, e 4,9% médicos de família e comunidade; 69,0% pertenciam a macrorregião metropolitana do Rio Grande do Sul. Foi encontrada associação estatisticamente significativa de encaminhamento à atenção especializada com consultorias relacionadas às especialidades Reumatologia, Ortopedia e Neurocirurgia, e com os CIDs “Dor lombar baixa” (M54.5), “Artrite reumatoide soropositiva” (M05), “Coxartrose [artrose do quadril]” (M16), “Transtornos internos do joelho” (M23) e o conjunto agregado de outros CIDs (p<0,05). Estimou-se redução total da emissão de gases de efeito estufa dos encaminhamentos evitados de 69.739,5 kg de CO2 no período avaliado. Conclusões: O uso de teleconsultorias para suporte clínico às decisões de encaminhamento, regulação e manejo de queixas musculoesqueléticas na APS se apresenta como ferramenta útil e promissora na evitação de encaminhamentos à atenção especializada, bem como no impacto ambiental da redução da pegada de carbono. As dificuldades no manejo de queixas musculoesqueléticas pelos médicos da APS, bem como a avaliação das condições mais associadas a encaminhamento são temas que merecem ampliação de estudos para a qualificação do cuidado clínico.Introduction: Musculoskeletal disorders are among the most prevalent health problems and leading causes of consultations in Primary Health Care (PHC). These conditions overload the healthcare system due to high morbidity and frequent referrals to specialized care. Besides, patient transportation to specialized care significantly impacts the environment, contributing to greenhouse gas emissions. In this context, the RegulaSUS/TelessaúdeRS Project, through telemedicine, emerges as a valuable tool to improve referral regulation, avoid unnecessary referrals, with potential to reduce up to 30% of waiting lists for specialized care, and concurrently decrease the carbon footprint. Objectives: To describe the characteristics of teleconsultations related to referrals for musculoskeletal complaints, assess the avoidance of such referrals, and estimate the reduction in carbon footprint. Methods: This cross-sectional descriptive study analyzed teleconsultations related to the regulation of referrals for musculoskeletal complaints (classified under the International Classification of Diseases – ICD10 – group M), from areas of Rio Grande do Sul state to the capital city Porto Alegre, between January 2018 and November 2022. The study assessed the profiles of requesting physicians, the ICD10 classification of complaints, the specialties involved in the consultations/referrals, the consultation outcomes, and the avoided carbon footprint. Results: A total of 6,950 consultations involving referrals from 2,089 different physicians were analyzed. The mean age of the physicians was 39.9 years; 57.3% were female; 21.1% participated in the "Mais Médicos" program; according to the Brazilian Classification of Occupations, 84.7% were classified as family health strategy physicians or generalist physicians, and 4.9% as family and community physicians specialists. Furthermore, 69.0% were based in the metropolitan macro-region of Rio Grande do Sul. A statistically significant association was found between referrals to specialized care and teleconsultations involving the specialties of Rheumatology, Orthopedics, and Neurosurgery, as well as ICD categories "Low back pain" (M54.5), "Seropositive rheumatoid arthritis" (M05), "Coxarthrosis [hip osteoarthritis]" (M16), "Internal derangement of knee" (M23), and a grouped set of other ICDs (p<0.05). The total estimated reduction in greenhouse gas emissions from avoided referrals was 69,739.5 kg of CO2 during the study period. Conclusions: The use of teleconsultations for clinical decision support in referrals, regulation, and management of musculoskeletal complaints in PHC proved to be a promising tool for avoiding referrals to specialized care and reducing the environmental impact by lowering the carbon footprint. Challenges in managing musculoskeletal complaints among PHC physicians, as well as the evaluation of conditions most associated with referrals, require further research to enhance the quality of clinical care.Telemedicinaapplication/pdfporTelemedicinaAtenção primária à saúdeDoenças musculoesqueléticasPegada de carbonoEncaminhamento e consultaCarbon footprintMusculoskeletal diseasesPrimary health careTelehealthTelemedicineEvitação de encaminhamentos por queixas musculoesqueléticas à atenção especializada e redução da pegada de carbono : a experiência do Projeto RegulaSUS/TelessaúdeRS-UFRGSinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em EpidemiologiaPorto Alegre, BR-RS2025mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001292124.pdf.txt001292124.pdf.txtExtracted Texttext/plain117364http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/296229/2/001292124.pdf.txtd9dddc673be12cade19aaa053a9b5c1bMD52ORIGINAL001292124.pdfTexto completoapplication/pdf1007718http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/296229/1/001292124.pdfd7ca5aa2c9face5eec8614a49012a9f0MD5110183/2962292026-02-06 09:03:01.017492oai:www.lume.ufrgs.br:10183/296229Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532026-02-06T11:03:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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