Valor nutricional e energético do farelo de algodão de alta energia ® em rações para suínos
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Zootecnia Brasil UFRPE Programa de Pós-Graduação em Zootecnia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6726 |
Resumo: | Um ensaio de digestibilidade foi conduzido com o objetivo de determinar o valor nutricional e o efeito do nível de inclusão do farelo de algodão na digestibilidade do mesmo em suínos na fase de crescimento. Foram utilizados 15 animais machos castrados de uma linhagem comercial com peso vivo médio 30,35 kg, submetidos a um período de dez dias de experimento, sendo cinco dias para adaptação às dietas experimentais e cinco para coleta das fezes. Foram distribuídos em delineamento em blocos casualizados, com três tratamentos e quatro repetições. Cada repetição foi considerada uma unidade experimental representada por uma gaiola metabólica com um animal. Utilizou-se a metodologia de coleta total de excretas, utilizando-se óxido férrico (2%) na ração como marcador do início e final do período de coleta. Os tratamentos foram os seguintes: T1= ração referência à base de milho e farelo de soja (RR); T2= RR com inclusão de 20% do farelo de algodão; T3= RR com inclusão de 30% do farelo de algodão. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca (CDMS), da proteína bruta (CDPB), do extrato etéreo (CDEE), da energia bruta (CDEB) e valores de matéria seca digestível (MSD), proteína bruta digestível (PBD), extrato etéreo digestível (EED) e energia digestível (ED), foram respectivamente:78,70; 84,58; 53,97; 41,99; 73,00; 21,65; e 3,38 %; 1.971,37 (Kcal/kg) para o T2;69,99; 81,84; 72,41; 53,06; 64,92; 20,95; 4,54 % e 2.490,49 (Kcal/kg) para o T3. Para os valores de CDEE, CDEB, EED e ED, observou-se que houve diferenças significativas (p<0,05) entre os tratamentos. O nível de substituição do farelo de algodão afetou os coeficientes de digestibilidade da energia, extrato etéreo, energia digestível e extrato etéreo digestível. Conclui-se que o nível de trinta por cento é o mais adequado para estimar a digestibilidade da energia com valor de 2.490,49 Kcal/Kg. |
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Valor nutricional e energético do farelo de algodão de alta energia ® em rações para suínosNutrição animalAlimento alternativoFarelo de algodãoValor nutritivoDigestibilidadeSuínoCIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIAUm ensaio de digestibilidade foi conduzido com o objetivo de determinar o valor nutricional e o efeito do nível de inclusão do farelo de algodão na digestibilidade do mesmo em suínos na fase de crescimento. Foram utilizados 15 animais machos castrados de uma linhagem comercial com peso vivo médio 30,35 kg, submetidos a um período de dez dias de experimento, sendo cinco dias para adaptação às dietas experimentais e cinco para coleta das fezes. Foram distribuídos em delineamento em blocos casualizados, com três tratamentos e quatro repetições. Cada repetição foi considerada uma unidade experimental representada por uma gaiola metabólica com um animal. Utilizou-se a metodologia de coleta total de excretas, utilizando-se óxido férrico (2%) na ração como marcador do início e final do período de coleta. Os tratamentos foram os seguintes: T1= ração referência à base de milho e farelo de soja (RR); T2= RR com inclusão de 20% do farelo de algodão; T3= RR com inclusão de 30% do farelo de algodão. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca (CDMS), da proteína bruta (CDPB), do extrato etéreo (CDEE), da energia bruta (CDEB) e valores de matéria seca digestível (MSD), proteína bruta digestível (PBD), extrato etéreo digestível (EED) e energia digestível (ED), foram respectivamente:78,70; 84,58; 53,97; 41,99; 73,00; 21,65; e 3,38 %; 1.971,37 (Kcal/kg) para o T2;69,99; 81,84; 72,41; 53,06; 64,92; 20,95; 4,54 % e 2.490,49 (Kcal/kg) para o T3. Para os valores de CDEE, CDEB, EED e ED, observou-se que houve diferenças significativas (p<0,05) entre os tratamentos. O nível de substituição do farelo de algodão afetou os coeficientes de digestibilidade da energia, extrato etéreo, energia digestível e extrato etéreo digestível. Conclui-se que o nível de trinta por cento é o mais adequado para estimar a digestibilidade da energia com valor de 2.490,49 Kcal/Kg.Digestibility assay was lead with the objective to determine the nutritional value and the effects of the levels of inclusion of the high-energy cottonseed meal ® for pigs in growing phase. Fifteen crossbred barrows with mean live weight from 30,35 kg were used. The experiment had five days of adaptation period and five days for sampling of feces. The experiment was in a randomized block design, with three treatments and four replicates; the experimental unit was represented by metabolic cage with one animal. The nutritional value was determinate using the methodology of total excrete collection with ferric oxide (2%) in the diet to mark the beginning and the end of the collection period. The experimental treatments were: T1= diet reference the base of corn and soy (RR); T2= RR containing 20% of the cottonseed meal; T3= RR containing of 30% of cottonseed meal. The values of digestibility coefficients of dry matter (CDMS), crude protein (DCPB), ether extract (CDEE), gross energy (CDEB), and values of digestible dry matter (MSD), digestible crude protein (PBD), digestible ether extract (EED), and digestible energy (ED) were: T2; 78,70; 84,58; 53,97; 41,99;73,00; 21,65; and 3,38; 1.971,37 (Kcal/kg), and T3; 69,99; 81,84; 72,41; 53,06; 64,92;20,95; 4,54; and 2.490,49 (Kcal/kg), respectively. No difference (P<0,05) were detected among treatments for values of CDEE, CDEB, EED and ED. However, the inclusion level of cottonseed meal affected the digestibility coefficients of energy, ether extract, digestible energy, and digestible ether extract. These results indicated that the level of thirty percent is more appropriate for estimating the energy digestibility whit value of the 2.490,49 Kcal/kg.Universidade Federal Rural de PernambucoDepartamento de ZootecniaBrasilUFRPEPrograma de Pós-Graduação em ZootecniaDUTRA JÚNIOR, Wilson MoreiraLÜDKE , Maria do Carmo Mohaupt MarquesRABELLO, Carlos Bôa-ViagemHOLANDA, Mônica Calixto Ribeiro deMARTINS, Terezinha Domiciano DantasNASCIMENTO, Cristina Lúcia Michaello Macêdo do2017-03-31T14:42:41Z2009-03-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfNASCIMENTO, Cristina Lúcia Michaello Macêdo do. Valor nutricional e energético do farelo de algodão de alta energia ® em rações para suínos. 2009.65 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Zootecnia) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6726porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPEinstname:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)instacron:UFRPE2023-06-28T11:44:33Zoai:tede2:tede2/6726Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/PUBhttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/oai/requestbdtd@ufrpe.br ||bdtd@ufrpe.bropendoar:2023-06-28T11:44:33Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)false |
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Um ensaio de digestibilidade foi conduzido com o objetivo de determinar o valor nutricional e o efeito do nível de inclusão do farelo de algodão na digestibilidade do mesmo em suínos na fase de crescimento. Foram utilizados 15 animais machos castrados de uma linhagem comercial com peso vivo médio 30,35 kg, submetidos a um período de dez dias de experimento, sendo cinco dias para adaptação às dietas experimentais e cinco para coleta das fezes. Foram distribuídos em delineamento em blocos casualizados, com três tratamentos e quatro repetições. Cada repetição foi considerada uma unidade experimental representada por uma gaiola metabólica com um animal. Utilizou-se a metodologia de coleta total de excretas, utilizando-se óxido férrico (2%) na ração como marcador do início e final do período de coleta. Os tratamentos foram os seguintes: T1= ração referência à base de milho e farelo de soja (RR); T2= RR com inclusão de 20% do farelo de algodão; T3= RR com inclusão de 30% do farelo de algodão. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca (CDMS), da proteína bruta (CDPB), do extrato etéreo (CDEE), da energia bruta (CDEB) e valores de matéria seca digestível (MSD), proteína bruta digestível (PBD), extrato etéreo digestível (EED) e energia digestível (ED), foram respectivamente:78,70; 84,58; 53,97; 41,99; 73,00; 21,65; e 3,38 %; 1.971,37 (Kcal/kg) para o T2;69,99; 81,84; 72,41; 53,06; 64,92; 20,95; 4,54 % e 2.490,49 (Kcal/kg) para o T3. Para os valores de CDEE, CDEB, EED e ED, observou-se que houve diferenças significativas (p<0,05) entre os tratamentos. O nível de substituição do farelo de algodão afetou os coeficientes de digestibilidade da energia, extrato etéreo, energia digestível e extrato etéreo digestível. Conclui-se que o nível de trinta por cento é o mais adequado para estimar a digestibilidade da energia com valor de 2.490,49 Kcal/Kg. |
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