Cultivo do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii (De Man 1879) em sistemas simbióticos e bioflocos na fase de berçário

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: SANTOS, Robson Batista dos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Pesca e Aquicultura
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Recursos Pesqueiros e Aquicultura
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/9549
Resumo: A busca por melhor produtividade e sustentabilidade tem estimulado pesquisas voltadas à intensificação no cultivo do camarão de água doce M. rosenbergii. Em face disso, esse trabalho teve o objetivo de aprimorar as tecnologias de cultivo dessa espécie para os sistemas bioflocos e simbióticos na fase de berçário. Para isso, foram realizados dois experimentos. No Experimento 1 avaliou-se diferentes estratégias de suprimento de carbono orgânico no cultivo dessa espécie. Os camarões (10,0 ± 2,0 mg) foram estocados (0,8 PL L−1) durante 35 dias em delineamento experimental com cinco tratamentos e quatro repetições: Ct = controle; M = melaço (BFT); Mf = melaço pré-tratado com Bacillus spp. (simbiótico); RB = farelo de arroz (BFT); e RBf = farelo de arroz pré-tratado com Bacillus spp. (simbiótico). Os camarões foram alimentados cinco vezes ao dia com ração contendo 40% de proteína bruta. As variáveis de qualidade da água permaneceram dentro da faixa considerada adequada para a espécie. O simbiótico reduziu os valores médios de sólidos sedimentáveis quando comparado ao bioflocos. O teor de proteína dos flocos microbianos (peso seco) diferiu entre RBf (34,07 ± 0,54%) e RB (29,77 ± 0,48%), mas foi maior no M (43,27 ± 0,76%). Os camarões submetidos ao RBf apresentaram a melhor combinação de resultados para as variáveis peso médio final (122,85 ± 12,50 mg) e ganho de peso semanal (22,26 ± 2,97 mg). Uma vez identificado melhor desempenho do RBf (Simbiótico) no Experimento 1, investigou-se no Experimento 2 os efeitos de diferentes estratégias de preparação do simbiótico com farelo de arroz (fermentação e respiração microbiana) na qualidade da água e desempenho dos animais. Assim, novas pós larvas (10,01±2,0 mg, 1,0 PL L−1) foram estocadas em 20 unidades experimentais durante 35 dias, compondo cinco tratamentos e quatro repetições. Foram utilizados farelo de arroz, probióticos, alcalinizantes e água na preparação do simbiótico. Cada tratamento correspondeu a uma estratégia de preparação: T12|12 = 12h anaeróbica e 12h aeróbica; T12|24 = 12h anaeróbica e 24h aeróbica; T24|0 = 24h anaeróbica apenas; T24|12 = 24h anaeróbica e 12h aeróbica; T24|24 = 24h anaeróbica e 24h aeróbica. Os resultados das variáveis de qualidade de água foram adequados ao cultivo da espécie. Para as variáveis peso médio final (mg) e produtividade (g m-3), os tratamentos T24|24 (221,3±22 e 195,4±14,6) e T12|24 (218,2±27,6 e 196,2±33,4) foram superiores ao 24|00 (176,1±24.5 e 151,3±21.6). Pode-se concluir que é possível utilizar o sistema simbiótico com farelo de arroz na produção de juvenis de camarão de água doce M. rosenbergii. Além disso, a combinação do tempo de fermentação e respiração microbiana no processo de preparação do simbiótico tem efeitos na sua qualidade como fertilizante e, por conseguinte, no crescimento dos animais, conforme observado nos tratamentos T24|24 e T12|24.
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Os camarões (10,0 ± 2,0 mg) foram estocados (0,8 PL L−1) durante 35 dias em delineamento experimental com cinco tratamentos e quatro repetições: Ct = controle; M = melaço (BFT); Mf = melaço pré-tratado com Bacillus spp. (simbiótico); RB = farelo de arroz (BFT); e RBf = farelo de arroz pré-tratado com Bacillus spp. (simbiótico). Os camarões foram alimentados cinco vezes ao dia com ração contendo 40% de proteína bruta. As variáveis de qualidade da água permaneceram dentro da faixa considerada adequada para a espécie. O simbiótico reduziu os valores médios de sólidos sedimentáveis quando comparado ao bioflocos. O teor de proteína dos flocos microbianos (peso seco) diferiu entre RBf (34,07 ± 0,54%) e RB (29,77 ± 0,48%), mas foi maior no M (43,27 ± 0,76%). Os camarões submetidos ao RBf apresentaram a melhor combinação de resultados para as variáveis peso médio final (122,85 ± 12,50 mg) e ganho de peso semanal (22,26 ± 2,97 mg). Uma vez identificado melhor desempenho do RBf (Simbiótico) no Experimento 1, investigou-se no Experimento 2 os efeitos de diferentes estratégias de preparação do simbiótico com farelo de arroz (fermentação e respiração microbiana) na qualidade da água e desempenho dos animais. Assim, novas pós larvas (10,01±2,0 mg, 1,0 PL L−1) foram estocadas em 20 unidades experimentais durante 35 dias, compondo cinco tratamentos e quatro repetições. Foram utilizados farelo de arroz, probióticos, alcalinizantes e água na preparação do simbiótico. Cada tratamento correspondeu a uma estratégia de preparação: T12|12 = 12h anaeróbica e 12h aeróbica; T12|24 = 12h anaeróbica e 24h aeróbica; T24|0 = 24h anaeróbica apenas; T24|12 = 24h anaeróbica e 12h aeróbica; T24|24 = 24h anaeróbica e 24h aeróbica. Os resultados das variáveis de qualidade de água foram adequados ao cultivo da espécie. Para as variáveis peso médio final (mg) e produtividade (g m-3), os tratamentos T24|24 (221,3±22 e 195,4±14,6) e T12|24 (218,2±27,6 e 196,2±33,4) foram superiores ao 24|00 (176,1±24.5 e 151,3±21.6). Pode-se concluir que é possível utilizar o sistema simbiótico com farelo de arroz na produção de juvenis de camarão de água doce M. rosenbergii. Além disso, a combinação do tempo de fermentação e respiração microbiana no processo de preparação do simbiótico tem efeitos na sua qualidade como fertilizante e, por conseguinte, no crescimento dos animais, conforme observado nos tratamentos T24|24 e T12|24.The freshwater prawn species M. rosenbergii has shown the need for research to intensify its cultivation, especially in heterotrophic systems with minimal water exchange. In view of this, this work aimed to improve the culture technologies of this species for biofloc and synbiotic systems in the nursery phase. For this, two experiments were carried out. In Experiment 1, different strategies for supplying organic carbon in the culture of this species were tested. The prawn (10.0 ± 2.0 mg) were stored (0.8 PL L−1) for 35 days in an experimental design with five treatments and four replicates: Ct = control; M = molasses (BFT); Mf = molasses pre-treated with Bacillus spp. without and with aeration (synbiotic); RB = rice bran (BFT); and RBf = raw rice bran pre-treated with Bacillus spp., without and with aeration (synbiotic). The prawns were fed five times a day with a diet containing 40% crude protein. The water quality variables remained within the range considered adequate for the species. The synbiotic reduced the mean values of settleable solids. The protein content of microbial flocs (dry weight) differed between RBf (34.07 ± 0.54%) and RB (29.77 ± 0.48%), but was higher in M (43.27 ± 0.76 %). Prawns submitted to RBf showed the best combination of results for the variables final weight (122.85 ± 12.50 mg) and weekly weight gain (22.26 ± 2,97 mg). Once better performance of the RBf was identified, Experiment 2 proposed to investigate the effects of different strategies of synbiotic preparation (fermentation and microbial respiration) on water quality and animal performance. Thus, new post larvae (10.01±2.0 mg, 1.0 PL L−1) were stocked in 20 experimental units for 35 days, design with five treatments and four replicates. Rice bran, probiotics, alkalizing agents and water were used in the preparation of the synbiotic. Each treatment corresponded to a preparation strategy: T12|12 = 12 hours anaerobic and 12 hours aerobics; T12|24 = 12 hours anaerobic and 24 hours aerobic; T24|0 = 24 hours anaerobic only; T24|12 = 24 hours anaerobic and 12 hours aerobic; T24|24 = 24 hours anaerobic and 24 hours aerobic. The results of the quality variables were suitable for the culture of the species. For the variables final average weight (mg) and yield (g m-3), treatments T24|24 (221.3±22 and 195.4±14.6) and T12|24 (218.2±27.6 and 196.2±33.4) were superior to 24| 00 (176.1±24.5 and 151.3±21.6). Thus, we can conclude that it is possible to use the synbiotic system with rice bran in the production of freshwater prawn M. rosenbergii juveniles. Furthermore, the combination of fermentation time and microbial respiration in the synbiotic preparation process has an effect on its quality as a fertilizer and, therefore, on the growth of the animals.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESConselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqUniversidade Federal Rural de PernambucoDepartamento de Pesca e AquiculturaBrasilUFRPEPrograma de Pós-Graduação em Recursos Pesqueiros e AquiculturaSILVA, Luis Otávio Brito daALVES FILHO, Petrônio CoelhoRIBEIRO, KarineBALLESTER, Eduardo Luis CupertinoOLIVERA GÁLVEZ, AlfredoSANTOS, Robson Batista dos2024-03-05T19:44:03Z2022-02-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfSANTOS, Robson Batista dos. Cultivo do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii (De Man 1879) em sistemas simbióticos e bioflocos na fase de berçário. 2022. 71 f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Recursos Pesqueiros e Aquicultura) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/9549porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPEinstname:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)instacron:UFRPE2024-03-05T19:44:03Zoai:tede2:tede2/9549Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/PUBhttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/oai/requestbdtd@ufrpe.br ||bdtd@ufrpe.bropendoar:2024-03-05T19:44:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)false
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