Avaliação do estado da arte da engenharia de produção na indústria naval brasileira: um estudo de caso no estaleiro Atlântico Sul
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas
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| Departamento: |
Escola Politécnica
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7030 |
Resumo: | Este estudo de caso trata da avaliação da utilização das melhores práticas da Engenharia de Produção na indústria naval, tendo como pano-de-fundo o Estaleiro Atlântico Sul (EAS). Trata-se de um estudo de caso descritivo e explanatório. O trabalho descreve a trajetória evolutiva do sistema de produção do EAS, caracterizando-o em três fases distintas. Na Fase I, que se inicia em 2008 e se estende até julho 2014, identifica-se uma significativa influência dos fatores históricos da produção naval no Brasil que teve forte influência do paradigma Taylorista/Fordista, e pode ser sintetizado pelo fato de que a produção de navios era percebida enquanto uma ´obra´ com a gestão das diversas ´disciplinas´. A Fase II, que ocorreu entre julho de 2014 e janeiro de 2016, constituiu-se em uma etapa de transição que teve como elemento central o objetivo de modificar a cultura organizacional da empresa, o que foi efetivado através da adoção de conceitos tais como: 5S, mini fábricas e Kaizens com foco na melhoria dos fluxos produtivos e qualidade focada no processo. Já a Fase III, que inicia em janeiro de 2016, tem como evento crítico a criação de uma maquete em escala real do EAS que objetiva criar uma visão holística da empresa e do sistema de produção. A Fase III tem como embasamento teórico o Sistema Toyota de Produção e a Teoria das Restrições (TOC), tendo sido realizado uma importante modificação conceitual no que tange a percepção do ´objeto de trabalho´ ao longo de todo o sistema produtivo do EAS. As modificações que ocorreram, sob a égide e foco na Função Processo, foram centrais para a criação e melhoria dos fluxos produtivos em todo o sistema de produção. Visando a sustentação das mudanças ocorridas na Fase III, ocorreu uma ampla reformulação no modelo de gestão com a criação do conceito de Fábricas (Blocos, Pintura e Edificação) que passaram a ter gestores específicos responsáveis pelas melhorias incrementais e radicais dos fluxos produtivos. Além disso, foram realizadas ações no que tange à Função Operação: i) implantação do conceito de Gestão do Posto de Trabalho nas máquinas restritivas do corte; ii) gerar várias linhas de produção utilizando o conceito de box, com uma visão mais geral de fluxo oriundo da ótica do Tambor/Pulmão/Corda da TOC, com a utilização intensiva do conceito de Operação-Padrão para o dimensionamento dos mesmos. Ainda, através de um relatório de uma consultoria coreana, foi possível entender um conjunto de gaps existentes entre o modelo de sistema de produção atualmente adotado na empresa em estudo e o benchmarking coreano. A partir desta perspectiva evolucionária histórica de desenvolvimento do sistema produtivo do EAS, o trabalho propõe a adoção de uma série de boas práticas no intuito de aprimorar os processos na empresa em estudo. Finalmente, a título de conclusão, a aplicabilidade dos conceitos de engenharia de produção na indústria naval, tem impacto direto em termos das melhorias econômico-financeiro da empresa. |
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2018-04-26T15:00:14Z2018-04-26T15:00:14Z2018-02-27Submitted by JOSIANE SANTOS DE OLIVEIRA (josianeso) on 2018-04-26T15:00:14Z No. of bitstreams: 1 Guilherme Bacim_.pdf: 15496221 bytes, checksum: 753345aa27e543f77ece6c2dbf229575 (MD5)Made available in DSpace on 2018-04-26T15:00:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Guilherme Bacim_.pdf: 15496221 bytes, checksum: 753345aa27e543f77ece6c2dbf229575 (MD5) Previous issue date: 2018-02-27Este estudo de caso trata da avaliação da utilização das melhores práticas da Engenharia de Produção na indústria naval, tendo como pano-de-fundo o Estaleiro Atlântico Sul (EAS). Trata-se de um estudo de caso descritivo e explanatório. O trabalho descreve a trajetória evolutiva do sistema de produção do EAS, caracterizando-o em três fases distintas. Na Fase I, que se inicia em 2008 e se estende até julho 2014, identifica-se uma significativa influência dos fatores históricos da produção naval no Brasil que teve forte influência do paradigma Taylorista/Fordista, e pode ser sintetizado pelo fato de que a produção de navios era percebida enquanto uma ´obra´ com a gestão das diversas ´disciplinas´. A Fase II, que ocorreu entre julho de 2014 e janeiro de 2016, constituiu-se em uma etapa de transição que teve como elemento central o objetivo de modificar a cultura organizacional da empresa, o que foi efetivado através da adoção de conceitos tais como: 5S, mini fábricas e Kaizens com foco na melhoria dos fluxos produtivos e qualidade focada no processo. Já a Fase III, que inicia em janeiro de 2016, tem como evento crítico a criação de uma maquete em escala real do EAS que objetiva criar uma visão holística da empresa e do sistema de produção. A Fase III tem como embasamento teórico o Sistema Toyota de Produção e a Teoria das Restrições (TOC), tendo sido realizado uma importante modificação conceitual no que tange a percepção do ´objeto de trabalho´ ao longo de todo o sistema produtivo do EAS. As modificações que ocorreram, sob a égide e foco na Função Processo, foram centrais para a criação e melhoria dos fluxos produtivos em todo o sistema de produção. Visando a sustentação das mudanças ocorridas na Fase III, ocorreu uma ampla reformulação no modelo de gestão com a criação do conceito de Fábricas (Blocos, Pintura e Edificação) que passaram a ter gestores específicos responsáveis pelas melhorias incrementais e radicais dos fluxos produtivos. Além disso, foram realizadas ações no que tange à Função Operação: i) implantação do conceito de Gestão do Posto de Trabalho nas máquinas restritivas do corte; ii) gerar várias linhas de produção utilizando o conceito de box, com uma visão mais geral de fluxo oriundo da ótica do Tambor/Pulmão/Corda da TOC, com a utilização intensiva do conceito de Operação-Padrão para o dimensionamento dos mesmos. Ainda, através de um relatório de uma consultoria coreana, foi possível entender um conjunto de gaps existentes entre o modelo de sistema de produção atualmente adotado na empresa em estudo e o benchmarking coreano. A partir desta perspectiva evolucionária histórica de desenvolvimento do sistema produtivo do EAS, o trabalho propõe a adoção de uma série de boas práticas no intuito de aprimorar os processos na empresa em estudo. Finalmente, a título de conclusão, a aplicabilidade dos conceitos de engenharia de produção na indústria naval, tem impacto direto em termos das melhorias econômico-financeiro da empresa.This case study deals with the evaluation of the use of the best practices of Production Engineering in the naval industry, having as background the Estaleiro Atlântico Sul (EAS). It is a descriptive and explanatory case study. The project describes the evolutionary trajectory of the EAS Production System, characterizing it in three distinct phases. In Phase I, which begins in 2008 and extends until July 2014, it is identified a significant influence of the historical factors of the naval production in Brazil that had strong influence of the Taylorist / Fordist paradigm, and can be synthesized by the fact that the production of ships was perceived as a ' construction ' with the management of the several ‘disciplines’. Phase II, which occurred between July 2014 and January 2016, constituted a transition phase that had as its central element the goal of modifying the organizational culture of the company, which was accomplished through the adoption of concepts such as: 5S, mini factories and Kaizens focused on improving production flows and process-focused quality. And in Phase III, which begins in January 2016, has as a critical event the creation of a full-scale EAS model that aims to create a holistic view of the company and the production system. Phase III has as its theoretical basis the Toyota Production System and the Theory of Constraints (TOC), and an important conceptual modification was made regarding the perception of the 'work object' throughout the EAS production system. The changes that occurred under the aegis and focus on the Process Function were central to the creation and improvement of production flows throughout the production system. In order to sustain the changes that occurred in Phase III, there was a broad reformulation in the management model with the creation of the concept of Factories (Blocks, Painting and Edification) that started to have specific managers responsible for the incremental and radical improvements of the productive flows. In addition, actions were taken with respect to the Operation Function: i) implementation of the concept of Workstation Management in the restrictive cutting machines; ii) generate several production lines using the box concept, with a more general view of flow from the TOC Drum / Buffer / Rope perspective, with the intensive use of the Standard Operation concept for their design. Also, through a report from a Korean consultancy, it was possible to understand a set of gaps between the production system model currently adopted in the company under study and the Korean benchmarking. From this evolutionary historical perspective of the development of the EAS production system, the paper proposes the adoption of a series of good practices in order to improve the processes in the company under study. Finally, as a conclusion, it seems possible to affirm the adherence and applicability of the concepts of production engineering in the naval industry, and its application has a direct impact in terms of the company's economic and financial improvementsCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorBacim, Guilhermehttp://lattes.cnpq.br/9799314442055109http://lattes.cnpq.br/2828871234344046Júnior, José Antônio Valle AntunesUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e SistemasUnisinosBrasilEscola PolitécnicaAvaliação do estado da arte da engenharia de produção na indústria naval brasileira: um estudo de caso no estaleiro Atlântico SulACCNPQ::Engenharias::Engenharia de ProduçãoConstrução navalSistema Toyota de ProduçãoManufatura EnxutaTeoria das restriçõesDependência de trajetóriaCriação de trajetóriaShipbuildingToyota Production SystemLean manufacturingRestriction theoryPath dependencePath creationinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7030info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSORIGINALGuilherme Bacim_.pdfGuilherme Bacim_.pdfapplication/pdf15496221http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/7030/1/Guilherme+Bacim_.pdf753345aa27e543f77ece6c2dbf229575MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/7030/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52UNISINOS/70302018-04-26 12:01:28.845oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/7030Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2018-04-26T15:01:28Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
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