Auto-organização em um time scrum: uma compreensão a luz do paradigma sistêmico-complexo
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Gestão e Negócios
|
| Departamento: |
Escola de Gestão e Negócios
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13544 |
Resumo: | A Auto-Organização dos times de projetos é uma das seis características identificadas por Takeuchi; Nonaka (1986) que levam às empresas flexibilidade e velocidade no desenvolvimento de produtos e soluções. Schwaber (1997) incorporou esta característica ao criar uma nova abordagem de processo de desenvolvimento de software ao qual chamou de Scrum, sendo atualmente um dos métodos ágeis mais utilizados no mundo conforme CollabNet VersionOne (2019). Segundo Heylighen (2002) a Auto-Organização surgiu de muitos campos científicos díspares como física, química, biologia, cibernética e está diretamente relacionado a Teoria da Complexidade e ao Pensamento Sistêmico tendo como expoentes Edgar Morin e Fritjof Capra respectivamente, dando origem ao Paradigma Sistêmico-Complexo. Este estudo teve como objetivo compreender a Auto-Organização em um Time Scrum, à luz do Paradigma Sistêmico-Complexo, a partir dos princípios da Recursividade, Hologramaticidade e Dialógica propostos por Morin. Foi utilizado uma abordagem metodológica qualitativa, através de uma pesquisa-ação, em um time que usou o Scrum proposto no Scrum Guide de Schwaber; Sutherland (2020) em uma grande empresa de Tecnologia da Informação. Como resultados, foram analisadas as relações das pessoas e compreendidos a influência do Meio (ambiente externo ao time) tendo em vista as complexidades e atores envolvidos, do Todo (time) com a criação de Mapas Sistêmicos e Modelagens Computacionais do Scrum e o processo de Auto-Organização, e das Partes (pessoas do time), onde foram encontrados 31 fatores que influenciam a Auto-Organização dos integrantes do Time Scrum. A partir disto, foi estabelecido a relação do Scrum com o Paradigma Sistêmico-Complexo e identificado oportunidades de melhoria no processo de Auto-organização de um time que utiliza o Scrum no desenvolvimento de software. |
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2025-03-17T13:24:05Z2025-03-17T13:24:05Z2021-03-19Submitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2025-03-17T13:24:05Z No. of bitstreams: 1 Whillian Duarte Brose_.pdf: 6796101 bytes, checksum: 710ba9d509cf10774899debb9d3afe13 (MD5)Made available in DSpace on 2025-03-17T13:24:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Whillian Duarte Brose_.pdf: 6796101 bytes, checksum: 710ba9d509cf10774899debb9d3afe13 (MD5) Previous issue date: 2021-03-19A Auto-Organização dos times de projetos é uma das seis características identificadas por Takeuchi; Nonaka (1986) que levam às empresas flexibilidade e velocidade no desenvolvimento de produtos e soluções. Schwaber (1997) incorporou esta característica ao criar uma nova abordagem de processo de desenvolvimento de software ao qual chamou de Scrum, sendo atualmente um dos métodos ágeis mais utilizados no mundo conforme CollabNet VersionOne (2019). Segundo Heylighen (2002) a Auto-Organização surgiu de muitos campos científicos díspares como física, química, biologia, cibernética e está diretamente relacionado a Teoria da Complexidade e ao Pensamento Sistêmico tendo como expoentes Edgar Morin e Fritjof Capra respectivamente, dando origem ao Paradigma Sistêmico-Complexo. Este estudo teve como objetivo compreender a Auto-Organização em um Time Scrum, à luz do Paradigma Sistêmico-Complexo, a partir dos princípios da Recursividade, Hologramaticidade e Dialógica propostos por Morin. Foi utilizado uma abordagem metodológica qualitativa, através de uma pesquisa-ação, em um time que usou o Scrum proposto no Scrum Guide de Schwaber; Sutherland (2020) em uma grande empresa de Tecnologia da Informação. Como resultados, foram analisadas as relações das pessoas e compreendidos a influência do Meio (ambiente externo ao time) tendo em vista as complexidades e atores envolvidos, do Todo (time) com a criação de Mapas Sistêmicos e Modelagens Computacionais do Scrum e o processo de Auto-Organização, e das Partes (pessoas do time), onde foram encontrados 31 fatores que influenciam a Auto-Organização dos integrantes do Time Scrum. A partir disto, foi estabelecido a relação do Scrum com o Paradigma Sistêmico-Complexo e identificado oportunidades de melhoria no processo de Auto-organização de um time que utiliza o Scrum no desenvolvimento de software.Self-organization of project teams is one of the six characteristics identified by Takeuchi; Nonaka (1986) that gives companies flexibility and speed in the development of products and solutions. Schwaber (1997) incorporated this characteristic when creating a new approach to software development process which he called Scrum, being currently one of the most used agile methods in the world according to CollabNet VersionOne (2019). According to Heylighen (2002), Self-Organization arose from many different scientific fields such as physics, chemistry, biology, cybernetics and is directly related to Complexity Theory and Systemic Thinking, with exponents Edgar Morin and Fritjof Capra respectively, giving rise to the Systemic-Complex Paradigm. This study aimed to understand the Self-Organization in a Scrum Team, in the light of the Systemic-Complex Paradigm, based on the principles of recursion, hologramaticity and dialogic proposed by Morin. A qualitative methodological approach was used, through action-research, in a team that used the Scrum proposed in Scrum Guide by Schwaber; Sutherland (2020) in a large Information Technology company. As a result, the relationships of the people were analyzed and the influence of the Environment (external to the team) was understood, considering the complexities and actors involved, of the Whole (team) with the creation of Systemic Maps and Computational Modeling of Scrum and the Self-Organization, and of the Parts (team members), where 31 factors were found that influence the Self-Organization of the members of the Scrum Team. From this, the relationship of Scrum with the Systemic-Complex Paradigm was established and opportunities for improvement in the Self-Organization process of a team using Scrum in software development were identified.NenhumaBrose, Whillian Duartehttp://lattes.cnpq.br/1277048003443766http://lattes.cnpq.br/7731529054849431Freitas Junior, José Carlos da Silvahttp://lattes.cnpq.br/9070894806445071Cabral, Patrícia Martins FagundesUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Gestão e NegóciosUnisinosBrasilEscola de Gestão e NegóciosAuto-organização em um time scrum: uma compreensão a luz do paradigma sistêmico-complexoACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::AdministraçãoAuto-organizaçãoParadigma sistêmico-complexoPessoasScrumSelf-organizationSystemic-complex paradigmPeopleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13544info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13544/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52ORIGINALWhillian Duarte Brose_.pdfWhillian Duarte Brose_.pdfapplication/pdf6796101http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13544/1/Whillian+Duarte+Brose_.pdf710ba9d509cf10774899debb9d3afe13MD51UNISINOS/135442025-03-17 10:25:02.508oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13544Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2025-03-17T13:25:02Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
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