Bases conceituais orientadoras dos programas de enfrentamento da violência contra a criança na Atenção Primária à Saúde: revisão de escopo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Macedo, Cibele Monteiro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7143/tde-09122019-143013/
Resumo: Introdução: A violência, enquanto fenômeno histórico e social atinge crianças e adolescentes em todas as fases da infância e da adolescência. Atualmente, vive-se em um momento em que as ações de saúde visam responder aos interesses do Estado capitalista, e, portanto, não conseguem agir sobre os diferentes grupos sociais e atuar sobre a raiz social do fenômeno da violência doméstica. Objetivo: Mapear as bases conceituais orientadoras dos programas de enfrentamento da violência doméstica contra a criança na Atenção Primária à Saúde. Método: Inspira-se nas bases teóricas e filosóficas da Saúde Coletiva e suas respectivas categorias analíticas, dando especial destaque às categorias gênero e geração. O estudo é uma revisão de Escopo, sendo que os procedimentos metodológicos seguiram as recomendações do Joanna Briggs Institute (JBI). Os estudos incluídos precisavam descrever programas de enfrentamento da violência contra a criança, serem desenvolvidos na Atenção Primária à Saúde (APS), abranger crianças de zero a 12 anos ou crianças e suas famílias. Foram pesquisadas 13 bases de dados de diferentes áreas do conhecimento. Foi utilizado o software webQDA® para a organização e análise dos achados e um gerenciador de bibliografia. Resultados e discussão: Após a elaboração da estratégia de busca, 7206 estudos foram encontrados e 1346 pré-selecionados e armazenados em um gerenciador de referências. Após a exclusão de 464 estudos duplicados e 310 não disponíveis, 572 foram lidos na íntegra. Ao fim, 24 estudos foram incorporados à revisão, a maioria dos estudos foi publicada na década de 2000, sendo 13 norte-americanos, 6 europeus, 2 asiáticos e 3 do continente oceânico. Os programas foram classificados em três grandes focos, Visita Domiciliária, Crianças Expostas à Violência e Desenvolvimento da Parentalidade, a maioria dos programas buscou agir sobre o nível da intervenção. Nenhum estudo expôs sua base conceitual orientadora. Na tentativa de identificá-la, buscou-se compreender as concepções de Violência, de Processo Saúde-Doença e de Infância e relacioná-las às diferentes correntes de interpretação do processo saúde-doença. Foi encontrado como potencialidade a estruturação dos programas utilizando indicadores e perfil de morbimortalidade; diagnóstico situacional sobre as situações de violência por meio de instrumentos; compreensão de que as situações de violência são heterogêneas; ações voltadas para grupos com potenciais de desgastes e o foco no desenvolvimento saudável das relações familiares. No entanto, as concepções encontradas estavam alicerçadas sobre a multicausalidade, resultando em programas regidos pela lógica da Saúde Pública e epidemiologia clássica. Isso traz grandes limitações aos programas de enfrentamento da violência contra a criança, pois, as intervenções não conseguem dar respostas de fato as necessidades em saúde das crianças e suas famílias e, consequentemente, não conseguem identificar os grupos sociais mais expostos a potenciais de desgastes, resultando em soluções genéricas e homogêneas para grupos sociais distintos, que são incapazes de superar e transformar a realidade objetiva. Conclusão: O desenvolvimento de programas de enfrentamento da violência contra a criança mostrou-se válido. No entanto, eles somente conseguirão a transformação e superação da realidade objetiva quando forem orientados por bases conceituais que levam em consideração os modos de produção e reprodução socialmente determinados, o que revelará as condições de subalternidade de geração, gênero, classe social e etnia que elucidam o fenômeno da violência contra a criança.
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Método: Inspira-se nas bases teóricas e filosóficas da Saúde Coletiva e suas respectivas categorias analíticas, dando especial destaque às categorias gênero e geração. O estudo é uma revisão de Escopo, sendo que os procedimentos metodológicos seguiram as recomendações do Joanna Briggs Institute (JBI). Os estudos incluídos precisavam descrever programas de enfrentamento da violência contra a criança, serem desenvolvidos na Atenção Primária à Saúde (APS), abranger crianças de zero a 12 anos ou crianças e suas famílias. Foram pesquisadas 13 bases de dados de diferentes áreas do conhecimento. Foi utilizado o software webQDA® para a organização e análise dos achados e um gerenciador de bibliografia. Resultados e discussão: Após a elaboração da estratégia de busca, 7206 estudos foram encontrados e 1346 pré-selecionados e armazenados em um gerenciador de referências. Após a exclusão de 464 estudos duplicados e 310 não disponíveis, 572 foram lidos na íntegra. Ao fim, 24 estudos foram incorporados à revisão, a maioria dos estudos foi publicada na década de 2000, sendo 13 norte-americanos, 6 europeus, 2 asiáticos e 3 do continente oceânico. Os programas foram classificados em três grandes focos, Visita Domiciliária, Crianças Expostas à Violência e Desenvolvimento da Parentalidade, a maioria dos programas buscou agir sobre o nível da intervenção. Nenhum estudo expôs sua base conceitual orientadora. Na tentativa de identificá-la, buscou-se compreender as concepções de Violência, de Processo Saúde-Doença e de Infância e relacioná-las às diferentes correntes de interpretação do processo saúde-doença. Foi encontrado como potencialidade a estruturação dos programas utilizando indicadores e perfil de morbimortalidade; diagnóstico situacional sobre as situações de violência por meio de instrumentos; compreensão de que as situações de violência são heterogêneas; ações voltadas para grupos com potenciais de desgastes e o foco no desenvolvimento saudável das relações familiares. No entanto, as concepções encontradas estavam alicerçadas sobre a multicausalidade, resultando em programas regidos pela lógica da Saúde Pública e epidemiologia clássica. Isso traz grandes limitações aos programas de enfrentamento da violência contra a criança, pois, as intervenções não conseguem dar respostas de fato as necessidades em saúde das crianças e suas famílias e, consequentemente, não conseguem identificar os grupos sociais mais expostos a potenciais de desgastes, resultando em soluções genéricas e homogêneas para grupos sociais distintos, que são incapazes de superar e transformar a realidade objetiva. Conclusão: O desenvolvimento de programas de enfrentamento da violência contra a criança mostrou-se válido. No entanto, eles somente conseguirão a transformação e superação da realidade objetiva quando forem orientados por bases conceituais que levam em consideração os modos de produção e reprodução socialmente determinados, o que revelará as condições de subalternidade de geração, gênero, classe social e etnia que elucidam o fenômeno da violência contra a criança.Introduction: Violence as a historical and social phenomenon affects children and adolescents at all stages of childhood and adolescence. Currently, we are living at a time when health actions aim to respond to the interests of the capitalist state, and therefore are unable to act on the different social groups and act on the social root of the phenomenon of violence. Objective: To map the conceptual basis for programs to combat domestic violence against children in Primary Health Care. Method: Inspired by the theoretical and philosophical bases of Public Health and their respective analytical categories, with special emphasis on gender and generation. The study is a Scope review and the methodological procedures followed the recommendations of the Joanna Briggs Institute (JBI). The included studies needed to describe programs to combat violence against children, be developed in Primary Health Care (PHC), cover children from zero to 12 years old or children and their families. Thirteen databases from different areas of knowledge were searched in addition to descriptors and words for the selection of studies. The webQDA® software was used for the organization and analysis of the findings and a bibliography manager. Results and discussion: After the development of the search strategy, 7206 studies were found and 1346 pre-selected and stored in a reference manager. After the exclusion of 464 duplicate studies and 310 not available, 572 were read in full. In the end, 24 studies were incorporated into the review and most of the studies were published in the 2000s, being 13 North American, 6 European, 2 Asians and 3 from the oceanic continent. The programs were classified into three major focuses: Home Visits, Children Exposed to Violence and Parenting Development, the majority of the programs pursued to act on the level of intervention. Any study has exposed its guiding conceptual basis. In an attempt to identify it, we went through to understand the conception of violence, health-disease process and childhood and relate them to the different streams of interpretation of the health-disease process. It was found as potentiality the structuring of the programs using indicators and profile of morbidity and mortality; situational diagnosis of situations of violence through instruments; understanding that situations of violence are heterogeneous; actions focused on groups with potential emotional distress and the focus on healthy development of family relationships. However, the conceptions found were based on multicausality, resulting in programs governed by the logic of Public Health and classical epidemiology. This brings great limitations to programs to combat violence against children because the interventions fail to welcome the health needs of children and their families and, consequently, fail to identify the most vulnerable social groups resulting in generic and homogeneous solutions for different social groups which are unable to overcome and transform the objective reality. Conclusion: The development of programs to combat violence against children proved to be extremely valid. However, they will only achieve the transformation and overcoming of objective reality when they are guided by conceptual bases that take into consideration the socially determined modes of production and reproduction, which will reveal the conditions of subalternity of generation, gender, social class and ethnicity that elucidate the phenomenon of violence against children. Therefore, these programs will strengthen practices capable of acting on the particular dimension, on which the Nursing in Public Health can support the development, implementation and analysis of interventions capable of overcoming challenging realities.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPEgry, Emiko YoshikawaMacedo, Cibele Monteiro2019-05-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7143/tde-09122019-143013/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2020-01-07T19:36:02Zoai:teses.usp.br:tde-09122019-143013Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212020-01-07T19:36:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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Macedo, Cibele Monteiro
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