Resistência à flexão, microdureza e grau de conversão de uma resina para manufatura aditiva e de uma resina acrílica ativada termicamente para placas oclusais: Impacto do tempo de pós-cura e do envelhecimento artificial
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23161/tde-29092025-122122/ |
Resumo: | Este trabalho avaliou a influência do envelhecimento em saliva artificial por 84 dias, à 37 ºC, e dois tempos de pós-polimerização (20 minutos e 30 minutos) na resistência à flexão, microdureza Knoop e grau de conversão de uma resina impressa indicada para placas oclusais (Dima Print SplintClear - Kulzer), produzida através do processamento de luz digital (DLP), comparativamente à resina acrílica termicamente ativada (Artigos Odontológicos Clássico). Quarenta corpos de prova foram impressos em resina fotopolimerizável, com dimensões finais de 65x10x3,3 mm, conforme ISO 20795-1:2013. Os corpos de prova foram divididos aleatoriamente em quatro grupos (n=10), com dois tratamentos distintos: dois tempos de pós-polimerização, com ou sem envelhecimento artificial. Como controle, vinte corpos de prova de mesmas dimensões foram confeccionados em resina acrílica termicamente ativada, sendo que metade (n=10) foi submetida aleatoriamente ao envelhecimento e a outra metade não. Os corpos de prova foram submetidos ao teste de flexão de três pontos, microdureza Knoop e grau de conversão. Após o teste de flexão, dois fragmentos de cada corpo de prova foram incluídos em resina autopolimerizável em um pedaço de PVC para leitura da microdureza Knoop. Três fragmentos de cada grupo não envelhecido foram escolhidos aleatoriamente para o teste de grau de conversão. Todos os dados passaram por estatística descrita e verificação do pressuposto de normalidade a partir do teste de Shapiro-Wilk. Para responder ao teste de hipóteses ( = 0,05), os dados paramétricos (grau de conversão), passaram pela análise ANOVA a um fator e post-hoc de Tukey, e os dados não paramétricos (resistência à flexão e microdureza Knoop) passaram pelo teste de Kruskal-Wallis e post-hoc DSFC. Um teste de correlação de Spearman foi realizado ( = 0,05). Houve diferença significativa entre a resina acrílica termicamente ativada e a resina impressa para a resistência à flexão e a microdureza. Não houve diferença significativa entre os grupos de resina impressa para essas propriedades. Não houve diferença significativa entre as resinas para o grau de conversão. Houve correlação significativa entre a resistência à flexão e a microdureza. O tipo de resina foi afetado pelo envelhecimento artificial, influenciando negativamente a resistência à flexão. Para a microdureza, o tipo de resina foi mais influente do que o envelhecimento. Os tempos de pós-polimerização não tiveram influência relevante em todas as propriedades. Diferentes tempos de pós-cura não afetaram significativamente a resistência à flexão, microdureza e grau de conversão da resina impressa, mesmo quando comparada à RAAT. O envelhecimento artificial teve efeito significativo sobre a resistência à flexão, tanto na resina impressa quanto na RAAT, mesmo em diferentes tempos de pós-cura. |
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Resistência à flexão, microdureza e grau de conversão de uma resina para manufatura aditiva e de uma resina acrílica ativada termicamente para placas oclusais: Impacto do tempo de pós-cura e do envelhecimento artificialFlexural Strength, Microhardness, and Degree of Conversion of na Additively Manufactured Resin and a Thermally Activated Acrylic Resin for Occlusal Splints: Impact of Post-Cure Time and Artificial Aging3D printCADCAMCADCAMImpressão 3DOcclusal guidePlaca oclusal impressaPrinted resinResina impressaEste trabalho avaliou a influência do envelhecimento em saliva artificial por 84 dias, à 37 ºC, e dois tempos de pós-polimerização (20 minutos e 30 minutos) na resistência à flexão, microdureza Knoop e grau de conversão de uma resina impressa indicada para placas oclusais (Dima Print SplintClear - Kulzer), produzida através do processamento de luz digital (DLP), comparativamente à resina acrílica termicamente ativada (Artigos Odontológicos Clássico). Quarenta corpos de prova foram impressos em resina fotopolimerizável, com dimensões finais de 65x10x3,3 mm, conforme ISO 20795-1:2013. Os corpos de prova foram divididos aleatoriamente em quatro grupos (n=10), com dois tratamentos distintos: dois tempos de pós-polimerização, com ou sem envelhecimento artificial. Como controle, vinte corpos de prova de mesmas dimensões foram confeccionados em resina acrílica termicamente ativada, sendo que metade (n=10) foi submetida aleatoriamente ao envelhecimento e a outra metade não. Os corpos de prova foram submetidos ao teste de flexão de três pontos, microdureza Knoop e grau de conversão. Após o teste de flexão, dois fragmentos de cada corpo de prova foram incluídos em resina autopolimerizável em um pedaço de PVC para leitura da microdureza Knoop. Três fragmentos de cada grupo não envelhecido foram escolhidos aleatoriamente para o teste de grau de conversão. Todos os dados passaram por estatística descrita e verificação do pressuposto de normalidade a partir do teste de Shapiro-Wilk. Para responder ao teste de hipóteses ( = 0,05), os dados paramétricos (grau de conversão), passaram pela análise ANOVA a um fator e post-hoc de Tukey, e os dados não paramétricos (resistência à flexão e microdureza Knoop) passaram pelo teste de Kruskal-Wallis e post-hoc DSFC. Um teste de correlação de Spearman foi realizado ( = 0,05). Houve diferença significativa entre a resina acrílica termicamente ativada e a resina impressa para a resistência à flexão e a microdureza. Não houve diferença significativa entre os grupos de resina impressa para essas propriedades. Não houve diferença significativa entre as resinas para o grau de conversão. Houve correlação significativa entre a resistência à flexão e a microdureza. O tipo de resina foi afetado pelo envelhecimento artificial, influenciando negativamente a resistência à flexão. Para a microdureza, o tipo de resina foi mais influente do que o envelhecimento. Os tempos de pós-polimerização não tiveram influência relevante em todas as propriedades. Diferentes tempos de pós-cura não afetaram significativamente a resistência à flexão, microdureza e grau de conversão da resina impressa, mesmo quando comparada à RAAT. O envelhecimento artificial teve efeito significativo sobre a resistência à flexão, tanto na resina impressa quanto na RAAT, mesmo em diferentes tempos de pós-cura.This study evaluated the influence of aging in artificial saliva for 84 days at 37°C and two post-polymerization times (20 minutes and 30 minutes) on the flexural strength, Knoop microhardness, and degree of conversion of a 3D-printed resin indicated for occlusal splints (Dima Print Splint Clear - Kulzer), produced through digital light processing (DLP), in comparison to thermally activated acrylic resin (Artigos Odontológicos Clássico). Forty specimens were printed in photopolymerizable resin with final dimensions of 65x10x3.3 mm, according to ISO 20795-1:2013. The specimens were randomly divided into four groups (n=10) with two distinct treatments: two post-polymerization times, with or without artificial aging. As a control, twenty specimens of the same dimensions were fabricated in thermally activated acrylic resin, with half (n=10) randomly subjected to aging and the other half not. The specimens underwent three-point flexural testing, Knoop microhardness testing, and degree of conversion testing. After the flexural test, two fragments from each specimen were embedded in self-curing resin in a piece of PVC for Knoop microhardness measurement. Three fragments from each non-aged group were randomly selected for degree of conversion testing. All data underwent descriptive statistics and normality assumption verification using the Shapiro-Wilk test. To address the hypothesis test ( = 0.05), parametric data (degree of conversion) were analyzed using one-way ANOVA and Tukeys post-hoc test, while non-parametric data (flexural strength and Knoop microhardness) were analyzed using the Kruskal-Wallis test and the DSFC post-hoc test. A Spearman correlation test was performed ( = 0.05). There was a significant difference between the thermally activated acrylic resin and the printed resin in terms of flexural strength and microhardness. There was no significant difference among the printed resin groups for these properties. There was no significant difference between the resins for the degree of conversion. A significant correlation was found between flexural strength and microhardness. The type of resin was affected by artificial aging, negatively influencing flexural strength. For microhardness, the type of resin was more influential than aging. The post-polymerization times had no significant influence on all properties. Different post-curing times did not significantly affect the flexural strength, microhardness, or degree of conversion of the printed resin, even when compared to thermally activated acrylic resin. Artificial aging had a significant effect on flexural strength in both the printed resin and thermally activated acrylic resin, regardless of post-curing times.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFrancci, Carlos EduardoFernandes, Lucas Silveira2024-11-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23161/tde-29092025-122122/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-12-11T20:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-29092025-122122Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-12-11T20:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Este trabalho avaliou a influência do envelhecimento em saliva artificial por 84 dias, à 37 ºC, e dois tempos de pós-polimerização (20 minutos e 30 minutos) na resistência à flexão, microdureza Knoop e grau de conversão de uma resina impressa indicada para placas oclusais (Dima Print SplintClear - Kulzer), produzida através do processamento de luz digital (DLP), comparativamente à resina acrílica termicamente ativada (Artigos Odontológicos Clássico). Quarenta corpos de prova foram impressos em resina fotopolimerizável, com dimensões finais de 65x10x3,3 mm, conforme ISO 20795-1:2013. Os corpos de prova foram divididos aleatoriamente em quatro grupos (n=10), com dois tratamentos distintos: dois tempos de pós-polimerização, com ou sem envelhecimento artificial. Como controle, vinte corpos de prova de mesmas dimensões foram confeccionados em resina acrílica termicamente ativada, sendo que metade (n=10) foi submetida aleatoriamente ao envelhecimento e a outra metade não. Os corpos de prova foram submetidos ao teste de flexão de três pontos, microdureza Knoop e grau de conversão. Após o teste de flexão, dois fragmentos de cada corpo de prova foram incluídos em resina autopolimerizável em um pedaço de PVC para leitura da microdureza Knoop. Três fragmentos de cada grupo não envelhecido foram escolhidos aleatoriamente para o teste de grau de conversão. Todos os dados passaram por estatística descrita e verificação do pressuposto de normalidade a partir do teste de Shapiro-Wilk. Para responder ao teste de hipóteses ( = 0,05), os dados paramétricos (grau de conversão), passaram pela análise ANOVA a um fator e post-hoc de Tukey, e os dados não paramétricos (resistência à flexão e microdureza Knoop) passaram pelo teste de Kruskal-Wallis e post-hoc DSFC. Um teste de correlação de Spearman foi realizado ( = 0,05). Houve diferença significativa entre a resina acrílica termicamente ativada e a resina impressa para a resistência à flexão e a microdureza. Não houve diferença significativa entre os grupos de resina impressa para essas propriedades. Não houve diferença significativa entre as resinas para o grau de conversão. Houve correlação significativa entre a resistência à flexão e a microdureza. O tipo de resina foi afetado pelo envelhecimento artificial, influenciando negativamente a resistência à flexão. Para a microdureza, o tipo de resina foi mais influente do que o envelhecimento. Os tempos de pós-polimerização não tiveram influência relevante em todas as propriedades. Diferentes tempos de pós-cura não afetaram significativamente a resistência à flexão, microdureza e grau de conversão da resina impressa, mesmo quando comparada à RAAT. O envelhecimento artificial teve efeito significativo sobre a resistência à flexão, tanto na resina impressa quanto na RAAT, mesmo em diferentes tempos de pós-cura. |
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