Sarcopenia e atrofia cerebral como preditores de prognóstico funcional em pacientes com aneurisma cerebral
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-18062025-095403/ |
Resumo: | Introdução: Aneurismas cerebrais são dilatações que se formam na parede dos vasos intracranianos. Os aneurismas cerebrais podem ser não rotos ou rotos, causando hemorragia subaracnóidea (HSA). Os fatores modificáveis que impactam no prognóstico dos pacientes com aneurismas cerebrais tratados ainda são pouco estudados. Novos fatores prognósticos, até então, desconhecidos que podem influenciar na recuperação dos pacientes com aneurismas cerebrais após intervenção vem sendo demonstrados por estudos recentes. A síndrome de fragilidade vem sendo reconhecida como um fator de mau prognóstico em diversas condições clínicas e pode ser avaliado através do grau de sarcopenia e atrofia cerebral. Indicadores radiológicos presentes na tomografia computadorizada de crânio (TCC) pré-operatória vem surgindo como novas ferramentas válidas para avaliar a presença de sarcopenia e atrofia cerebral e sua relação com o prognóstico funcional após tratamento. Objetivo: Estudar o efeito da sarcopenia e da atrofia cerebral através de um novo e simples método de quantificação mediante a avaliação da espessura (EMT) e área do músculo Temporal (AMT) e do índice bicaudado (IBC) respectivamente no prognóstico funcional dos pacientes com aneurisma cerebral não roto e roto tratados por microcirurgia ou endovascular. Metodologia: Estudo de coorte prospectivo observacional em pacientes submetidos à microcirurgia ou tratamento endovascular com embolização para o tratamento dos aneurismas cerebrais entre janeiro de 2018 a dezembro de 2019, com seguimento de 6 meses. Para avaliar o efeito da sarcopenia sobre o prognóstico funcional foram considerados os aneurismas rotos e não rotos tratados. Na avaliação da atrofia cerebral apenas os não rotos foram considerados. Tomografias computadorizadas de crânio (TCC) pré-operatória foram analisadas para mensurar a espessura (EMT) e a área (AMT) do músculo Temporal, assim como o índice bicaudado (IBC). O prognóstico funcional foi mensurado pela escala de Rankin modificada (mRS) e utilizada como prognóstico primário entre a alta hospitalar e 6 meses pós alta. Resultado: O estudo incluiu 361 pacientes no total. Para avaliação da sarcopenia, todos os participantes foram estudados, dos quais 199 (55,1%) apresentaram HSA por aneurisma cerebral roto e 162 (44,9%) apresentaram aneurismas cerebrais não rotos. Na avaliação da atrofia foram considerados apenas os pacientes tratados com aneurisma cerebral não roto. Os resultados mostraram que quanto maior a AMT melhor o prognóstico funcional na alta hospitalar. EMTs maiores foram associadas a melhor prognóstico funcional na alta hospitalar e em 6 meses pós-operatório ajustadas para as covariáveis hipertensão arterial e ruptura. Maximizando a soma sensibilidade-especificidade, valores menores do que o ponto de corte de 6,25mm para EMT podem predizer prognóstico funcional desfavorável. Maximizando o produto valor predititvo positivo X valor preditivo negativo, o ponto de corte se torna de 3,55mm significando que abaixo desse valor há grandes chances do paciente apresentar um pior desfecho após tratamento. Maximizando a soma sensibilidade - especificidade, valores menores que o ponto de corte de 266,1cm2 para AMT predizem um pior prognóstico funcional. Ao avaliar a atrofia cerebral, após análise multivariada, nenhuma associação significativa foi encontrada entre o IBC e prognóstico funcional na alta hospitalar (OR 1,03, 95% CI 0,79 1,31) e em 6 meses de follow up (OR 1,04, 95% CI 0,77 1,37)1,37) nos aneurismas cerebrais não rotos. Conclusão: Sarcopenia, representando pela EMT e AMT está significantemente associada com pior prognóstico funcional na alta hospitalar e aos 6 meses de seguimento. Em relação à atrofia cerebral, este estudo não observou correlação entre atrofia cerebral e prognóstico funcional na alta hospitalar e aos 6 meses de seguimento após tratamento. Estes métodos de mensuração práticos e fáceis de serem obtidos pela TCC podem melhorar e facilitar o processo de predição do prognóstico dos pacientes antes de serem submetidos a tratamento, a fim de orientar a terapêutica e modificar o prognóstico |
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Sarcopenia e atrofia cerebral como preditores de prognóstico funcional em pacientes com aneurisma cerebralSarcopenia and brain atrophy as predictors of the functional outcome in patients with intracranial aneurysmsAneurisma cerebralAtrofia cerebralBrain atrophyEmbolizationFunctional outcomeIntracranial aneurysmsMicrocirurgia vascularPrognóstico funcionalSarcopeniaSarcopeniaTratamento endovascularVascular microsurgeryIntrodução: Aneurismas cerebrais são dilatações que se formam na parede dos vasos intracranianos. Os aneurismas cerebrais podem ser não rotos ou rotos, causando hemorragia subaracnóidea (HSA). Os fatores modificáveis que impactam no prognóstico dos pacientes com aneurismas cerebrais tratados ainda são pouco estudados. Novos fatores prognósticos, até então, desconhecidos que podem influenciar na recuperação dos pacientes com aneurismas cerebrais após intervenção vem sendo demonstrados por estudos recentes. A síndrome de fragilidade vem sendo reconhecida como um fator de mau prognóstico em diversas condições clínicas e pode ser avaliado através do grau de sarcopenia e atrofia cerebral. Indicadores radiológicos presentes na tomografia computadorizada de crânio (TCC) pré-operatória vem surgindo como novas ferramentas válidas para avaliar a presença de sarcopenia e atrofia cerebral e sua relação com o prognóstico funcional após tratamento. Objetivo: Estudar o efeito da sarcopenia e da atrofia cerebral através de um novo e simples método de quantificação mediante a avaliação da espessura (EMT) e área do músculo Temporal (AMT) e do índice bicaudado (IBC) respectivamente no prognóstico funcional dos pacientes com aneurisma cerebral não roto e roto tratados por microcirurgia ou endovascular. Metodologia: Estudo de coorte prospectivo observacional em pacientes submetidos à microcirurgia ou tratamento endovascular com embolização para o tratamento dos aneurismas cerebrais entre janeiro de 2018 a dezembro de 2019, com seguimento de 6 meses. Para avaliar o efeito da sarcopenia sobre o prognóstico funcional foram considerados os aneurismas rotos e não rotos tratados. Na avaliação da atrofia cerebral apenas os não rotos foram considerados. Tomografias computadorizadas de crânio (TCC) pré-operatória foram analisadas para mensurar a espessura (EMT) e a área (AMT) do músculo Temporal, assim como o índice bicaudado (IBC). O prognóstico funcional foi mensurado pela escala de Rankin modificada (mRS) e utilizada como prognóstico primário entre a alta hospitalar e 6 meses pós alta. Resultado: O estudo incluiu 361 pacientes no total. Para avaliação da sarcopenia, todos os participantes foram estudados, dos quais 199 (55,1%) apresentaram HSA por aneurisma cerebral roto e 162 (44,9%) apresentaram aneurismas cerebrais não rotos. Na avaliação da atrofia foram considerados apenas os pacientes tratados com aneurisma cerebral não roto. Os resultados mostraram que quanto maior a AMT melhor o prognóstico funcional na alta hospitalar. EMTs maiores foram associadas a melhor prognóstico funcional na alta hospitalar e em 6 meses pós-operatório ajustadas para as covariáveis hipertensão arterial e ruptura. Maximizando a soma sensibilidade-especificidade, valores menores do que o ponto de corte de 6,25mm para EMT podem predizer prognóstico funcional desfavorável. Maximizando o produto valor predititvo positivo X valor preditivo negativo, o ponto de corte se torna de 3,55mm significando que abaixo desse valor há grandes chances do paciente apresentar um pior desfecho após tratamento. Maximizando a soma sensibilidade - especificidade, valores menores que o ponto de corte de 266,1cm2 para AMT predizem um pior prognóstico funcional. Ao avaliar a atrofia cerebral, após análise multivariada, nenhuma associação significativa foi encontrada entre o IBC e prognóstico funcional na alta hospitalar (OR 1,03, 95% CI 0,79 1,31) e em 6 meses de follow up (OR 1,04, 95% CI 0,77 1,37)1,37) nos aneurismas cerebrais não rotos. Conclusão: Sarcopenia, representando pela EMT e AMT está significantemente associada com pior prognóstico funcional na alta hospitalar e aos 6 meses de seguimento. Em relação à atrofia cerebral, este estudo não observou correlação entre atrofia cerebral e prognóstico funcional na alta hospitalar e aos 6 meses de seguimento após tratamento. Estes métodos de mensuração práticos e fáceis de serem obtidos pela TCC podem melhorar e facilitar o processo de predição do prognóstico dos pacientes antes de serem submetidos a tratamento, a fim de orientar a terapêutica e modificar o prognósticoIntroduction: Intracranial aneurysms (IA) are defined as dilations that occur along the walls of the arterial circulation within the brain. IA are classified as unruptured or ruptured causing subarachnoid hemorrhage (SAH). The modifiable factors that may influence the outcome of patients with treated IA are still poorly investigated. New hitherto unknown prognostic factors that may influence the recovery of patients with IA after intervention have been demonstrated by recent studies. Frailty syndrome has been increasingly recognized as a fator of dismal outcomes in many clinical conditions and can be assessed through the degree of sarcopenia and brain atrophy. Radiological indicators presente in preoperative head computed tomography (CT) have emerged as new valid tools to assess the presence of sarcopenia and brain atrophy and their relationship with the functional outcome after treatment. Objective: This study aims to evaluate the effect of sarcopenia and brain atrophy through a new and simple method quantitatively measured by the temporal muscle thickness (TMT) and temporal muscle área (TMA) and bicaudate index (BI) respectively on the functional outcome of patients with unruptured and ruptured IA treated by microsurgery or embolization. Method: Prospective observational cohort study in patients undergoing microsurgery or endovascular treatment with embolization for the treatment of IA between January 2018 and December 2019 with a 6-month follow-up were performed. To assess the effect of sarcopenia on the functional prognosis treated ruptured and unruptured intracranial aneurysms were considered. In the evaluation of brain atrophy only the unruptured aneurysms were considered. Preoperative head computed tomography (CT) scans were analyzed to measure the TMT and TMA as well as the BI. Functional outcome was measured by the modified Rankin scale (mRS) and used as the primary outcome at discharge and after six months. Results: A total of 361 patients were included. For the assessment of sarcopenia, all participants were studied, of whom 199 (55.1%) had ruptured and 162 (44.9%) had unruptured intracranial aneurysms. For the assessment of brain atrophy only patients treated with unruptured IA were considered. The results showed that larger TMA significantly predicted better functional outcomes at discharge. Larger TMT was associated with better functional outcomes at both discharge and 6 months, adjusted for the covariables hypertension and rupture. Maximizing the sum sensitivity-specificity, an optimal TMT cutoff of 6.25 mm can predict unfavorable outcomes. Maximizing the positive predictive value x negative predictive value of a product, the cutoff point was 3.55 mm meaning tha below this value there is a high chance that the patient will have a worse functional outcome after treatment. Maximizing the sum sensitivity-specificity, an optimal TMA cutoff of 266,1 cm² can predict unfavorable outcomes. When assessing brain atrophy, after using multivariable analysis, no significant association was found between BI and functional outcome at discharge (OR 1.03, 95% CI 0.79 1.31) or 6-months follow up (OR 1.04, 95% CI 0.77 1.37) for the unruptured IA. Conclusion: Sarcopenia, represented by TMT and TMA, is significantly associated with poorer functional results at discharge and 6-month follow-up in intracranial aneurysm surgery. Regarding brain atrophy, this study showed no correlation between brain atrophy and functional outcome after IA procedures. Brain atrophy represented by the bicaudate index does not influence mRS at discharge and 6-month follow-up. These practical and easily obtainable measurements methods assessed by head CT may improve and facilitate the decision-making process of predicting the outcome of patients with IA before undergoing treatment in order to guide the therapy and modify the functional outcome.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFigueiredo, Eberval GadelhaRodrigues, Renan Salomão2024-12-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-18062025-095403/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-25T17:27:02Zoai:teses.usp.br:tde-18062025-095403Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-25T17:27:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: Aneurismas cerebrais são dilatações que se formam na parede dos vasos intracranianos. Os aneurismas cerebrais podem ser não rotos ou rotos, causando hemorragia subaracnóidea (HSA). Os fatores modificáveis que impactam no prognóstico dos pacientes com aneurismas cerebrais tratados ainda são pouco estudados. Novos fatores prognósticos, até então, desconhecidos que podem influenciar na recuperação dos pacientes com aneurismas cerebrais após intervenção vem sendo demonstrados por estudos recentes. A síndrome de fragilidade vem sendo reconhecida como um fator de mau prognóstico em diversas condições clínicas e pode ser avaliado através do grau de sarcopenia e atrofia cerebral. Indicadores radiológicos presentes na tomografia computadorizada de crânio (TCC) pré-operatória vem surgindo como novas ferramentas válidas para avaliar a presença de sarcopenia e atrofia cerebral e sua relação com o prognóstico funcional após tratamento. Objetivo: Estudar o efeito da sarcopenia e da atrofia cerebral através de um novo e simples método de quantificação mediante a avaliação da espessura (EMT) e área do músculo Temporal (AMT) e do índice bicaudado (IBC) respectivamente no prognóstico funcional dos pacientes com aneurisma cerebral não roto e roto tratados por microcirurgia ou endovascular. Metodologia: Estudo de coorte prospectivo observacional em pacientes submetidos à microcirurgia ou tratamento endovascular com embolização para o tratamento dos aneurismas cerebrais entre janeiro de 2018 a dezembro de 2019, com seguimento de 6 meses. Para avaliar o efeito da sarcopenia sobre o prognóstico funcional foram considerados os aneurismas rotos e não rotos tratados. Na avaliação da atrofia cerebral apenas os não rotos foram considerados. Tomografias computadorizadas de crânio (TCC) pré-operatória foram analisadas para mensurar a espessura (EMT) e a área (AMT) do músculo Temporal, assim como o índice bicaudado (IBC). O prognóstico funcional foi mensurado pela escala de Rankin modificada (mRS) e utilizada como prognóstico primário entre a alta hospitalar e 6 meses pós alta. Resultado: O estudo incluiu 361 pacientes no total. Para avaliação da sarcopenia, todos os participantes foram estudados, dos quais 199 (55,1%) apresentaram HSA por aneurisma cerebral roto e 162 (44,9%) apresentaram aneurismas cerebrais não rotos. Na avaliação da atrofia foram considerados apenas os pacientes tratados com aneurisma cerebral não roto. Os resultados mostraram que quanto maior a AMT melhor o prognóstico funcional na alta hospitalar. EMTs maiores foram associadas a melhor prognóstico funcional na alta hospitalar e em 6 meses pós-operatório ajustadas para as covariáveis hipertensão arterial e ruptura. Maximizando a soma sensibilidade-especificidade, valores menores do que o ponto de corte de 6,25mm para EMT podem predizer prognóstico funcional desfavorável. Maximizando o produto valor predititvo positivo X valor preditivo negativo, o ponto de corte se torna de 3,55mm significando que abaixo desse valor há grandes chances do paciente apresentar um pior desfecho após tratamento. Maximizando a soma sensibilidade - especificidade, valores menores que o ponto de corte de 266,1cm2 para AMT predizem um pior prognóstico funcional. Ao avaliar a atrofia cerebral, após análise multivariada, nenhuma associação significativa foi encontrada entre o IBC e prognóstico funcional na alta hospitalar (OR 1,03, 95% CI 0,79 1,31) e em 6 meses de follow up (OR 1,04, 95% CI 0,77 1,37)1,37) nos aneurismas cerebrais não rotos. Conclusão: Sarcopenia, representando pela EMT e AMT está significantemente associada com pior prognóstico funcional na alta hospitalar e aos 6 meses de seguimento. Em relação à atrofia cerebral, este estudo não observou correlação entre atrofia cerebral e prognóstico funcional na alta hospitalar e aos 6 meses de seguimento após tratamento. Estes métodos de mensuração práticos e fáceis de serem obtidos pela TCC podem melhorar e facilitar o processo de predição do prognóstico dos pacientes antes de serem submetidos a tratamento, a fim de orientar a terapêutica e modificar o prognóstico |
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