Impacto da hospitalização pela COVID-19 na mobilidade e no controle postural: um estudo coorte prospectivo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Godoy, Caroline Gil de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-28012026-182628/
Resumo: Objetivos: Acompanhar a mobilidade e o controle postural por 12 meses após hospitalização pela COVID-19. Metodologia: Trata-se de um estudo de coorte prospectivo realizado entre 2020 e 2021 no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Foram incluídos indivíduos com diagnóstico confirmado de COVID-19, alta hospitalar há no máximo 45 dias, idade igual ou superior a 18 anos e de ambos os sexos. Foram excluídos participantes sem condições de comparecer à avaliação inicial, que não realizaram os testes físicos nos dois primeiros momentos da pesquisa devido a alterações cognitivas, sinais vitais alterados, mal-estar ou incapacidade de manter-se em ortostatismo. As coletas foram conduzidas por fisioterapeutas treinados, com avaliações presenciais em quatro momentos: entre 30 e 45 dias (M1), e após 4 (M2), 6 (M3) e 12 (M4) meses da alta. Foram obtidos dados pessoais, clínicos e referentes à internação, além da aplicação dos seguintes instrumentos: Índice de Barthel; Clinical Frailty Scale; Sarc-F; Functional Assessment of Chronic Illness Therapy Fatigue Scale; 10-point cognitive screener; Hospital Anxiety and Depression Scale; Fall Efficacy Scale International; Instrumented Timed Up and Go; Brief-Balance Evaluation Systems Test; dinamometria manual digital; Plataforma de força Horus; teste de sentar e levantar por 1 minuto. A análise estatística utilizou regressão de Poisson com variância robusta (simples e múltipla), pelo software SAS 9.4, com nível de significância de 5%. Resultados: Participaram do estudo 159 sujeitos. Observou-se alta prevalência de comprometimento da mobilidade (41,51% ± 7,7), equilíbrio funcional (47,8% ± 7,8) e equilíbrio semiestático (37,88% ± 11,75) no M1, com redução progressiva ao longo de 1 ano. O risco de ter comprometimento foi 57% maior no M1 do que no M4 para a mobilidade (p=0,02) e 55% maior para equilíbrio funcional (p=0,01). Para o equilíbrio semiestático, o risco de comprometimento foi maior em 2,01 vezes no M1 do que no M3 (p=0,01) e 81% maior no M1 do que no M4 (p=0,02). A incidência de melhora foi mais acentuada entre o M1 e o M4 (mobilidade: 26,39%; equilíbrio funcional: 28,4%; equilíbrio semiestático: 23,26%). Após 12 meses, ainda havia prevalência considerável de comprometimento (mobilidade: 26,39% ± 10,2; equilíbrio funcional: 30,86% ± 10,1; equilíbrio semiestático: 20,90% ± 9,8). Os principais fatores de risco para comprometimento ou manutenção das alterações foram: idade 80 anos, presença de comorbidades, maior tempo de internação, sexo feminino, fragilidade prévia ou na alta, maior índice de massa corporal (IMC) e dependência funcional na alta. Conclusão: As complicações na mobilidade e no controle postural associadas à Covid longa podem persistir por até um ano ou mais após a hospitalização, sendo o primeiro mês pós-alta o de maior risco. Houve melhora progressiva ao longo do tempo, mas com prevalências ainda relevantes após 12 meses. Idade avançada, comorbidades, sexo feminino, tempo de internação, IMC elevado, fragilidade e dependência funcional na alta foram fatores de risco e preditores de manutenção dos déficits. Recomenda-se reabilitação precoce, monitoramento prolongado e identificação dos indivíduos em risco, além de novos estudos sobre persistência das sequelas e intervenções eficazes.
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Foram excluídos participantes sem condições de comparecer à avaliação inicial, que não realizaram os testes físicos nos dois primeiros momentos da pesquisa devido a alterações cognitivas, sinais vitais alterados, mal-estar ou incapacidade de manter-se em ortostatismo. As coletas foram conduzidas por fisioterapeutas treinados, com avaliações presenciais em quatro momentos: entre 30 e 45 dias (M1), e após 4 (M2), 6 (M3) e 12 (M4) meses da alta. Foram obtidos dados pessoais, clínicos e referentes à internação, além da aplicação dos seguintes instrumentos: Índice de Barthel; Clinical Frailty Scale; Sarc-F; Functional Assessment of Chronic Illness Therapy Fatigue Scale; 10-point cognitive screener; Hospital Anxiety and Depression Scale; Fall Efficacy Scale International; Instrumented Timed Up and Go; Brief-Balance Evaluation Systems Test; dinamometria manual digital; Plataforma de força Horus; teste de sentar e levantar por 1 minuto. A análise estatística utilizou regressão de Poisson com variância robusta (simples e múltipla), pelo software SAS 9.4, com nível de significância de 5%. Resultados: Participaram do estudo 159 sujeitos. Observou-se alta prevalência de comprometimento da mobilidade (41,51% ± 7,7), equilíbrio funcional (47,8% ± 7,8) e equilíbrio semiestático (37,88% ± 11,75) no M1, com redução progressiva ao longo de 1 ano. O risco de ter comprometimento foi 57% maior no M1 do que no M4 para a mobilidade (p=0,02) e 55% maior para equilíbrio funcional (p=0,01). Para o equilíbrio semiestático, o risco de comprometimento foi maior em 2,01 vezes no M1 do que no M3 (p=0,01) e 81% maior no M1 do que no M4 (p=0,02). A incidência de melhora foi mais acentuada entre o M1 e o M4 (mobilidade: 26,39%; equilíbrio funcional: 28,4%; equilíbrio semiestático: 23,26%). Após 12 meses, ainda havia prevalência considerável de comprometimento (mobilidade: 26,39% ± 10,2; equilíbrio funcional: 30,86% ± 10,1; equilíbrio semiestático: 20,90% ± 9,8). Os principais fatores de risco para comprometimento ou manutenção das alterações foram: idade 80 anos, presença de comorbidades, maior tempo de internação, sexo feminino, fragilidade prévia ou na alta, maior índice de massa corporal (IMC) e dependência funcional na alta. Conclusão: As complicações na mobilidade e no controle postural associadas à Covid longa podem persistir por até um ano ou mais após a hospitalização, sendo o primeiro mês pós-alta o de maior risco. Houve melhora progressiva ao longo do tempo, mas com prevalências ainda relevantes após 12 meses. Idade avançada, comorbidades, sexo feminino, tempo de internação, IMC elevado, fragilidade e dependência funcional na alta foram fatores de risco e preditores de manutenção dos déficits. Recomenda-se reabilitação precoce, monitoramento prolongado e identificação dos indivíduos em risco, além de novos estudos sobre persistência das sequelas e intervenções eficazes.Objectives: To evaluate mobility and postural control for 12 months following hospitalization due to COVID-19. Methods: This is a prospective cohort study conducted between 2020 and 2021 at the Hospital das Clinicas of the University of São Paulo Medical School. Individuals with a confirmed diagnosis of COVID-19, discharged from the hospital within a maximum of 45 days, aged 18 years or older, and of both sexes were included. Participants who were unable to attend the first assessment or who did not perform the physical tests at the first two timepoints due to cognitive impairment, altered vital signs, discomfort, or inability to remain in an upright position were excluded. Data were collected by trained physiotherapists through in-person assessments at four timepoints: between 30 and 45 days (M1), and after 4 (M2), 6 (M3), and 12 (M4) months post-discharge. Data included demographic, clinical, and hospitalization-related information, along with the following instruments: Barthel Index; Clinical Frailty Scale; SARC-F; Functional Assessment of Chronic Illness Therapy-Fatigue Scale; 10-Point Cognitive Screener; Hospital Anxiety and Depression Scale; Falls Efficacy ScaleInternational; Instrumented Timed Up and Go; Brief-Balance Evaluation Systems Test; handgrip dynamometry; Horus force platform; and the 1-minute sit-to-stand test. Statistical analysis was performed using Poisson regression models with robust variance (both univariate and multivariate), using SAS 9.4 software, with a 5% significance level. Results: A total of 159 participants were included. A high prevalence of mobility (41.51% ± 7.7), functional balance (47.8% ± 7.8), and semi-static balance (37.88% ± 11.75) impairments was observed at M1, with progressive reduction over the one-year period. The risk of impairment was 57% higher at M1 than at M4 for mobility (p=0.02) and 55% higher for functional balance (p=0.01). For semi-static balance, the risk was 2.01 times higher at M1 than at M3 (p=0.01) and 81% higher at M1 than at M4 (p=0.02). The incidence of improvement was most notable between M1 and M4 (mobility: 26.39%; functional balance: 28.4%; semi-static balance: 23.26%). After 12 months, a considerable prevalence of impairments remained (mobility: 26.39% ± 10.2; functional balance: 30.86% ± 10.1; semi-static balance: 20.90% ± 9.8). The main risk factors for impairment or persistence of deficits included: age 80 years, presence of comorbidities (especially diabetes mellitus), longer hospitalization, female sex, pre-existing or discharge frailty, higher BMI, and functional dependence at discharge. Conclusion: Mobility and postural control impairments related to long Covid may persist for one year or more after hospitalization, with the first month post-discharge being the period of greatest risk. Although there was progressive improvement over time, significant prevalence remained at 12 months. Advanced age, comorbidities, female sex, hospitalization duration, elevated BMI, frailty, and post-discharge functional dependence were identified as risk factors and predictors of persistent deficits. Early rehabilitation, prolonged monitoring, and identification of at-risk individuals are recommended, along with further studies on the persistence of sequelae and the development of effective rehabilitation interventions.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPompeu, José EduardoGodoy, Caroline Gil de2025-08-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-28012026-182628/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-01-29T18:13:10Zoai:teses.usp.br:tde-28012026-182628Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-01-29T18:13:10Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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