Estudo de aplicabilidade de um modelo de rastreamento de riscos e recursos no desenvolvimento e comportamento de crianças na primeira infância
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17148/tde-05022024-152300/ |
Resumo: | O objetivo do presente estudo foi examinar riscos e recursos no desenvolvimento e comportamento de crianças na primeira infância. A amostra foi composta por 497 mães com nível superior de escolaridade (64%) e seus 557 filhos de 1 a 65 meses (54% meninos). O recrutamento e coleta de dados foram realizados online devido à pandemia. O desenvolvimento e comportamento infantil foram avaliados pelo Survey of Well-being of Young Children (versão brasileira). Os indicadores maternos avaliados foram os sintomas de depressão (Patient Health Questionnaire), histórico de adversidades na infância materna (Adverse Childhood Experience) e senso de competência parental (Parenting Sense of Competence Scale). Foram realizadas as análises de estatística descritiva e de regressão logística (defecho do desenvolvimento) e linear múltipla (desfecho do comportamento), considerando-se preditores da criança, materno e risco familiar. O nível de significância foi de 5%. Os resultados mostraram que 74% das crianças encontravam-se no nível de desenvolvimento esperado e 26% tinham suspeita de atraso. Quanto ao comportamento socioemocional, a maioria das crianças aos 1-17 meses apresentou riscos de alteração do comportamento socioemocional (52%). Aos 18-65 meses, apenas 10 % das crianças apresentaram risco de alterações do comportamento. Quanto aos indicadores maternos, 21% das mães apresentaram sintomas depressivos e 80% relataram histórico de adversidades na infância, ao passo que 54% revelaram bom senso de competência parental. Considerando-se os fatores preditores significativos do desenvolvimento de 1-65 meses, verificou-se que crianças nascidas pré-termo e meninos apresentaram maior risco de atraso no desenvolvimento. Por outro lado, as crianças mais velhas e com mães mais escolarizadas e renda mensal familiar acima de R$ 5.000,00 tiveram menor risco de atraso no desenvolvimento. Especificamente, aos 1-36 meses, nascimento pré-termo foi o fator de maior risco para o desenvolvimento, enquanto que maior escolaridade materna e renda familiar mensal acima de R$ 5.000,00 foram fatores protetores do desenvolvimento. Na fase de 37 a 65 meses, por sua vez, nascimento pré-termo e ser menino foram fatores de risco ao desenvolvimento, enquanto maior escolaridade materna e renda familiar mensal superior a R$5.000,00 foram fatores protetores. Considerando-se o comportamento das crianças, aos 1-17 meses, detectou-se que a inflexibilidade foi predita por mais sintomas de depressão materna, menor senso de competência parental e renda familiar mensal inferior a R$5.000,00; a irritabilidade foi predita por mais sintomas de depressão materna; a dificuldade com mudança na rotina foi predita por mais sintomas de depressão materna e menores escolaridade materna e senso de competência parental. De 18-36 meses, o histórico de adversidades da infância materna aumentou o risco de alterações do comportamento das crianças. Aos 37-65 meses, o fato de ser menino associado aos fatores maternos de sintomas de depressão e/ou depressão moderada, moderada grave e grave e menor senso de competência parental constituiu-se em maior risco de alterações do comportamento socioemocional das crianças. Conclui-se que o modelo de avaliação, combinando avaliação do desenvolvimento e comportamento das crianças e indicadores biológicos e psicossociais, foi efetivo para detecção de riscos e recursos na primeira infância. |
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Estudo de aplicabilidade de um modelo de rastreamento de riscos e recursos no desenvolvimento e comportamento de crianças na primeira infânciaApplicability study of a model for screening risks and resources on child development and behavior at early childhoodAdversidades na infância maternaBehaviorChild developmentComportamentoDepressão maternaDesenvolvimento infantilMaternal childhood adversityMaternal depressionParental sense of competenceSenso de competência parentalO objetivo do presente estudo foi examinar riscos e recursos no desenvolvimento e comportamento de crianças na primeira infância. A amostra foi composta por 497 mães com nível superior de escolaridade (64%) e seus 557 filhos de 1 a 65 meses (54% meninos). O recrutamento e coleta de dados foram realizados online devido à pandemia. O desenvolvimento e comportamento infantil foram avaliados pelo Survey of Well-being of Young Children (versão brasileira). Os indicadores maternos avaliados foram os sintomas de depressão (Patient Health Questionnaire), histórico de adversidades na infância materna (Adverse Childhood Experience) e senso de competência parental (Parenting Sense of Competence Scale). Foram realizadas as análises de estatística descritiva e de regressão logística (defecho do desenvolvimento) e linear múltipla (desfecho do comportamento), considerando-se preditores da criança, materno e risco familiar. O nível de significância foi de 5%. Os resultados mostraram que 74% das crianças encontravam-se no nível de desenvolvimento esperado e 26% tinham suspeita de atraso. Quanto ao comportamento socioemocional, a maioria das crianças aos 1-17 meses apresentou riscos de alteração do comportamento socioemocional (52%). Aos 18-65 meses, apenas 10 % das crianças apresentaram risco de alterações do comportamento. Quanto aos indicadores maternos, 21% das mães apresentaram sintomas depressivos e 80% relataram histórico de adversidades na infância, ao passo que 54% revelaram bom senso de competência parental. Considerando-se os fatores preditores significativos do desenvolvimento de 1-65 meses, verificou-se que crianças nascidas pré-termo e meninos apresentaram maior risco de atraso no desenvolvimento. Por outro lado, as crianças mais velhas e com mães mais escolarizadas e renda mensal familiar acima de R$ 5.000,00 tiveram menor risco de atraso no desenvolvimento. Especificamente, aos 1-36 meses, nascimento pré-termo foi o fator de maior risco para o desenvolvimento, enquanto que maior escolaridade materna e renda familiar mensal acima de R$ 5.000,00 foram fatores protetores do desenvolvimento. Na fase de 37 a 65 meses, por sua vez, nascimento pré-termo e ser menino foram fatores de risco ao desenvolvimento, enquanto maior escolaridade materna e renda familiar mensal superior a R$5.000,00 foram fatores protetores. Considerando-se o comportamento das crianças, aos 1-17 meses, detectou-se que a inflexibilidade foi predita por mais sintomas de depressão materna, menor senso de competência parental e renda familiar mensal inferior a R$5.000,00; a irritabilidade foi predita por mais sintomas de depressão materna; a dificuldade com mudança na rotina foi predita por mais sintomas de depressão materna e menores escolaridade materna e senso de competência parental. De 18-36 meses, o histórico de adversidades da infância materna aumentou o risco de alterações do comportamento das crianças. Aos 37-65 meses, o fato de ser menino associado aos fatores maternos de sintomas de depressão e/ou depressão moderada, moderada grave e grave e menor senso de competência parental constituiu-se em maior risco de alterações do comportamento socioemocional das crianças. Conclui-se que o modelo de avaliação, combinando avaliação do desenvolvimento e comportamento das crianças e indicadores biológicos e psicossociais, foi efetivo para detecção de riscos e recursos na primeira infância.The presentstudy aimed to assess the risks and resources in the early childhood development and children behavior. The sample comprised 497 mothers with higher education degrees (64%) and their 557 children aged 1 to 65 months (54% boys). Recruitment and data collection were conducted online due to the pandemic. Child development and behavior were assessed using the Survey of Well-being of Young Children (Brazilian version). Maternal indicators evaluated included symptoms of depression (Patient Health Questionnaire), history of maternal adversity childhood (Adverse Childhood Experience), and parental sense of competence (Parenting Sense of Competence Scale). Descriptive statistics and logistic regression (developmental outcome) and multiple linear regression (behavioral outcome) analyses were performed, considering child, maternal, and family risk predictors. The significance level was set at 5%. Results showed that 74% of the children were at the expected developmental level, while 26% showed suspected of delay. Regarding socioemotional behavior, a majority of children aged 1-17 months exhibited risks of changing socio-emotional behavior (52%). Among those aged 18-65 months, only 10% showed behavioral alteration risks. Concerning maternal indicators, 21% of the mothers presented depressive symptoms, 80% reported a history of childhood adversity, while 54% revealed a strong sense of parental competence. Significant predictors of development from 1 to 65 months revealed that children born preterm, and boys were at a higher risk of developmental delay. Conversely, older children with more educated mothers and monthly income exceeding R$ 5,000.00 had a lower risk of developmental delay. Specifically, for ages 1-36 months, preterm birth posed the greatest risk factor for development, while higher maternal education and family income above R$ 5,000.00 acted as protective factors. From ages 37 to 65 months, preterm birth and being male were risk factors for development, whereas higher maternal education and family income above R$ 5,000.00 were protective factors. Concerning children behavior, ages 1-17 months, inflexibility was predicted by more maternal depressive symptoms, lower parental sense of competence and family income below R$ 5,000.00; irritability was predicted by more maternal depressive symptoms; difficulty with routine changes was predicted by more maternal depressive symptoms, lower maternal education and parental sense of competence. For ages 18-36 months, history of maternal adversity childhood increased the risk of children behavior alterations. From ages 37 to 65 months, being male, along with maternal factors such as depressive symptoms and/or moderate, moderately severe, and severe depression, as well as lower parental competence, constituted a higher risk for socioemotional behavioral problems in children. In conclusion, the assessment model, combining evaluation of children development and behaviors in addition to biological and psychosocial indicators, was effective in detecting risks and resources in early childhood.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLinhares, Maria Beatriz MartinsCouto, Rafaela Caroline Bacelar2023-11-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17148/tde-05022024-152300/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-08-02T19:13:02Zoai:teses.usp.br:tde-05022024-152300Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-08-02T19:13:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O objetivo do presente estudo foi examinar riscos e recursos no desenvolvimento e comportamento de crianças na primeira infância. A amostra foi composta por 497 mães com nível superior de escolaridade (64%) e seus 557 filhos de 1 a 65 meses (54% meninos). O recrutamento e coleta de dados foram realizados online devido à pandemia. O desenvolvimento e comportamento infantil foram avaliados pelo Survey of Well-being of Young Children (versão brasileira). Os indicadores maternos avaliados foram os sintomas de depressão (Patient Health Questionnaire), histórico de adversidades na infância materna (Adverse Childhood Experience) e senso de competência parental (Parenting Sense of Competence Scale). Foram realizadas as análises de estatística descritiva e de regressão logística (defecho do desenvolvimento) e linear múltipla (desfecho do comportamento), considerando-se preditores da criança, materno e risco familiar. O nível de significância foi de 5%. Os resultados mostraram que 74% das crianças encontravam-se no nível de desenvolvimento esperado e 26% tinham suspeita de atraso. Quanto ao comportamento socioemocional, a maioria das crianças aos 1-17 meses apresentou riscos de alteração do comportamento socioemocional (52%). Aos 18-65 meses, apenas 10 % das crianças apresentaram risco de alterações do comportamento. Quanto aos indicadores maternos, 21% das mães apresentaram sintomas depressivos e 80% relataram histórico de adversidades na infância, ao passo que 54% revelaram bom senso de competência parental. Considerando-se os fatores preditores significativos do desenvolvimento de 1-65 meses, verificou-se que crianças nascidas pré-termo e meninos apresentaram maior risco de atraso no desenvolvimento. Por outro lado, as crianças mais velhas e com mães mais escolarizadas e renda mensal familiar acima de R$ 5.000,00 tiveram menor risco de atraso no desenvolvimento. Especificamente, aos 1-36 meses, nascimento pré-termo foi o fator de maior risco para o desenvolvimento, enquanto que maior escolaridade materna e renda familiar mensal acima de R$ 5.000,00 foram fatores protetores do desenvolvimento. Na fase de 37 a 65 meses, por sua vez, nascimento pré-termo e ser menino foram fatores de risco ao desenvolvimento, enquanto maior escolaridade materna e renda familiar mensal superior a R$5.000,00 foram fatores protetores. Considerando-se o comportamento das crianças, aos 1-17 meses, detectou-se que a inflexibilidade foi predita por mais sintomas de depressão materna, menor senso de competência parental e renda familiar mensal inferior a R$5.000,00; a irritabilidade foi predita por mais sintomas de depressão materna; a dificuldade com mudança na rotina foi predita por mais sintomas de depressão materna e menores escolaridade materna e senso de competência parental. De 18-36 meses, o histórico de adversidades da infância materna aumentou o risco de alterações do comportamento das crianças. Aos 37-65 meses, o fato de ser menino associado aos fatores maternos de sintomas de depressão e/ou depressão moderada, moderada grave e grave e menor senso de competência parental constituiu-se em maior risco de alterações do comportamento socioemocional das crianças. Conclui-se que o modelo de avaliação, combinando avaliação do desenvolvimento e comportamento das crianças e indicadores biológicos e psicossociais, foi efetivo para detecção de riscos e recursos na primeira infância. |
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