Associação entre padrões alimentares e sobrevida de pessoas idosas do município de São Paulo - Estudo SABE (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento)
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Resumo: | Introdução: Estudos apontam a existência de associação entre padrões alimentares não saudáveis e maior risco de óbito entre pessoas adultas e idosas. Além disso, evidências revelam que padrões alimentares considerados saudáveis têm efeito protetor sobre a mortalidade e a saúde dos indivíduos. O óbito é, no entanto, um evento de causa multifatorial, e nesse sentido, estudos que abordem os fatores associados a esse acontecimento podem contribuir na prevenção e com a redução do número de óbitos precoces. Objetivo: Analisar a sobrevida das pessoas idosas residentes no município de São Paulo segundo padrões alimentares. Método: Estudo longitudinal de base populacional que utilizou dados das pessoas idosas com 60 anos e mais de idade, de ambos os sexos, que fazem parte das coortes de 2010 e seu seguimento em 2015 do Estudo SABE (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento). Fizeram parte da amostra as pessoas idosas que responderam ao questionário de frequência alimentar e as questões relacionadas às características sociodemográficas, econômicas, de condições de saúde, estilo de vida, antropométricas e estruturais das redes sociais. Os padrões alimentares foram construídos, identificados e nomeados como \"inadequado\", \"modificado\", \"benéfico\" e \"tradicional brasileiro\". A análise da associação entre os padrões alimentares e a sobrevida foi realizada por meio do modelo múltiplo de riscos proporcionais de Cox. Resultados: A amostra do presente estudo é composta por 1.304 pessoas idosas que representam 1.293.371 indivíduos. Dessas, 60,2% eram mulheres, a faixa etária mais prevalente foi de 60 a 69 anos (53,3%) e a média da idade de 70,6 anos (DP = 8,3 anos). Do total de óbitos ocorridos, as maiores proporções de causas básicas foram doenças do aparelho circulatório (40,0%), doenças do aparelho respiratório (18,6%) e neoplasias (16,8%). Os indivíduos com maior adesão ao padrão alimentar modificado apresentaram maior probabilidade de sobrevivência ao longo do tempo (p = 0,002). No modelo ajustado por número de doenças autorreferidas, sexo masculino (HR = 1,51; IC 95% = 1,16 : 1,97), 70 anos e mais de idade (70 a 79 anos: HR = 3,11; IC 95% = 1,96 : 4,92; 80 anos e mais: HR = 7,25; IC 95% = 4,68 : 11,25), analfabetismo (HR = 2,08; IC 95% = 1,22 : 3,54), sedentarismo (HR = 1,74; IC 95% = 1,23 : 2,46), baixo peso segundo o índice de massa corporal (HR = 1,56; IC 95% = 1,12 : 2,18) e possuir um a cinco integrantes nas redes sociais (HR = 1,64; IC 95% = 1,16 : 2,31) aumentam o risco de óbito independente do tempo. Adesão moderada ao padrão alimentar benéfico (HR = 0,64; IC 95% = 0,47 : 0,88) e ingestão de bebidas alcoólicas (HR = 0,52; IC 95% = 0,37 : 0,73) diminuem o risco de óbito independente do tempo. Conclusões: A adesão ao padrão alimentar benéfico diminui o risco de óbito entre as pessoas idosas. Além disso, as características sociodemográficas, de estilo de vida, antropométricas e estruturais das redes sociais estão associadas com o risco de óbito entre os indivíduos. |
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Associação entre padrões alimentares e sobrevida de pessoas idosas do município de São Paulo - Estudo SABE (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento)Association between dietary patterns and survival of elderly people in the city of São Paulo - SABE Study (Health, Well-being and Aging)AgingAnálise de SobrevivênciaDeathDietary PatternsElderly PeopleEnvelhecimentoÓbitoPadrões AlimentaresPessoas IdosasSurvival AnalysisIntrodução: Estudos apontam a existência de associação entre padrões alimentares não saudáveis e maior risco de óbito entre pessoas adultas e idosas. Além disso, evidências revelam que padrões alimentares considerados saudáveis têm efeito protetor sobre a mortalidade e a saúde dos indivíduos. O óbito é, no entanto, um evento de causa multifatorial, e nesse sentido, estudos que abordem os fatores associados a esse acontecimento podem contribuir na prevenção e com a redução do número de óbitos precoces. Objetivo: Analisar a sobrevida das pessoas idosas residentes no município de São Paulo segundo padrões alimentares. Método: Estudo longitudinal de base populacional que utilizou dados das pessoas idosas com 60 anos e mais de idade, de ambos os sexos, que fazem parte das coortes de 2010 e seu seguimento em 2015 do Estudo SABE (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento). Fizeram parte da amostra as pessoas idosas que responderam ao questionário de frequência alimentar e as questões relacionadas às características sociodemográficas, econômicas, de condições de saúde, estilo de vida, antropométricas e estruturais das redes sociais. Os padrões alimentares foram construídos, identificados e nomeados como \"inadequado\", \"modificado\", \"benéfico\" e \"tradicional brasileiro\". A análise da associação entre os padrões alimentares e a sobrevida foi realizada por meio do modelo múltiplo de riscos proporcionais de Cox. Resultados: A amostra do presente estudo é composta por 1.304 pessoas idosas que representam 1.293.371 indivíduos. Dessas, 60,2% eram mulheres, a faixa etária mais prevalente foi de 60 a 69 anos (53,3%) e a média da idade de 70,6 anos (DP = 8,3 anos). Do total de óbitos ocorridos, as maiores proporções de causas básicas foram doenças do aparelho circulatório (40,0%), doenças do aparelho respiratório (18,6%) e neoplasias (16,8%). Os indivíduos com maior adesão ao padrão alimentar modificado apresentaram maior probabilidade de sobrevivência ao longo do tempo (p = 0,002). No modelo ajustado por número de doenças autorreferidas, sexo masculino (HR = 1,51; IC 95% = 1,16 : 1,97), 70 anos e mais de idade (70 a 79 anos: HR = 3,11; IC 95% = 1,96 : 4,92; 80 anos e mais: HR = 7,25; IC 95% = 4,68 : 11,25), analfabetismo (HR = 2,08; IC 95% = 1,22 : 3,54), sedentarismo (HR = 1,74; IC 95% = 1,23 : 2,46), baixo peso segundo o índice de massa corporal (HR = 1,56; IC 95% = 1,12 : 2,18) e possuir um a cinco integrantes nas redes sociais (HR = 1,64; IC 95% = 1,16 : 2,31) aumentam o risco de óbito independente do tempo. Adesão moderada ao padrão alimentar benéfico (HR = 0,64; IC 95% = 0,47 : 0,88) e ingestão de bebidas alcoólicas (HR = 0,52; IC 95% = 0,37 : 0,73) diminuem o risco de óbito independente do tempo. Conclusões: A adesão ao padrão alimentar benéfico diminui o risco de óbito entre as pessoas idosas. Além disso, as características sociodemográficas, de estilo de vida, antropométricas e estruturais das redes sociais estão associadas com o risco de óbito entre os indivíduos.Introduction: Studies indicate an association between unhealthy dietary patterns and a higher risk of mortality among adults and the elderly. Moreover, evidence shows that dietary patterns considered healthy have a protective effect on individuals mortality and health. However, death is a multifactorial event, and in this regard, studies addressing the factors associated with this outcome can contribute to prevention and reduce the number of premature deaths. Objective: To analyze the survival of elderly individuals residing in the city of São Paulo according to dietary patterns. Method: This is a longitudinal population-based study that used data from individuals aged 60 years and older, of both sexes, who are part of the 2010 cohort and its 2015 follow-up of the SABE Study (Health, Well-being, and Aging). The sample included elderly individuals who answered to the food frequency questionnaire and questions related to sociodemographic, economic, health condition, lifestyle, anthropometric, and social network structural characteristics. Dietary patterns were constructed, identified, and named as \"inadequate\", \"modified\", \"beneficial\", and \"traditional Brazilian\". The association between dietary patterns and survival was analyzed using the multiple Cox proportional hazards model. Results: The study sample consisted of 1,304 elderly individuals representing 1,293,371 individuals. Of these, 60.2% were women, the most prevalent age group was 60 to 69 years (53.3%), and the average age was 70.6 years (SD = 8.3 years). Among the total deaths, the most frequent causes were diseases of the circulatory system (40.0%), respiratory diseases (18.6%), and neoplasms (16.8%). Individuals with greater adherence to the modified dietary pattern had a higher probability of survival over time (p = 0.002). In the model adjusted for the number of self-reported diseases, being male (HR = 1.51; 95% CI = 1.16 : 1.97), aged 70 years and older (70 to 79 years: HR = 3.11; 95% CI = 1.96 : 4.92; 80 years and older: HR = 7.25; 95% CI = 4.68 : 11.25), illiteracy (HR = 2.08; 95% CI = 1.22 : 3.54), physical inactivity (HR = 1.74; 95% CI = 1.23 : 2.46), underweight according to body mass index (HR = 1.56; 95% CI = 1.12 : 2.18), and having one to five members in social networks (HR = 1.64; 95% CI = 1.16 : 2.31) increased the risk of death regardless of time. Moderate adherence to the beneficial dietary pattern (HR = 0.64; 95% CI = 0.47 : 0.88) and alcohol consumption (HR = 0.52; 95% CI = 0.37 : 0.73) reduced the risk of death regardless of time. Conclusions: Adherence to the beneficial dietary pattern reduces the risk of death among elderly individuals. Additionally, sociodemographic, lifestyle, anthropometric, and social network structural characteristics are associated with the risk of death among individuals.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPDourado, Daiana Aparecida Quintiliano ScarpelliDuarte, Yeda Aparecida de OliveiraSilva, Bruno César Spineli2025-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6143/tde-02042025-145418/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-04-02T18:05:05Zoai:teses.usp.br:tde-02042025-145418Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-04-02T18:05:05Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: Estudos apontam a existência de associação entre padrões alimentares não saudáveis e maior risco de óbito entre pessoas adultas e idosas. Além disso, evidências revelam que padrões alimentares considerados saudáveis têm efeito protetor sobre a mortalidade e a saúde dos indivíduos. O óbito é, no entanto, um evento de causa multifatorial, e nesse sentido, estudos que abordem os fatores associados a esse acontecimento podem contribuir na prevenção e com a redução do número de óbitos precoces. Objetivo: Analisar a sobrevida das pessoas idosas residentes no município de São Paulo segundo padrões alimentares. Método: Estudo longitudinal de base populacional que utilizou dados das pessoas idosas com 60 anos e mais de idade, de ambos os sexos, que fazem parte das coortes de 2010 e seu seguimento em 2015 do Estudo SABE (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento). Fizeram parte da amostra as pessoas idosas que responderam ao questionário de frequência alimentar e as questões relacionadas às características sociodemográficas, econômicas, de condições de saúde, estilo de vida, antropométricas e estruturais das redes sociais. Os padrões alimentares foram construídos, identificados e nomeados como \"inadequado\", \"modificado\", \"benéfico\" e \"tradicional brasileiro\". A análise da associação entre os padrões alimentares e a sobrevida foi realizada por meio do modelo múltiplo de riscos proporcionais de Cox. Resultados: A amostra do presente estudo é composta por 1.304 pessoas idosas que representam 1.293.371 indivíduos. Dessas, 60,2% eram mulheres, a faixa etária mais prevalente foi de 60 a 69 anos (53,3%) e a média da idade de 70,6 anos (DP = 8,3 anos). Do total de óbitos ocorridos, as maiores proporções de causas básicas foram doenças do aparelho circulatório (40,0%), doenças do aparelho respiratório (18,6%) e neoplasias (16,8%). Os indivíduos com maior adesão ao padrão alimentar modificado apresentaram maior probabilidade de sobrevivência ao longo do tempo (p = 0,002). No modelo ajustado por número de doenças autorreferidas, sexo masculino (HR = 1,51; IC 95% = 1,16 : 1,97), 70 anos e mais de idade (70 a 79 anos: HR = 3,11; IC 95% = 1,96 : 4,92; 80 anos e mais: HR = 7,25; IC 95% = 4,68 : 11,25), analfabetismo (HR = 2,08; IC 95% = 1,22 : 3,54), sedentarismo (HR = 1,74; IC 95% = 1,23 : 2,46), baixo peso segundo o índice de massa corporal (HR = 1,56; IC 95% = 1,12 : 2,18) e possuir um a cinco integrantes nas redes sociais (HR = 1,64; IC 95% = 1,16 : 2,31) aumentam o risco de óbito independente do tempo. Adesão moderada ao padrão alimentar benéfico (HR = 0,64; IC 95% = 0,47 : 0,88) e ingestão de bebidas alcoólicas (HR = 0,52; IC 95% = 0,37 : 0,73) diminuem o risco de óbito independente do tempo. Conclusões: A adesão ao padrão alimentar benéfico diminui o risco de óbito entre as pessoas idosas. Além disso, as características sociodemográficas, de estilo de vida, antropométricas e estruturais das redes sociais estão associadas com o risco de óbito entre os indivíduos. |
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