Perfil proteico e esterásico de zangões de Apis mellifera sob ação do hormônio juvenil III
| Ano de defesa: | 1992 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-14032025-145115/ |
Resumo: | Os objetivos deste trabalho foram verificar a poliploidização do corpo gorduroso, síntese de proteína e perfil esterásico dos zangões de Apis mellifera, submetidos a tratamento com HJ III na fase de prepupa. O teor de DNA foi medido através da microespectrofotometria, após hidrolise com HC1 e coloração com reagente de Schiff. A síntese de proteínas e perfil esterásico foram analisados através de eletroforese em gel de poliacrilamida e gel de penetrose, respectivamente. A análise do padrão de ploidia dos zangões mostrou duas classes de trofócitos (4c e 8c), revelando que as células do corpo gorduroso de zangões apresentaram valores de ploidia maiores do que os encontrados em operárias, porém menores do que os encontrados nas rainhas. Não houve diferença significativa entre o teor de DNA encontrado nos trofócitos de zangões haplóides tratados e não tratados com HJ III. Quando analisamos os zangões quanto ao perfil proteico, observamos a presença da proteína vitelogenina, tanto nos zangões haplóides como diplóides, tratados ou não com HJ III. O perfil revelou também, que houve diferenças no padrão proteico de zangões haplóides e diplóides, tratados ou não com HJ III, durante a fase de prepupa. Porém, através da quantificação proteica não observamos diferenças significativas entre os zangões haplóides tratados ou não com HJ III, o mesmo ocorrendo com os zangões diplóides. Entretanto, quando comparamos os resultados para a quantificação proteica entre zangões haplóides e diplóides tratados e não tratados com HJ III essa diferença se mostrou altamente siginificativa, demonstrando que na verdade o aumento de proteína foi provavelmente em decorrência da diplóidia e não da ação do HJ III. Resultados idênticos foram obtidos com relação ao efeito do HJ III sobre o perfil esterásico dos zangões haplóides. A análise desses resultados revelou que, através da eletroforese em gel de penetrose, não foi possível observar alterações no padrão esterásico de zangões haplóides de Apis mellifera. Todos esses dados nos levaram a sugerir que; a dose de HJ III utilizada não foi suficiente para estimular ou inibir a síntese proteica e esterásica, ou o HJ III em zangões de Apis mellifera não foi capaz de produzir efeitos semelhantes aos verificados em outros insetos, descritos na literatura. |
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