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Formação de esquema motor em crianças portadoras de síndrome de down

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1989
Autor(a) principal: Pedrinelli, Verena Junghahnel
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39131/tde-18112024-100521/
Resumo: O estudo teve por objetivo investigar se as crianças portadoras de síndrome de down, com deficiência mental leve e moderada se beneficiam da variabilidade de prática para desenvolver esquema motor na tarefa de arremessar ao alvo. Participaram deste estudo 41 sujeitos, na faixa etária de 8 a 11m a 12 a 11m, alunos do Setor Educacional do Centro de Habilitação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Paulo, que foram divididos em grupo controle e grupo experimental. O grupo controle foi submetido à prática da tarefaa uma distância de 2,0m e o grupo experimental efetuou as tentativas a 1,5m, 2,0m e 2,5m de distância. Foram realizadas 96 tentativas durante a prática, distribuídas em 5 dias. Nesta fase apenas o grupo experimental de sujeitos portadores de deficiência mental moderada obteve diferença significante do primeiro para o quinto dia. A tarefa de transferência utilizada para avaliar a efetividade das diferentes condições de prática consistiu em 10 tentativas de arremesso ao alvo colocado a uma distância de 3,0m. A análise não-paramétrica dos dados não revelou diferença significante entre os grupos experimental e controle. No entanto, a tendência evidenciada pela análise descritiva dos dados foi a de que experimental obteve melhor desempenho na nova tarefa na primeira tentativa. Esta tendência indicou que o referido grupo se beneficiou da variabilidade de prática. O desempenho variável observado nas 10 tentativas, entretanto, colocou em dúvida se a formação de esquemas motores a partir da prática variada pode ser considerada preponderante em situações de aprendizagem motora, conforme predição feita na teoria de esquema de Schmidt (1975). A análise dos dados revelou que os sujeitos portadores de deficiência mental moderada apresentaram um desempenho semelhante ao de pessoas portadoras de deficiência mental leve. A idade mental e a idade cronológica podem ser considerados fatores importantes para tal evidência
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