Programa Melhor em Casa - a nutrição enteral domiciliar e o impacto da pandemia do Covid-19: avaliação das ações

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Aanholt, Denise Philomene Joseph van
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7143/tde-11062025-134610/
Resumo: A alimentação inadequada associada a subnutrição são problemas de saúde pública, o que foi agravado com o surgimento da covid-19, exigindo demandas da Saúde para melhorar os desfechos clínicos. A necessidade de leitos disponíveis exige a redução do tempo de permanência hospitalar, tornando a desospitalização um fenômeno nacional e mundial. A alta hospitalar pode ocorrer mesmo sem a total recuperação do estado nutricional ou capacidade de se alimentar pela via oral. Atendendo a esta necessidade foi criado pelo Ministério da Saúde, na Atenção Básica, o Programa Melhor em Casa (PMeC), que inclui os cuidados com a Terapia Nutricional Domiciliar (TND). A insuficiência de informações, relativas a TND, principalmente Nutrição Enteral Domiciliar (NED), leva a necessidade de avaliar a abrangência e as ações desenvolvidas pelo PMeC no âmbito do Sistema Único de Saúde e como se dá a implementação da Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar (EMAD). Desta forma, este estudo avaliou as ações e os cuidados realizados pela EMAD de um Município de São Paulo, com ênfase na NED e o impacto da pandemia do covid-19. Realizou-se um estudo de caso descritivo, de natureza quantitativa, utilizando como base de dados as fichas de elegibilidade criada pelo MS e análise de todos os prontuários desta EMAD, desde sua habilitação em 2013 até junho de 2022. Foram analisados um total de 865 prontuários, a idade média encontrada foi de 60,5anos, não houve diferença entre sexo masculino (51%) e feminino (49%). Houve predomínio de raça autodeclarada branca (60,7%). O diagnóstico de maior incidência foi de doença neurodegenerativa (41,4%), seguida de trauma (14,8%) e oncológicos (12,8%). Considerando o período pré-pandemico com período pandêmico (após 2020), não encontramos alteração no perfil de atendimento, apesar de que a presença de pneumonia como diagnóstico principal só ocorreu após 2020 e maior demanda de reabilitação. A presença de procedimentos para curativo de lesões ocorreu em 37,7% dos usuários, sendo mais frequente durante o período pré-pandemia (42,2%). Considerando a NED, houve 33,4% de atendimentos entre os usuários, destes 70,6% por sonda nasoentérica, 28,7% por gastrostomia e 38,4% realizado de forma artesanal, 24,6% industrializada e 4,1% mista, em 32,9% não encontramos informações. Chamou atenção a inadequação na evolução sobre a nutrição, pois de 376 usuários que receberam visita do nutricionista, apenas 27,4% tiveram registrado o diagnóstico nutricional e destes 83,5% como desnutridos. Considerando as intercorrências, foram relatadas poucas complicações, com números abaixo dos referidos na literatura. O grau de dependência dos usuários foi revelado pela necessidade de cuidados de terceiros em 97,2%, principalmente por familiares (filhos e cônjuge) e em tempo integral (60,8%). Os resultados encontrados mostram a importância da existência do PMeC para os seus usuários, com sistema integrado as redes de atenção à saúde. Verificou-se a inexistência de um trabalho sistematizado para o reconhecimento das necessidades e vulnerabilidades em saúde da população atendida, especialmente para os usuários de NED, o que apesar dos resultados satisfatórios da EMAD de Itapecerica da Serra, prejudicam a visibilidade dos resultados. A despeito destas deficiências, percebeu-se uma disposição para ampliar e melhorar os atendimentos ofertados, necessitando de um aporte dos responsáveis pela Gestão em Saúde.
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Atendendo a esta necessidade foi criado pelo Ministério da Saúde, na Atenção Básica, o Programa Melhor em Casa (PMeC), que inclui os cuidados com a Terapia Nutricional Domiciliar (TND). A insuficiência de informações, relativas a TND, principalmente Nutrição Enteral Domiciliar (NED), leva a necessidade de avaliar a abrangência e as ações desenvolvidas pelo PMeC no âmbito do Sistema Único de Saúde e como se dá a implementação da Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar (EMAD). Desta forma, este estudo avaliou as ações e os cuidados realizados pela EMAD de um Município de São Paulo, com ênfase na NED e o impacto da pandemia do covid-19. Realizou-se um estudo de caso descritivo, de natureza quantitativa, utilizando como base de dados as fichas de elegibilidade criada pelo MS e análise de todos os prontuários desta EMAD, desde sua habilitação em 2013 até junho de 2022. Foram analisados um total de 865 prontuários, a idade média encontrada foi de 60,5anos, não houve diferença entre sexo masculino (51%) e feminino (49%). Houve predomínio de raça autodeclarada branca (60,7%). O diagnóstico de maior incidência foi de doença neurodegenerativa (41,4%), seguida de trauma (14,8%) e oncológicos (12,8%). Considerando o período pré-pandemico com período pandêmico (após 2020), não encontramos alteração no perfil de atendimento, apesar de que a presença de pneumonia como diagnóstico principal só ocorreu após 2020 e maior demanda de reabilitação. A presença de procedimentos para curativo de lesões ocorreu em 37,7% dos usuários, sendo mais frequente durante o período pré-pandemia (42,2%). Considerando a NED, houve 33,4% de atendimentos entre os usuários, destes 70,6% por sonda nasoentérica, 28,7% por gastrostomia e 38,4% realizado de forma artesanal, 24,6% industrializada e 4,1% mista, em 32,9% não encontramos informações. Chamou atenção a inadequação na evolução sobre a nutrição, pois de 376 usuários que receberam visita do nutricionista, apenas 27,4% tiveram registrado o diagnóstico nutricional e destes 83,5% como desnutridos. Considerando as intercorrências, foram relatadas poucas complicações, com números abaixo dos referidos na literatura. O grau de dependência dos usuários foi revelado pela necessidade de cuidados de terceiros em 97,2%, principalmente por familiares (filhos e cônjuge) e em tempo integral (60,8%). Os resultados encontrados mostram a importância da existência do PMeC para os seus usuários, com sistema integrado as redes de atenção à saúde. Verificou-se a inexistência de um trabalho sistematizado para o reconhecimento das necessidades e vulnerabilidades em saúde da população atendida, especialmente para os usuários de NED, o que apesar dos resultados satisfatórios da EMAD de Itapecerica da Serra, prejudicam a visibilidade dos resultados. A despeito destas deficiências, percebeu-se uma disposição para ampliar e melhorar os atendimentos ofertados, necessitando de um aporte dos responsáveis pela Gestão em Saúde.Inadequate nutrition associated with malnutrition are public health problems, which were worsened with the emergence of Covid-19, requiring demands from Health to improve clinical outcomes. The need for available beds requires a reduction in the length of hospital stay, making dehospitalization a national and global phenomenon. Hospital discharge may occur even without full recovery of nutritional status or ability to eat orally. Meeting this need, the Ministry of Health created the Programa Melhor em Casa (PMeC - Better at Home Program) in Primary Care, which includes care with Home Nutritional Therapy (HNT). The insufficiency of information regarding HNT, mainly Home Enteral Nutrition (HED), leads to the need to evaluate the scope and actions developed by the PMeC within the scope of the Unified Health System and how the Multidisciplinary Home Care Team is implemented (MHCT). In this way, this study evaluated the actions and care carried out by MHCT in a Municipality of São Paulo, with an emphasis on HED and the impact of the covid-19 pandemic. A descriptive case study, of a quantitative nature, was carried out, using as a database the eligibility forms created by the MS and analysis of all medical records of this MHCT, since its qualification in 2013 until June 2022. A total of 865 were analyzed. medical records, the average age found was 60.5 years, there was no difference between male (51%) and female (49%). There was a predominance of self-declared white race (60.7%). The most common diagnosis was neurodegenerative disease (41.4%), followed by trauma (14.8%) and oncology (12.8%). Considering the pre-pandemic period with the pandemic period (after 2020), we found no change in the care profile, despite the presence of pneumonia as the main diagnosis only occurring after 2020 and greater demand for rehabilitation. The presence of wound dressing procedures occurred in 37.7% of users, being more frequent during the pre-pandemic period (42.2%). Considering the HED, there were 33.4% of consultations among users, of which 70.6% were performed via nasoenteric tube, 28.7% via gastrostomy and 38.4% performed by hand, 24.6% industrialized and 4.1% mixed, in 32.9% we did not find information. The inadequacy of progress regarding nutrition drew attention, as of 376 users who received a visit from a nutritionist, only 27.4% had a nutritional diagnosis recorded and of these 83.5% were malnourished. Considering the complications, few complications were reported, with numbers below those reported in the literature. The degree of dependence of users was revealed by the need for care from third parties in 97.2%, mainly by family members (children and spouse) and full-time (60.8%). The results found show the importance of the existence of PMeC for its users, with a system integrated into health care networks. It was verified that there was no systematized work to recognize the health needs and vulnerabilities of the population served, especially for NED users, which despite the satisfactory results of MHCT in Itapecerica da Serra, undermined the visibility of the results. Despite these deficiencies, a willingness to expand and improve the services offered was perceived, requiring input from those responsible for Health Management.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCiosak, Suely ItsukoAanholt, Denise Philomene Joseph van2024-07-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7143/tde-11062025-134610/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-14T11:42:02Zoai:teses.usp.br:tde-11062025-134610Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-14T11:42:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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