Avaliação do hábito intestinal e fatores de risco para incontinência anal na população geral

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Domansky, Rita de Cássia
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-23062009-094830/
Resumo: Este estudo teve por objetivo avaliar o hábito intestinal e os fatores de risco para incontinência anal (IA) em adultos da população geral, residentes na área urbana da cidade de Londrina - PR. Estudo epidemiológico de base populacional, de corte transversal, realizado após a aprovação do Comitê de Ética da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Dois mil cento e sessenta e dois indivíduos, com idade igual ou superior a 18 anos, condições físicas e mentais adequadas e que aceitaram a participar do estudo, compuseram a amostra, estabelecida a partir de amostragem estratificada por conglomerado, constituídos pelas ruas sorteadas aleatoriamente dentro dos 390 setores censitários do município. Todos os residentes nos domicílios das ruas sorteadas, que atenderam aos critérios de inclusão foram entrevistados utilizando-se dois instrumentos: Dados demográficos e o Hábito intestinal na comunidade (adaptado e validado para a língua portuguesa por Domansky e Santos, 2007). Os dados foram submetidos aos testes de Qui-Quadrado e Exato de Fischer. O predomínio foi do sexo feminino (1203 / 56%); média etária de 40,6±16,4; brancos (1591/74%); união estável (1290 / 60%); 9 a 12 anos de estudo (784/ 36%); 37% pessoas sem ocupação definida; 44% tinham remuneração entre 2 e 3,9 SM; 38% com renda per capita entre 0,6 a 1 salário mínimo. Para o padrão intestinal normal (1.875/87%; p<,0001), predominância de uma evacuação por dia (1.133/52%; p<0,0001), entre as mulheres (968/52%; p<0,0001); os brancos (1591/85%; p<0,0001), ausência de esforço evacuatório (1956/90%), exonerações de fezes macias (1379/64%), esvaziamento retal completo (1938/90%). Padrão intestinal constipado (261/12,1%), entre mulheres (219/84%), esforço evacuatório (99/41,8%), fezes endurecidas (176/67%); esvaziamento retal incompleto (99/38%). Padrão intestinal diarréico (26/1,2%), sem esforço evacuatório (26/100%) fezes líquidas e amolecidas (5/19%), esvaziamento retal completo (16/61%). A prevalência das doenças anorretais, foi de 53 (2%) abscessos, 22 (1%) fístulas, 81 (3%) fissuras, 20(1%) prolapsos retais, 30 (1%) traumas anais; 229 (11%) doença hemorroidária, 58 (3%) cirurgias anorretais, para todas o predomínio foi feminino. O histórico de parto e ginecológico: 886 (74%) tiveram partos, 709 (73%) com padrão intestinal normal; 432 (49%) entre 31 e 50 anos; 168 (14%) tiveram um parto normal; destas 33 (3%) tiveram laceração anal pós-parto que necessitou de intervenção cirúrgica; porém mantiveram o padrão intestinal normal (25/75%); 109 (9%) fizeram histerectomia (109 /9%), 90 (90%) padrão intestinal normal e menos de um por cento tiveram retocele e quatro (50%) eram constipadas. Os fatores de risco para incontinência anal: 35 (2%) radioterapia pélvica, 133 (6%) diabetes mellitus, 330 (15%) doenças ou distúrbios do sistema nervoso, 291 (13%) lesão na coluna espinhal e 29 (1%) relataram o acidente vascular encefálico (AVE), para todos os fatores houve predomínio do padrão intestinal normal, predomínio feminino para distúrbios do sistema nervoso e AVE. Este estudo permitiu conhecer o hábito intestinal da população geral de uma cidade no norte do Paraná, os fatores de risco para IA que estão expostos, cooperando para a elucidação do tema entre a população, ampliando os conhecimentos daqueles que atuam na área, e colaborando para o desenvolvimento de programas de prevenção ou diagnóstico precoce das doenças intestinais
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Dois mil cento e sessenta e dois indivíduos, com idade igual ou superior a 18 anos, condições físicas e mentais adequadas e que aceitaram a participar do estudo, compuseram a amostra, estabelecida a partir de amostragem estratificada por conglomerado, constituídos pelas ruas sorteadas aleatoriamente dentro dos 390 setores censitários do município. Todos os residentes nos domicílios das ruas sorteadas, que atenderam aos critérios de inclusão foram entrevistados utilizando-se dois instrumentos: Dados demográficos e o Hábito intestinal na comunidade (adaptado e validado para a língua portuguesa por Domansky e Santos, 2007). Os dados foram submetidos aos testes de Qui-Quadrado e Exato de Fischer. O predomínio foi do sexo feminino (1203 / 56%); média etária de 40,6±16,4; brancos (1591/74%); união estável (1290 / 60%); 9 a 12 anos de estudo (784/ 36%); 37% pessoas sem ocupação definida; 44% tinham remuneração entre 2 e 3,9 SM; 38% com renda per capita entre 0,6 a 1 salário mínimo. Para o padrão intestinal normal (1.875/87%; p<,0001), predominância de uma evacuação por dia (1.133/52%; p<0,0001), entre as mulheres (968/52%; p<0,0001); os brancos (1591/85%; p<0,0001), ausência de esforço evacuatório (1956/90%), exonerações de fezes macias (1379/64%), esvaziamento retal completo (1938/90%). Padrão intestinal constipado (261/12,1%), entre mulheres (219/84%), esforço evacuatório (99/41,8%), fezes endurecidas (176/67%); esvaziamento retal incompleto (99/38%). Padrão intestinal diarréico (26/1,2%), sem esforço evacuatório (26/100%) fezes líquidas e amolecidas (5/19%), esvaziamento retal completo (16/61%). A prevalência das doenças anorretais, foi de 53 (2%) abscessos, 22 (1%) fístulas, 81 (3%) fissuras, 20(1%) prolapsos retais, 30 (1%) traumas anais; 229 (11%) doença hemorroidária, 58 (3%) cirurgias anorretais, para todas o predomínio foi feminino. O histórico de parto e ginecológico: 886 (74%) tiveram partos, 709 (73%) com padrão intestinal normal; 432 (49%) entre 31 e 50 anos; 168 (14%) tiveram um parto normal; destas 33 (3%) tiveram laceração anal pós-parto que necessitou de intervenção cirúrgica; porém mantiveram o padrão intestinal normal (25/75%); 109 (9%) fizeram histerectomia (109 /9%), 90 (90%) padrão intestinal normal e menos de um por cento tiveram retocele e quatro (50%) eram constipadas. Os fatores de risco para incontinência anal: 35 (2%) radioterapia pélvica, 133 (6%) diabetes mellitus, 330 (15%) doenças ou distúrbios do sistema nervoso, 291 (13%) lesão na coluna espinhal e 29 (1%) relataram o acidente vascular encefálico (AVE), para todos os fatores houve predomínio do padrão intestinal normal, predomínio feminino para distúrbios do sistema nervoso e AVE. Este estudo permitiu conhecer o hábito intestinal da população geral de uma cidade no norte do Paraná, os fatores de risco para IA que estão expostos, cooperando para a elucidação do tema entre a população, ampliando os conhecimentos daqueles que atuam na área, e colaborando para o desenvolvimento de programas de prevenção ou diagnóstico precoce das doenças intestinaisThe objective of this study was to evaluate the bowel habits and anal incontinence (AI) risk factors in adults living in the urban area of Londrina, PR, Brazil. This population-based, transversal epidemiological study was carried out after being approved by the University of São Paulo Nursing School Ethics Committee. Population sample established from a stratified sampling procedure by a conglomerate constituted of streets taken randomly from 390 county census sectors, included 2162 individuals , 18 years old and over, in adequate physical and mental conditions, who accepted to participate in the study. All residents in the selected streets who met the inclusion criteria established by the study were interviewed, using two instruments: Demographic data and the Bowel function in the community (adapted and validated for the Portuguese language by Domansky and Santos, 2007). Data were submitted to Chi-square and Fischer exact tests. There was a predominance of female subjects (1203/56%); ages 40,6 ± 16,4; white (1591/74%); with a stable relationship (1290/60%), with 9 to 12 years of formal education ( 784/36%), subjects without a defined job (37%) with salaries around 2 to 3,9 / minimum wage (44%) and per capita income between 0,6 to one/minimum wage (38%). As for normal intestinal pattern (1.875/87%; p<0,0001), there was the predominance of one bowel movement per day (1.133/52%; p<0,0001), among women (968/52%; p<0,0001); whites (1591/85%; p<0,0001), absence of defecation strain (1956/90%), soft feces (1379/64%), total rectal emptying (1938/90%). Constipated intestinal pattern (261/12,1%), among women (219/84%), defecation strain (99/41,8%), hard feces (176/67%); incomplete rectal emptying (99/38%). Diarrheic intestinal pattern (26/1,2%), no defecation strain (26/100%) liquid and soft feces (5/19%), total rectal emptying (16/61%). Prevalence of anorectal diseases was 53 (2%) abscesses, 22 (1%) fistules, 81 (3%) fissures, 20(1%) rectal prolapse, 30 (1%) anal traumas; 229 (11%) hemorrhoidal disease 58 (3%) ; anorectal surgeries, mainly among females. Gynecological and delivery history, 886 (74%) had deliveries, 709 (73%) with normal intestinal pattern; 432 (49%) between 31 and 50 years old; 168 (14%) had normal deliveries; 33 (3%) with postpartum laceration that needed surgical intervention; however, they maintained a normal intestinal pattern (25/75%); 109 (9%) had hysterectomy (109 /9%), 90 (90%) normal intestinal pattern and less than one percent had rectocele and four (50%) were constipated. Anal incontinence risk factors, 35 (2%) pelvic radiotherapy, 133 (6%) diabetes mellitus, 330 (15%) nervous systems diseases and dysfunctions, 291 (13%) spinal cord lesion and 29 (1%) reported having had an encephalic vascular stroke. In all factors there was the predominance of the normal intestinal pattern; however, females presented more nervous system dysfunctions and encephalic vascular strokes. This study reports on the bowel habits of a general population in a city in Northern Paraná, and the AI risk factors they are exposed to, bringing more information about the topic to the population and to those who work in the area , helping develop prevention programs or early diagnoses of intestinal diseasesBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSantos, Vera Lucia Conceicao de GouveiaDomansky, Rita de Cássia2009-01-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-23062009-094830/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:09:59Zoai:teses.usp.br:tde-23062009-094830Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:09:59Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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