Desenvolvimento de betalaínas do tipo BODIPY e investigação de Quasibetalaínas análogas ao Ácido Betalâmico
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46136/tde-22052025-094137/ |
Resumo: | Betalaínas são compostos atóxicos e solúveis em água, classificados como betacianinas ou betaxantinas, dependendo de suas estruturas químicas. As betaxantinas fluorescentes encontradas nas flores são adutos de ácido betalâmico com aminas e/ou aminoácidos como a indicaxantina (BtP), derivado de L-prolina. A partir do desenvolvimento de betalaínas pseudo-naturais derivadas de fluoróforos sintéticos como as das classes de cumarinas, foi possível a criação de um sensor fluorescente de marcação celular. Esta Tese de Doutorado apresenta o desenvolvimento de novas betalaínas artificiais derivadas de BODIPYs, a caracterização de suas propriedades estruturais, redox, espectroscópicas e estabilidade hidrolítica, além do seu uso como sensores fluorescentes em estudos de internalização celular. As BODIPYbetalaínas apresentam maior brilho em relação aos seus precursores sintéticos e maior internalização em meio intracelular de células de linhagem LLC-MK2 (epitélio renal de Macaca mulatta) indicando seu potencial para uso como sondas fluorescentes. Além do estudo dessa nova classe de moléculas, foram realizados estudos de elucidação estrutural de ressonância magnética nuclear para o ácido betalâmico, os quais são escassos em literatura. Para isso, além da obtenção do ácido betalâmico (HBt), novas Quasibetalaínas foram semissintetizadas na forma de adutos de Knoevenagel, as quais não contém a porção imínica observada em betalaínas, de modo que a betalaína cunhada por MalonaBeet foi escolhida para os estudos de caracterização estrutural, bem como de estabilidade hidrolítica do sistema 1,2,3,4-tetraidropiperideínico comum a todas as betalaínas. |
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Desenvolvimento de betalaínas do tipo BODIPY e investigação de Quasibetalaínas análogas ao Ácido BetalâmicoDevelopment of BODIPY-betalains and Betalamic Acid analogous Quasibetalains investigationQuasibetalaínasBetalaínasBetalainsBODIPYBODIPYFluorescent probesQuasibetalainsSensores fluorescentesBetalaínas são compostos atóxicos e solúveis em água, classificados como betacianinas ou betaxantinas, dependendo de suas estruturas químicas. As betaxantinas fluorescentes encontradas nas flores são adutos de ácido betalâmico com aminas e/ou aminoácidos como a indicaxantina (BtP), derivado de L-prolina. A partir do desenvolvimento de betalaínas pseudo-naturais derivadas de fluoróforos sintéticos como as das classes de cumarinas, foi possível a criação de um sensor fluorescente de marcação celular. Esta Tese de Doutorado apresenta o desenvolvimento de novas betalaínas artificiais derivadas de BODIPYs, a caracterização de suas propriedades estruturais, redox, espectroscópicas e estabilidade hidrolítica, além do seu uso como sensores fluorescentes em estudos de internalização celular. As BODIPYbetalaínas apresentam maior brilho em relação aos seus precursores sintéticos e maior internalização em meio intracelular de células de linhagem LLC-MK2 (epitélio renal de Macaca mulatta) indicando seu potencial para uso como sondas fluorescentes. Além do estudo dessa nova classe de moléculas, foram realizados estudos de elucidação estrutural de ressonância magnética nuclear para o ácido betalâmico, os quais são escassos em literatura. Para isso, além da obtenção do ácido betalâmico (HBt), novas Quasibetalaínas foram semissintetizadas na forma de adutos de Knoevenagel, as quais não contém a porção imínica observada em betalaínas, de modo que a betalaína cunhada por MalonaBeet foi escolhida para os estudos de caracterização estrutural, bem como de estabilidade hidrolítica do sistema 1,2,3,4-tetraidropiperideínico comum a todas as betalaínas.Betalains are atoxic and water soluble compounds, classified as betacyanins and betaxanthins, depending on its structures. Fluorescent betaxanthins found in flowers are the product of betalamic acid and amines and/or amino acids reaction, such as indicaxanthin (BtP), derivative of L-proline. From the development of pseudo-natural betalains derived from synthetic fluorophores such as coumarins, it was possible to create a fluorescent probe used in intracellular detection. This doctoral thesis presents the development of novel artificial betalains derived from BODIPYs, their structural, redox and spectroscopic characterization and their hydrolytic stability, besides their use as fluorescent probes in intracellular internalization studies. The BODIPY-betalains presented increased brightness when compared to its synthetic precursors and enhanced internalization in in vitro studies in the LLC-MK2 cell line (Macaca mulatta kidney epithelial cells) stating their promising use as fluorescent probes. In addition to the studies of this novel molecule class, structural elucidation through nuclear magnetic resonance (NMR) of betalamic acid, which are scarcely dated, were also carried out. To do so, besides obtaining the HBt, new Quasibetalains were semisynthetized as Knoevenagel adducts, which do not contain the imine portion observed in betalains, in which a new betalain named as MalonaBeet was chosen to be structurally studied and having its 1,2,3,4-tetrahydropiperideinic portion studied under hydrolysis conditionsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBastos, Erick LeiteCavalcante, Victor Fernandes2024-06-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46136/tde-22052025-094137/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-18T20:31:02Zoai:teses.usp.br:tde-22052025-094137Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-18T20:31:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Betalaínas são compostos atóxicos e solúveis em água, classificados como betacianinas ou betaxantinas, dependendo de suas estruturas químicas. As betaxantinas fluorescentes encontradas nas flores são adutos de ácido betalâmico com aminas e/ou aminoácidos como a indicaxantina (BtP), derivado de L-prolina. A partir do desenvolvimento de betalaínas pseudo-naturais derivadas de fluoróforos sintéticos como as das classes de cumarinas, foi possível a criação de um sensor fluorescente de marcação celular. Esta Tese de Doutorado apresenta o desenvolvimento de novas betalaínas artificiais derivadas de BODIPYs, a caracterização de suas propriedades estruturais, redox, espectroscópicas e estabilidade hidrolítica, além do seu uso como sensores fluorescentes em estudos de internalização celular. As BODIPYbetalaínas apresentam maior brilho em relação aos seus precursores sintéticos e maior internalização em meio intracelular de células de linhagem LLC-MK2 (epitélio renal de Macaca mulatta) indicando seu potencial para uso como sondas fluorescentes. Além do estudo dessa nova classe de moléculas, foram realizados estudos de elucidação estrutural de ressonância magnética nuclear para o ácido betalâmico, os quais são escassos em literatura. Para isso, além da obtenção do ácido betalâmico (HBt), novas Quasibetalaínas foram semissintetizadas na forma de adutos de Knoevenagel, as quais não contém a porção imínica observada em betalaínas, de modo que a betalaína cunhada por MalonaBeet foi escolhida para os estudos de caracterização estrutural, bem como de estabilidade hidrolítica do sistema 1,2,3,4-tetraidropiperideínico comum a todas as betalaínas. |
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