Desigualdades raciais na mortalidade infantil e na mortalidade na infância: estudo de tendência temporal nas cinco regiões brasileiras de 2010 a 2019

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Teixeira, João Alexandre Mendes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-24032026-154954/
Resumo: Introdução: A despeito da notável queda na taxa de mortalidade infantil, nas últimas décadas no Brasil, o país se mantém como um dos maiores em desigualdades na saúde, educação, trabalho e justiça, marcado, entre outros aspectos, pela discriminação racial como causa direta das desvantagens sociais. No âmbito da saúde, as desigualdades raciais têm sido pouco estudadas. A incorporação da variável raça/cor da pele nos sistemas brasileiros de informação é uma conquista dos movimentos sociais e uma oportunidade para questionar o imaginário da igualdade racial no país. Desde 2007, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) tem como propósito viabilizar a saúde integral, priorizando a redução das desigualdades raciais, o combate ao racismo e à discriminação nas instituições e serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Embora a avaliação do impacto das políticas de saúde, em geral, e da PNSIPN, em particular, ainda represente um grande desafio, a concepção de mortes evitáveis pode ser uma ferramenta poderosa para medir e orientar a efetividade dessas políticas públicas direcionadas especialmente à saúde da criança. Objetivo: Avaliar a distribuição racial dos óbitos evitáveis em menores de 5 anos e de 1 ano, no Brasil, no período de 2010 a 2019. Método: estudo ecológico, descritivo com o uso de bancos de dados secundários: Sistemas de Informações em Saúde (SIS), Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc). Foram considerados todos os óbitos de crianças menores de cinco anos. Para análise dos dados, as variações percentuais anuais (VPA) das taxas de mortalidade infantil e das taxas de mortalidade na infância por causas evitáveis segundo a raça/cor foram analisadas pelo método de pontos de inflexão para a análise temporal por meio da modelagem de joinpoint, usando como variável independente do tempo em anos. Resultados: A taxa de mortalidade infantil por causas evitáveis no período estudado foi de 12,89 em 2010 e 11,77 óbitos/1000 Nascidos Vivos (NV) em 2019. Apresentou considerável redução de 22,19 óbitos para 5 óbitos/1000 NV entre os pesquisados de raça/cor preta; indígena de 32,54 para 27,53 óbitos/1000 NV. Por outro lado, na raça/cor branca houve aumento da taxa passando de 12,83 para 14,27 óbitos/1000 NV. Já para a taxa de mortalidade na infância por causas evitáveis, observou-se uma redução de 15,26 óbitos em 2010, para 13,78 óbitos/ 1.000 NV em 2019. Entre os pesquisados na infância e de raça/cor da pele preta, houve a maior redução na taxa de mortalidade, passando de 28,29 para 6,31 óbitos/1000 NV em 2019; para os indígenas, a taxa de mortalidade passou de 47,77 em 2010 para 35,60 óbitos/1.000 NV em 2019 quando comparada às outras raças/cores analisadas, ao passo que, se observada individualmente, a raça/cor indígena vem mantendo relativa estabilidade desde 2017, porém em níveis muito elevados. Em relação aos de raça/cor da pele branca, houve aumento na taxa, passando de 15,04 óbitos em 2010 para 16,84 óbitos/1000 NV em 2019. Conclusão: O estudo destaca a urgência de monitorar as desigualdades raciais na saúde, especialmente entre as populações indígenas e negras, e a necessidade de implementar políticas públicas eficazes para promover a equidade racial, visando reduzir significativamente os óbitos.
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spelling Desigualdades raciais na mortalidade infantil e na mortalidade na infância: estudo de tendência temporal nas cinco regiões brasileiras de 2010 a 2019Racial inequities in infant and childhood mortality: a time trend analysis across brazils five regions, 20102019Avoidable deathsDesigualdade racial em saúdeInfant mortalityMortalidadeMortalidade infantilMortalityÓbitos evitáveisRaça/cor da peleRace/skin colorRacial health disparitiesIntrodução: A despeito da notável queda na taxa de mortalidade infantil, nas últimas décadas no Brasil, o país se mantém como um dos maiores em desigualdades na saúde, educação, trabalho e justiça, marcado, entre outros aspectos, pela discriminação racial como causa direta das desvantagens sociais. No âmbito da saúde, as desigualdades raciais têm sido pouco estudadas. A incorporação da variável raça/cor da pele nos sistemas brasileiros de informação é uma conquista dos movimentos sociais e uma oportunidade para questionar o imaginário da igualdade racial no país. Desde 2007, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) tem como propósito viabilizar a saúde integral, priorizando a redução das desigualdades raciais, o combate ao racismo e à discriminação nas instituições e serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Embora a avaliação do impacto das políticas de saúde, em geral, e da PNSIPN, em particular, ainda represente um grande desafio, a concepção de mortes evitáveis pode ser uma ferramenta poderosa para medir e orientar a efetividade dessas políticas públicas direcionadas especialmente à saúde da criança. Objetivo: Avaliar a distribuição racial dos óbitos evitáveis em menores de 5 anos e de 1 ano, no Brasil, no período de 2010 a 2019. Método: estudo ecológico, descritivo com o uso de bancos de dados secundários: Sistemas de Informações em Saúde (SIS), Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc). Foram considerados todos os óbitos de crianças menores de cinco anos. Para análise dos dados, as variações percentuais anuais (VPA) das taxas de mortalidade infantil e das taxas de mortalidade na infância por causas evitáveis segundo a raça/cor foram analisadas pelo método de pontos de inflexão para a análise temporal por meio da modelagem de joinpoint, usando como variável independente do tempo em anos. Resultados: A taxa de mortalidade infantil por causas evitáveis no período estudado foi de 12,89 em 2010 e 11,77 óbitos/1000 Nascidos Vivos (NV) em 2019. Apresentou considerável redução de 22,19 óbitos para 5 óbitos/1000 NV entre os pesquisados de raça/cor preta; indígena de 32,54 para 27,53 óbitos/1000 NV. Por outro lado, na raça/cor branca houve aumento da taxa passando de 12,83 para 14,27 óbitos/1000 NV. Já para a taxa de mortalidade na infância por causas evitáveis, observou-se uma redução de 15,26 óbitos em 2010, para 13,78 óbitos/ 1.000 NV em 2019. Entre os pesquisados na infância e de raça/cor da pele preta, houve a maior redução na taxa de mortalidade, passando de 28,29 para 6,31 óbitos/1000 NV em 2019; para os indígenas, a taxa de mortalidade passou de 47,77 em 2010 para 35,60 óbitos/1.000 NV em 2019 quando comparada às outras raças/cores analisadas, ao passo que, se observada individualmente, a raça/cor indígena vem mantendo relativa estabilidade desde 2017, porém em níveis muito elevados. Em relação aos de raça/cor da pele branca, houve aumento na taxa, passando de 15,04 óbitos em 2010 para 16,84 óbitos/1000 NV em 2019. Conclusão: O estudo destaca a urgência de monitorar as desigualdades raciais na saúde, especialmente entre as populações indígenas e negras, e a necessidade de implementar políticas públicas eficazes para promover a equidade racial, visando reduzir significativamente os óbitos.Introduction: Despite a significant decline in infant mortality rates over recent decades in Brazil, the country continues to rank among the most unequal globally in terms of health, education, employment, and justice. Racial discrimination remains a key structural determinant of social disadvantage. In the health domain, racial disparities have been insufficiently explored. The inclusion of race/skin color as a variable in Brazilian health information systems is both a victory of social movements and an opportunity to challenge the longstanding myth of racial equality in the country. Since 2007, the National Policy for Comprehensive Health of the Black Population (PNSIPN) has aimed to ensure comprehensive care while prioritizing the reduction of racial health disparities and combating institutional racism within Brazils Unified Health System (SUS). Although evaluating the impact of public health policies, particularly the PNSIPN, remains a challenge, the concept of avoidable mortality offers a powerful tool for assessing the effectiveness of these policies, especially those directed at child health. Objective: To analyze the racial distribution of avoidable deaths in children under five and under one year of age in Brazil from 2010 to 2019. Method: This ecological, descriptive study utilized secondary databases from Brazilian Health Information Systems (SIS), including the Mortality Information System (SIM) and the Live Births Information System (Sinasc). All deaths of children under the age of five were included. Temporal trends in infant and childhood mortality rates due to avoidable causes were analyzed by race/skin color using annual percentage changes (APC), calculated through joinpoint regression modeling with year as the independent variable. Results: The infant mortality rate due to avoidable causes decreased from 12.89 per 1,000 live births in 2010 to 11.77 in 2019. A marked reduction was observed among Black childrenfrom 22.19 to 5 deaths per 1,000 live birthsand among Indigenous children, from 32.54 to 27.53. In contrast, the mortality rate among White children increased from 12.83 to 14.27 per 1,000 live births. Childhood mortality from avoidable causes also declined from 15.26 per 1,000 in 2010 to 13.78 in 2019. The most substantial reduction occurred among Black children, whose mortality rate dropped from 28.29 to 6.31 per 1,000 live births. Among Indigenous children, the rate declined from 47.77 to 35.60, though it remained the highest across all racial groups. Notably, since 2017, Indigenous mortality rates have shown relative stability at critically high levels. Among White children, mortality increased from 15.04 in 2010 to 16.84 per 1,000 in 2019. Conclusion: The findings underscore the urgent need to systematically monitor racial health disparitiesparticularly among Indigenous and Black populationsand to implement effective public policies aimed at promoting racial equity and substantially reducing preventable child deaths.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLuiz, Olinda do CarmoTeixeira, João Alexandre Mendes2025-11-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-24032026-154954/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-24T19:55:02Zoai:teses.usp.br:tde-24032026-154954Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-24T19:55:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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