Estudos de agregação em monoetanolamina por tenciometria

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1984
Autor(a) principal: Plepis, Ana Maria de Guzzi
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/54/54133/tde-17122025-160205/
Resumo: O objetivo desta dissertação foi o de determinar a existência de fenômenos de agregação em soluções aquosas de Monoetanolamina e determinar suas constantes de agregação. Este trabalho inicia com um estudo monográfico da Monoetanolamina e uma rápida revisão da literatura sobre estudos de agregação da mesma, incluindo ainda considerações teóricas sobre a formação de agregados em solução. Foi feita também uma rápida apreciação sobre os métodos de cálculo de constantes de estabilidade. A determinação das constantes foi feita potenciometricamente, em força iônica 0,200 M mantida com KCl à 25,00 ± 0,01°C. A calibração inicial do eletrodo de vidro foi feita com uma solução de ácido clorídrico 0,010 M e cloreto de potássio 0,190 M, com a qual um pH condicional 2 foi obtido. Este processo permite determinar diretamente a concentração de ácido livre nas soluções, após colocá-las na presença de eletrólito suporte de modo a manter a mesma atmosfera iônica da solução calibradora. Para melhores resultados o pH foi ligeiramente corrigido para a resposta não nernstiniana do eletrodo de vidro. A equação de Leden, geralmente usada para elucidar a formação de complexos com íons metálicos como centro de coordenação foi utilizada para interpretar os dados potenciométricos em termos da associação molecular do soluto. Nossos resultados mostram que a Monoetanolamina forma dímeros e trímeros em solução aquosa mesmo nas menores concentrações medidas. Há evidências de outras formas em soluções mais concentradas, que serão posteriormente estudadas. As constantes de agregação, obtidas à força iônica constante 0,200 M e 25,0 ± 0,1°C foram: K12 = 9,18.102 M-1 e K13 = 9,3 M-1.
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