Carvedilol como monoterapia para insuficiência cardíaca com fração de ejeção melhorada: estudo clínico aberto randomizado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Belfort, Deborah de Sá Pereira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-11092025-112013/
Resumo: Introdução: O manejo dos pacientes com Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção melhorada (ICFEm) é incerto na literatura. A suspensão do tratamento padrão para insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) nos pacientes com ICFEm mostrou alta taxa de recorrência de insuficiência cardíaca (IC), mas a segurança de suspensão parcial das medicações mantendo monoterapia com betabloqueador ainda não foi estudada. Objetivo: Avaliar efeito da suspensão sequencial dos inibidores do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) mantendo carvedilol em dose otimizada em pacientes com ICFEm. Metodologia: Realizamos um estudo randomizado aberto controlado, incluindo pacientes com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) prévia 40% e FEVE atual 50%, com NT-proBNP<250pg/mL e ausência de sintomas de IC, em uso de carvedilol em dose otimizada, associado a inibidor da enzima conversora de angiotensina ou bloqueador do receptor da angiotensina II, com ou sem espironolactona e/ou furosemida. Os pacientes foram randomizados em dois grupos: o controle, no qual o tratamento para ICFEr era mantido, e o intervenção, no qual diuréticos e inibidores do SRAA eram suspensos de forma sequencial, mantendo carvedilol. O desfecho primário foi recorrência da disfunção ventricular em 24 semanas, definido como um ou mais dos seguintes critérios: queda da FEVE em mais de 10% para <50%, aumento do volume diastólico final do ventrículo esquerdo indexado (VDFVEi) em >10% para acima do limite superior da normalidade, aumento do NT-proBNP 100% para >400pg/mL ou sintomas de IC. Se houvesse desfecho primário, o tratamento suspenso era restabelecido. Resultados: Foram randomizados 60 pacientes 1:1 de maio de 2022 a fevereiro de 2023. A idade mediana dos pacientes foi 55 anos (p=0,19) e 53,3% era do sexo masculino (p=,.6). A etiologia mais comum foi miocardiopatia dilatada idiopática, correspondendo a 58,3% dos casos (p=0,39), a FEVE mediana na randomização era 59% (p=0,5) e o NT-proBNP mediano foi 83,5 pg/mL (p=0,66). Houve perda de seguimento de 4 pacientes no grupo controle e 3 no grupo intervenção. O desfecho primário ocorreu em 1 paciente (3,3%) do grupo controle e 3 pacientes (10%) do grupo intervenção (OR 3,12, IC 95% 0,22-170,5, p=0,32). Os 4 pacientes tiveram aumento do NT-proBNP, enquanto o aumento do VDFVEi ocorreu em 3,3% dos pacientes do grupo intervenção e nenhum paciente teve queda da FEVE ou sintomas de IC. Após reinício das medicações, os pacientes do grupo intervenção que preencheram desfecho primário tiveram redução do NT-proBNP e do VDFVEi. Não houve morte, hospitalizações ou arritmias. Em 52 semanas, no total 4 pacientes do grupo intervenção (14,8%) e 4 pacientes do grupo controle (15,4%) apresentaram recorrência da disfunção ventricular pelos critérios do desfecho primário (OR 0,96, IC 95% 0,15-5,8, p=0,95). Conclusão: neste estudo piloto, a retirada das medicações para ICFEr mantendo carvedilol em doses otimizadas não se associou a aumento da recorrência de disfunção ventricular em 24 e 52 semanas. Esses achados suportam a condução estudos adicionais para avaliar não inferioridade dessa estratégia
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Objetivo: Avaliar efeito da suspensão sequencial dos inibidores do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) mantendo carvedilol em dose otimizada em pacientes com ICFEm. Metodologia: Realizamos um estudo randomizado aberto controlado, incluindo pacientes com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) prévia 40% e FEVE atual 50%, com NT-proBNP<250pg/mL e ausência de sintomas de IC, em uso de carvedilol em dose otimizada, associado a inibidor da enzima conversora de angiotensina ou bloqueador do receptor da angiotensina II, com ou sem espironolactona e/ou furosemida. Os pacientes foram randomizados em dois grupos: o controle, no qual o tratamento para ICFEr era mantido, e o intervenção, no qual diuréticos e inibidores do SRAA eram suspensos de forma sequencial, mantendo carvedilol. O desfecho primário foi recorrência da disfunção ventricular em 24 semanas, definido como um ou mais dos seguintes critérios: queda da FEVE em mais de 10% para <50%, aumento do volume diastólico final do ventrículo esquerdo indexado (VDFVEi) em >10% para acima do limite superior da normalidade, aumento do NT-proBNP 100% para >400pg/mL ou sintomas de IC. Se houvesse desfecho primário, o tratamento suspenso era restabelecido. Resultados: Foram randomizados 60 pacientes 1:1 de maio de 2022 a fevereiro de 2023. A idade mediana dos pacientes foi 55 anos (p=0,19) e 53,3% era do sexo masculino (p=,.6). A etiologia mais comum foi miocardiopatia dilatada idiopática, correspondendo a 58,3% dos casos (p=0,39), a FEVE mediana na randomização era 59% (p=0,5) e o NT-proBNP mediano foi 83,5 pg/mL (p=0,66). Houve perda de seguimento de 4 pacientes no grupo controle e 3 no grupo intervenção. O desfecho primário ocorreu em 1 paciente (3,3%) do grupo controle e 3 pacientes (10%) do grupo intervenção (OR 3,12, IC 95% 0,22-170,5, p=0,32). Os 4 pacientes tiveram aumento do NT-proBNP, enquanto o aumento do VDFVEi ocorreu em 3,3% dos pacientes do grupo intervenção e nenhum paciente teve queda da FEVE ou sintomas de IC. Após reinício das medicações, os pacientes do grupo intervenção que preencheram desfecho primário tiveram redução do NT-proBNP e do VDFVEi. Não houve morte, hospitalizações ou arritmias. Em 52 semanas, no total 4 pacientes do grupo intervenção (14,8%) e 4 pacientes do grupo controle (15,4%) apresentaram recorrência da disfunção ventricular pelos critérios do desfecho primário (OR 0,96, IC 95% 0,15-5,8, p=0,95). Conclusão: neste estudo piloto, a retirada das medicações para ICFEr mantendo carvedilol em doses otimizadas não se associou a aumento da recorrência de disfunção ventricular em 24 e 52 semanas. Esses achados suportam a condução estudos adicionais para avaliar não inferioridade dessa estratégiaIntroduction: Optimal management of medical therapy for heart failure with improved ejection fraction (HFimpEF) remains uncertain in literature. Complete withdrawal of medical therapy for heart failure with reduced ejection fraction (HFrEF) after full recovery has been shown to be ineffective in preventing the relapse of dilated cardiomyopathy. However, the safety of partial withdrawal of medications while maintaining beta-blockers in this scenario remains unknown. Objective: This study aims to evaluate the safety of sequentially withdrawing HFrEF therapy while maintaining carvedilol in preventing the relapse of ventricular dysfunction in patients with HFimpEF. Methods. We conducted an open-label, pilot, randomized clinical trial including patients with previous left ventricular ejection fraction (LVEF) 40% and a current LVEF 50%, in the absence of heart failure (HF) symptoms, with NT-proBNP<250pg/mL, and in carvedilol use in optimal or maximum tolerated doses plus Angiotensin-Converting Enzyme Inhibitors (ACEi) or Angiotensin II receptor blockers (ARBs), with or without spironolactone or furosemide. Patients were randomly assigned to a control group, in which all medications were maintained, or an intervention group, who underwent a stepwise withdrawal of diuretics and reninangiotensin- aldosterone system inhibitors while maintaining carvedilol. Primary endpoint was a relapse of ventricular dysfunction in 24 weeks, defined by one or more of the following criteria: reduction in LVEF by more than 10% and to less than 50%, increase in LV end diastolic volume indexed to body surface area (LVEDVi) by more than 10% and to higher-than-normal range, 100% rise in NT-proBNP concentration to more than 400 ng/mL, or clinical evidence of heart failure. If primary endpoint was met, previous treatment was re-established. Results. Between May 2022 and February 2023, 60 patients were enrolled and randomized 1:1. Baseline median age was 55 years (p=0.19), 53.3% were male (p=0.6), baseline LVEF was 59% (p=0.5), the most common etiology for heart failure was idiopathic dilated cardiomyopathy in 58.3% (p=0.39) and median NTproBNP was 83.5 pg/mL (0.66). Four patients in control group and 3 patients in intervention group were lost to follow-up. Primary endpoint occurred in 3.3% of the control group and 10% of the intervention group (OR 3.12, CI 95% 0.22-170.5, p=0.32). All patients who met primary endpoint presented a NT-proBNP rise, 3.3% in the intervention group presented an increase in LVEDVi and no patients presented a drop in LVEF or HF symptoms. After re-initiating HFrEF medications, the patients in intervention group who met primary endpoint presented a decrease in NT-proBNP and LVEDVi returned to baseline value. There were no hospitalizations, deaths or arrhythmias. At 52-week followup, in total 4 patients (14.8%) in the intervention group and 4 patients (15.4%) in the control group experienced recurrence of ventricular dysfunction (OR 0.96, CI 95% 0.15-5.8, p=0.95). Conclusion. withdrawal of pharmacological treatment maintaining carvedilol in optimized doses was feasible in patients with HFimpEF at 24 and 52 weeks. These results support the rationale for conducting additional trials to assess the non-inferiority of this strategy compared to usual treatmentBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFerreira, Silvia Moreira AyubBelfort, Deborah de Sá Pereira2025-02-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-11092025-112013/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-15T15:38:02Zoai:teses.usp.br:tde-11092025-112013Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-15T15:38:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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