Trajetória e impacto dos sintomas persistentes da COVID-19 na perda funcional, quedas e uso do sistema de saúde após a alta hospitalar em adultos com 50 anos ou mais: um estudo de coorte prospectivo
| Ano de defesa: | 2025 |
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Resumo: | Introdução: A hospitalização por doenças agudas pode representar um ponto de inflexão na trajetória de saúde de pessoas idosas, frequentemente associando-se ao surgimento de sintomas persistentes e à perda funcional. A COVID-19 afetou de forma desproporcional essa população, mas os efeitos de longo prazo desses sintomas seguem pouco explorados, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade. A maioria dos estudos concentra-se em mortalidade ou desfechos biomédicos específicos, negligenciando indicadores centrados no paciente, como novas incapacidades, quedas e uso não planejado de serviços de saúde. Objetivos: Descrever a trajetória dos sintomas persistentes em pacientes hospitalizados por COVID-19, identificar seus preditores e examinar sua associação com desfechos centrados no paciente, incluindo declínio funcional, quedas, idas ao pronto-socorro (PS) e reinternações hospitalares durante o ano subsequente à alta hospitalar. Métodos: Foram incluídos pacientes com 50 anos ou mais que sobreviveram à hospitalização por COVID-19 entre março e dezembro de 2020, no âmbito da coorte prospectiva CO-FRAIL. Sintomas persistentes foram definidos como aqueles relatados na admissão e presentes de forma contínua nos acompanhamentos telefônicos realizados aos 1, 3, 6, 9 e 12 meses após a alta, abrangendo 16 sintomas. Os desfechos incluíram declínio funcional em atividades básicas da vida diária (ABVD), mobilidade, atividades instrumentais da vida diária (AIVD), número de quedas, idas ao PS e reinternações. Regressão logística foi utilizada para identificar preditores da persistência sintomática. Modelos de regressão binomial negativa com efeitos mistos foram aplicados para avaliar as associações com os desfechos, ajustados por fatores sociodemográficos, clínicos, relacionados à hospitalização e à reabilitação pós-alta. Resultados: Entre os 1.019 pacientes incluídos (idade média = 65±10 anos; 45% mulheres; 62% brancos), 324 (32%) apresentaram sintomas persistentes ao longo do ano. Os mais frequentes foram fadiga (28%), mialgia (19%) e dispneia (13%). Sexo feminino, maior índice de massa corporal, admissão em unidade de terapia intensiva e internação prolongada foram preditores independentes. A presença de dois ou mais sintomas associou-se a maior risco de declínio funcional em mobilidade (razão de taxas de incidência [IRR] = 2,11; intervalo de confiança de 95% [IC95%]: 1,502,96), nas AIVD (RR = 2,00; IC95%: 1,442,79), no número de quedas (RR = 2,56; IC95%: 1,145,75) e nas idas ao PS (RR = 2,69; IC95%: 1,275,70), mas não com reinternações, quando comparados aos assintomáticos. Entre mulheres, 1 sintoma persistente associou-se a risco duas vezes maior de declínio em ABVD. Um ano após a alta, pacientes com 2 sintomas desenvolveram 1,27 novas incapacidades (3,26 vs. 1,99 em uma escala funcional de 15 pontos) e apresentaram 31 eventos não planejados a mais por 100 pessoas-ano (54 vs. 23), em comparação aos assintomáticos. Conclusão: Sintomas persistentes após hospitalização por COVID-19 são comuns e estão associados ao declínio funcional, quedas e uso não planejado de serviços de saúde. Avaliar a carga sintomática pode apoiar a estratificação de risco e o planejamento do cuidado pós-alta, uma abordagem que merece ser explorada também em outras condições clínicas agudas em pessoas idosas. |
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Trajetória e impacto dos sintomas persistentes da COVID-19 na perda funcional, quedas e uso do sistema de saúde após a alta hospitalar em adultos com 50 anos ou mais: um estudo de coorte prospectivoTrajectory and impact of persistent COVID-19 symptoms on functional decline, falls, and healthcare utilization after hospital discharge in adults aged 50 years and older: a prospective cohort studyCapacidade funcionalCOVID longaCOVID-19COVID-19Emergency department visitsFallsFunctional statusHospitalizaçãoHospitalizationLong COVIDPersistent symptomsQuedasSintomas persistentesVisitas ao pronto-socorroIntrodução: A hospitalização por doenças agudas pode representar um ponto de inflexão na trajetória de saúde de pessoas idosas, frequentemente associando-se ao surgimento de sintomas persistentes e à perda funcional. A COVID-19 afetou de forma desproporcional essa população, mas os efeitos de longo prazo desses sintomas seguem pouco explorados, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade. A maioria dos estudos concentra-se em mortalidade ou desfechos biomédicos específicos, negligenciando indicadores centrados no paciente, como novas incapacidades, quedas e uso não planejado de serviços de saúde. Objetivos: Descrever a trajetória dos sintomas persistentes em pacientes hospitalizados por COVID-19, identificar seus preditores e examinar sua associação com desfechos centrados no paciente, incluindo declínio funcional, quedas, idas ao pronto-socorro (PS) e reinternações hospitalares durante o ano subsequente à alta hospitalar. Métodos: Foram incluídos pacientes com 50 anos ou mais que sobreviveram à hospitalização por COVID-19 entre março e dezembro de 2020, no âmbito da coorte prospectiva CO-FRAIL. Sintomas persistentes foram definidos como aqueles relatados na admissão e presentes de forma contínua nos acompanhamentos telefônicos realizados aos 1, 3, 6, 9 e 12 meses após a alta, abrangendo 16 sintomas. Os desfechos incluíram declínio funcional em atividades básicas da vida diária (ABVD), mobilidade, atividades instrumentais da vida diária (AIVD), número de quedas, idas ao PS e reinternações. Regressão logística foi utilizada para identificar preditores da persistência sintomática. Modelos de regressão binomial negativa com efeitos mistos foram aplicados para avaliar as associações com os desfechos, ajustados por fatores sociodemográficos, clínicos, relacionados à hospitalização e à reabilitação pós-alta. Resultados: Entre os 1.019 pacientes incluídos (idade média = 65±10 anos; 45% mulheres; 62% brancos), 324 (32%) apresentaram sintomas persistentes ao longo do ano. Os mais frequentes foram fadiga (28%), mialgia (19%) e dispneia (13%). Sexo feminino, maior índice de massa corporal, admissão em unidade de terapia intensiva e internação prolongada foram preditores independentes. A presença de dois ou mais sintomas associou-se a maior risco de declínio funcional em mobilidade (razão de taxas de incidência [IRR] = 2,11; intervalo de confiança de 95% [IC95%]: 1,502,96), nas AIVD (RR = 2,00; IC95%: 1,442,79), no número de quedas (RR = 2,56; IC95%: 1,145,75) e nas idas ao PS (RR = 2,69; IC95%: 1,275,70), mas não com reinternações, quando comparados aos assintomáticos. Entre mulheres, 1 sintoma persistente associou-se a risco duas vezes maior de declínio em ABVD. Um ano após a alta, pacientes com 2 sintomas desenvolveram 1,27 novas incapacidades (3,26 vs. 1,99 em uma escala funcional de 15 pontos) e apresentaram 31 eventos não planejados a mais por 100 pessoas-ano (54 vs. 23), em comparação aos assintomáticos. Conclusão: Sintomas persistentes após hospitalização por COVID-19 são comuns e estão associados ao declínio funcional, quedas e uso não planejado de serviços de saúde. Avaliar a carga sintomática pode apoiar a estratificação de risco e o planejamento do cuidado pós-alta, uma abordagem que merece ser explorada também em outras condições clínicas agudas em pessoas idosas.Introduction: Hospitalization due to acute illnesses may represent a turning point in the health trajectory of older adults, often associated with the onset of persistent symptoms and functional decline. COVID-19 disproportionately affected this population, but the long-term effects of persistent symptoms remain poorly understood, particularly in contexts of greater vulnerability. Most studies have focused on mortality or specific biomedical outcomes, often neglecting patient-centered indicators such as new disabilities, falls, and unplanned healthcare use. Objectives: To describe the trajectory of persistent symptoms in patients hospitalized for COVID-19, identify their predictors, and examine their association with patient-centered outcomes, including functional decline, falls, emergency department (ED) visits, and hospital readmissions during the year following discharge. Methods: We included patients aged 50 years or older who survived hospitalization for COVID-19 between March and December 2020, within the framework of the prospective CO-FRAIL cohort. Persistent symptoms were defined as those reported at admission and continuously present across follow-up telephone assessments conducted at 1, 3, 6, 9, and 12 months post-discharge, encompassing 16 symptom types. Outcomes included decline in basic activities of daily living (ADL), mobility, instrumental activities of daily living (IADL), number of falls, ED visits, and hospital readmissions. Logistic regression was used to identify predictors of persistent symptoms. Negative binomial regression models with mixed effects were applied to assess associations with outcomes, adjusted for sociodemographic, clinical, hospitalization-related, and post-discharge rehabilitation factors. Results: Among 1,019 patients included (mean age = 65±10 years; 45% women; 62% White), 324 (32%) reported persistent symptoms over the year. The most common were fatigue (28%), myalgia (19%), and dyspnea (13%). Female sex, higher body mass index, intensive care unit admission, and longer hospital stay were independent predictors. The presence of two or more persistent symptoms was associated with increased risk of functional decline in mobility (incidence rate ratio [IRR] = 2.11; 95% confidence interval [CI]: 1.502.96), IADL (IRR = 2.00; 95%CI: 1.442.79), number of falls (IRR = 2.56; 95%CI: 1.145.75), and ED visits (IRR = 2.69; 95%CI: 1.275.70), but not with hospital readmissions, compared to asymptomatic participants. Among women, having 1 persistent symptom was associated with a twofold higher risk of ADL decline. One year after discharge, patients with 2 persistent symptoms developed 1.27 more new disabilities (3.26 vs. 1.99 on a 15-point functional scale) and experienced 31 additional unplanned events per 100 person-years (54 vs. 23), compared to those without persistent symptoms. Conclusion: Persistent symptoms following COVID-19 hospitalization are common and associated with functional decline, falls, and increased unplanned healthcare use. Attention to symptom burden may support risk stratification and guide post-discharge care planninga strategy that could also be applicable to other acute clinical conditions in older adults.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAliberti, Márlon Juliano RomeroDias, Murilo Bacchini2025-09-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5169/tde-04022026-130938/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-05T13:33:02Zoai:teses.usp.br:tde-04022026-130938Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-05T13:33:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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