Responsabilidade do Compliance Officer em casos de corrupção e a relevância penal da omissão

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Hasse, Carolina Alencar Marchesano
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Faculdade de Direito
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2136/tde-05072024-124321/
Resumo: Esta dissertação de mestrado é fruto de pesquisa interdisciplinar realizada nas áreas de Direito Penal Econômico e Compliance, tendo como objeto central a delimitação dos pressupostos jurídico-penais legitimadores da responsabilidade penal oriunda da prática de corrupção ativa a título de omissão imprópria por parte de Compliance Officers, na figura de agentes encarregados de cumprimento de deveres em empresas estruturalmente complexas e hierarquizadas, cujas atividades cotidianas estão constantemente passíveis de divisão e delegação. A pesquisa visa a traçar os contornos da intervenção punitiva estatal no contexto corporativo e o ônus do instituto do Compliance como instrumento de conscientização, prevenção e limitação da responsabilidade penal subjetiva. Para tanto, inicia-se com exposições acerca do fenômeno do Compliance, suas peculiaridades e relação com o Direito Penal Econômico na sociedade de risco, principalmente em face da visível quebra das categorias básicas da Teoria do Delito do Direito Penal clássico, ensejando predominância de crimes culposos, de perigo e omissivos impróprios na seara empresarial. Analisar-se-á o Compliance como mecanismo de verificação de potencial defeito organizacional de empresa, bem como a função das políticas corporativas colaborativas em uma era de punitivismo exagerado e de discursos de cerceamento à corrupção a qualquer custo. Havendo a demonstração da atual relação entre Compliance e corrupção no âmbito do Direito Penal Econômico, passar-se-á ao estudo da corrupção como ilícito penal, civil e administrativo, levando-se em conta tanto a evolução do sistema anticorrupção internacional quanto o contexto no Brasil, com foco na Lei Anticorrupção e nos crimes de corrupção ativa e passiva do Código Penal. Por fim, compreender-se-á a omissão penalmente relevante no cenário da corrupção corporativa, considerando os pressupostos da tipicidade no Brasil e seus impactos nos critérios de imputação penal individual para crimes omissivos impróprios. Serão abordadas, nessa parte, as premissas conceituais pertinentes à omissão no Direito Penal, especialmente aquelas relativas a crimes omissivos impróprios, como situação típica, resultado, dever de agir e dever de vigilância. Trata-se do momento a partir do qual refletir-se-á acerca de eventual posição de garantidor do Compliance Officer por corrupção ativa possivelmente cometida durante a execução de suas atividades na empresa, de acordo com circunstâncias de concentração e delegação de deveres de agir e de vigilância. Após estudada a posição de garantidor, verificar-se-á a necessidade ou não de reporte do Compliance Officer às autoridades competentes quando da constatação ou mesmo suspeita da prática de corrupção na empresa. Com a investigação e estudos percorridos durante o trabalho, esta dissertação trará entendimentos finais e conclusões acerca do tema, propondo-se elementos jurídicos a fim de se evitar a responsabilidade penal objetiva de Compliance Officers por corrupção pela via da omissão imprópria. A Governança Corporativa e o Compliance serão compreendidos como institutos aptos ao auxílio à prevenção de responsabilidade penal por omissão imprópria de Compliance Officers, assimilando-se o Compliance como melhor instrumento para proporcionar transparência às autoridades competentes, bem como para orientar a alta administração, os Compliance Officers e demais colaboradores de empresas no que tange às melhores práticas de gestão do risco de corrupção.
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A pesquisa visa a traçar os contornos da intervenção punitiva estatal no contexto corporativo e o ônus do instituto do Compliance como instrumento de conscientização, prevenção e limitação da responsabilidade penal subjetiva. Para tanto, inicia-se com exposições acerca do fenômeno do Compliance, suas peculiaridades e relação com o Direito Penal Econômico na sociedade de risco, principalmente em face da visível quebra das categorias básicas da Teoria do Delito do Direito Penal clássico, ensejando predominância de crimes culposos, de perigo e omissivos impróprios na seara empresarial. Analisar-se-á o Compliance como mecanismo de verificação de potencial defeito organizacional de empresa, bem como a função das políticas corporativas colaborativas em uma era de punitivismo exagerado e de discursos de cerceamento à corrupção a qualquer custo. Havendo a demonstração da atual relação entre Compliance e corrupção no âmbito do Direito Penal Econômico, passar-se-á ao estudo da corrupção como ilícito penal, civil e administrativo, levando-se em conta tanto a evolução do sistema anticorrupção internacional quanto o contexto no Brasil, com foco na Lei Anticorrupção e nos crimes de corrupção ativa e passiva do Código Penal. Por fim, compreender-se-á a omissão penalmente relevante no cenário da corrupção corporativa, considerando os pressupostos da tipicidade no Brasil e seus impactos nos critérios de imputação penal individual para crimes omissivos impróprios. Serão abordadas, nessa parte, as premissas conceituais pertinentes à omissão no Direito Penal, especialmente aquelas relativas a crimes omissivos impróprios, como situação típica, resultado, dever de agir e dever de vigilância. Trata-se do momento a partir do qual refletir-se-á acerca de eventual posição de garantidor do Compliance Officer por corrupção ativa possivelmente cometida durante a execução de suas atividades na empresa, de acordo com circunstâncias de concentração e delegação de deveres de agir e de vigilância. Após estudada a posição de garantidor, verificar-se-á a necessidade ou não de reporte do Compliance Officer às autoridades competentes quando da constatação ou mesmo suspeita da prática de corrupção na empresa. Com a investigação e estudos percorridos durante o trabalho, esta dissertação trará entendimentos finais e conclusões acerca do tema, propondo-se elementos jurídicos a fim de se evitar a responsabilidade penal objetiva de Compliance Officers por corrupção pela via da omissão imprópria. A Governança Corporativa e o Compliance serão compreendidos como institutos aptos ao auxílio à prevenção de responsabilidade penal por omissão imprópria de Compliance Officers, assimilando-se o Compliance como melhor instrumento para proporcionar transparência às autoridades competentes, bem como para orientar a alta administração, os Compliance Officers e demais colaboradores de empresas no que tange às melhores práticas de gestão do risco de corrupção.This master\'s thesis paper presents the outcomes of interdisciplinary research carried out in Corporate Criminal Law and Compliance. The primary focus is on delineating the legal- criminal assumptions that legitimize criminal liability arising from the practice of active corruption due to improper omission by Compliance Officers, as individuals in charge of fulfilling duties in structurally complex and hierarchical companies, whose daily activities are constantly subject to division and delegation. The research aims to outline the boundaries of state punitive intervention in the corporate context and the role of the Compliance institute in fostering awareness, prevention and limiting subjective criminal liability. With this purpose, the paper begins by introducing the Compliance institute, its peculiarities and similarities with Corporate Criminal Law within a risk society, mainly considering the scenario of breaking the basic categories related to Theory of Crime of the classical Criminal Law, leading to the prevailing imposition of punishments for non-intentional crimes, crimes of danger and omissive behaviors within the corporate sector. This paper proceeds to analyze Compliance as a mechanism for identifying potential organizational gaps in a company, as well as the role of collaborative corporate policies in an era marked by excessive punitiveness and speeches about curbing corruption at any cost. After establishing the connection between Compliance and corporate corruption within the scope of Economic Criminal Law, the paper delves into the relationship within the realm of Corporate Criminal Law. The subsequent section examines the corruption as a criminal, civil and administrative offense, considering the evolution of the international anti-corruption system and the anti-corruption landscape in Brazil, focused on the Brazilian Anti-Corruption Law and the crimes of active and passive corruption outlined in Brazilian Criminal Code. Finally, the criminal relevant omission in the context of corporate corruption will be analyzed, considering the assumptions of criminal criteria in Brazil and its impacts on the individual criminal attribution rules for improper omissive crimes. In this part, the relevant conceptual premises of omission in Criminal Law will be addressed, especially those related to improper omissive crimes, like typical situation, result, duty to act and duty of vigilance. At this point, the paper reflects on the potential role of Compliance Officers as guarantors for active corruption occurring during the execution their activities in the company, considering circumstances of duty concentration and delegation of. Subsequently, it explores whether or not the Compliance Officers are obligated to report to the competent authorities upon detecting or even suspecting corruption in the company. Based on the investigations and studies conducted, this masters thesis presents final understandings and conclusions, proposing legal elements to prevent automatic criminal liability for corruption of Compliance Officers based on improper omissive crimes. Corporate Governance and Compliance are portrayed as institutes capable of assisting in the prevention of criminal liability due to improper omission of Compliance Officers, assimilating the Compliance institute as a key tool to provide transparency to the competent authorities and guide senior management, Compliance Officers and other employees in adopting best practices for corruption risk management.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de DireitoSouza, Luciano Anderson deHasse, Carolina Alencar Marchesano2024-04-232026-05-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2136/tde-05072024-124321/doi:10.11606/D.2.2024.tde-05072024-124321Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USP2026-05-11T13:10:02Zoai:teses.usp.br:tde-05072024-124321Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-11T13:10:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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